quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

95 - Padre Marcelo e o empresário Oscar Maroni, os dois numa mesma revista com opiniões e formas diferentes de viver, valores morais diferentes e objetivos de vida diferentes. Isto é uma imprensa livre. Em uma democracia com direito de ser diferente.







Colegas do Blog do Maroni, eu Oscar Maroni voltei.
Fiz questão de colocar esta reportagem que fizeram comigo e nesta reportagem fizeram um comentário em que eu fui condenado a onze anos e nove meses de prisão. Obviamente não fui preso, já entrei com recurso e discordo da postura desta Juíza, ela errou, ela se equivocou e ela me condenou baseado nos seus valores morais e afirma na sentença que a condenação é baseada principalmente numa entrevista que eu dei pra revista Isto é dinheiro (ver texto de nº93), baseado também no livro da Bruna Surfistinha e no filme “Uma linda mulher” e com afirmativas de que eu um psicólogo, devo ter consciência de que mulheres quando transam sem amor sofrem muito.
É pode parecer curioso e sem pé e nem cabeça, mais isto é a realidade.
O fato importante é que a partir de 2009 a interpretação dos crimes sobre dignidade sexual mudou e a principal característica é quando alguém é obrigado a fazer o que não quer ou se for menor de idade e o outro fato curioso é que a juíza não considerou os depoimentos das testemunhas em juízo, no caso as mulheres que freqüentam o Bahamas.
Isso é só um comentário sobre esta absurda condenação, pois em breve farei um texto específico sobre esta condenação, mas gostaria que vocês considerassem, estou recorrendo em juízo e estou em liberdade, mas infelizmente a minha reputação e imagem social ficaram afetadas.
Sobre o titulo deste texto o Padre Marcelo e Oscar Maroni, considero que as posturas do senhor Padre Marcelo de fundar instituições religiosas faraônicas financiadas com dízimos de pessoas humildes e que muitas vezes não tem nem o que dar de comer para os filhos e se encontram desesperadas para solucionar sua problemática existencial não considero  justo e nem honesto. Sou contra, assim como o Padre Marcelo deve ser contra as atividades sexuais e libertinas, que para alguns imorais, ocorrem em Bahamas Club.
Como disse acima, sou contra a postura do Padre Marcelo, mas vivemos em uma democracia e eu tenho que respeitar o ponto de vista dele e exijo que ele ou quem for contra os meus valores morais me respeitem. Sou a favor de sexo livre e espontâneo, sou a favor de libertinagem desde que a pessoa seja maior de idade. Todas as formas de sexualidade de livre arbítrio são validas e saudáveis para o equilíbrio psicológico e afetivo.
Após muitos anos e após muitas experiências teóricas em consultório e vivencias pessoais na sexualidade e o fato de viver a vinte anos na noite, digo, que as três maiores fontes de sofrimento do ser humano são o preconceito, o amor e o sexo e quando se remove o preconceito as duas fontes de maior felicidade, prazer, alegria e crescimento espiritual, emocional e afetivo são o amor e o sexo.
O Oscar Maroni muitas vezes não é bem entendido, pois é analisado segundo valores morais retrógrados e baseados em filosofias de vida moralista, essas interpretações erradas da minha pessoa e das minhas atitudes criaram um estereótipo que não representa a minha forma de ser. De uma forma jocosa, mas que reflete a realidade digo: - E se o céu não existe.
Quantas trepadas o papa perdeu, eu Oscar Maroni sou a favor de pênis eretos e vaginas molhadas e cada um colocar a boca onde bem entender. Por de traz desta brincadeira existe uma fato que eu considero crucial para a sexualidade humana, o ser humano deve viver fazendo sexo sem complexo de culpa, sem preconceito e de uma forma criativa respeitando o seu próximo e o livre arbítrio de quem compactua com ele os prazeres da sexualidade.
 A degeneração dos impulsos da sexualidade, as frustrações da sexualidade e as aberrações da sexualidade se originam na repressão, no falso moralismo, na hipocrisia e no conceito em que sexo é pecaminoso, feio e etc...
Oscar Maroni assim pensa, assim acredita, assim vive e assim educou os seus filhos e essas afirmativas não são teóricas, são a somatória de uma existência livre de preconceitos de amor a vida.
Enquanto estava escrevendo este texto um dos meus filhos, um jovem de vinte e nove anos e que esta ao meu lado, disse que concorda comigo e que assim foi educado, mas comenta que eu no dia a dia não uso as palavras tão vulgares quanto aqui neste texto, saiba companheiro leitor que o fato de algumas vezes eu me posicionar de uma forma imoral e indecente é uma estratégia de combater o moralismo, chocar um pouco e gerar polemicas, obrigado.

 

13 comentários:

Anônimo disse...

mais que novidade
ass. EX BLOGUEIRO DO OM

Helio Saara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Helio Saara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Helio Saara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

zzzzzzzz nada de novo no Mundo de Maroni

Anônimo disse...

maroni você é fora de serie te adimiro muito

Anônimo disse...

Maroni pode me definir a expressão "disco riscado"

Anônimo disse...

De acordo com a visão distorcida de Oscar Maroni, todas as mulheres que criticam a prostituição e, principalmente, aqueles que com ela lucram, como é o caso do próprio, são tachadas de mal resolvidas sexualmente, retrógradas, moralistas e tantos outros apodos quantos caibam na boca larga e na consciência curta do empresário. Não apenas o raciocínio mecânico e banal chama a atenção, mas o modo como este blinda quem dele faz uso. Maroni se fecha ao diálogo e saca do bolso o pedigree de psicólogo (não entro no mérito da qualidade dessa formação, mas a tirar da indigência gramatical do texto do autor, imagino que seu diploma tenha sido tirado pelo correio)para justificar seu lugar acima do bem e do mal, sua visão "científica" dos fatos, cheia de experiência e certezas a serem compartilhadas com os pobres mortais. Essa suposta condição de "psicólogo", ao lado da de dono de um prostíbulo disfarçado de hotel, habilita o empresário a rotular todo comportamento destoante da "liberalidade" ou simples estado de permissividade em que vive. Assim, será qualificado como hipócrita quem se atrever a dizer que é imoral facilitar ou mesmo favorecer o encontro entre prostituta e seu cliente. Raciocina enfadonhamente Maroni que, como a prostituição "está aí", no mundo, e espalhada por toda a cidade, quem seria a Justiça para punir quem com ela lucra e se investe da condição de empresário do sexo? Quem seriam esses homens da Lei, provavelmente suspeitos no olhar analítico do psicólogo, tão conhecedor das mazelas humanas, quanto da arte de gerir um prostíbulo?
O cinismo de Maroni faz crer que a Justiça se dobraria a seus desígnios quanto a centena e meia de mulheres se sujeitava às normas da "casa" que, de tão escancarada à mentira e ao engodo em torno de sua real natureza, acabou por fechar as portas ao seu dono na vida empresarial da cidade.

Gilda Blaschi

Anônimo disse...

Maroni comenta o texto acima.

Sra. Gilda:
1º A justiça já decidiu em segunda instancia e transitado em julgado que o Bahamas Club não é uma atividade ilícita. Veja os documentos oficiais (texto nº 93), inclusive o livro de jurisprudência da qual o Bahamas faz parte, portanto minha atividade é licita e já transitado em julgado.
2º O Bahamas esta fechado por um problema administrativo de uma perseguição política da PMSP, já entramos com o |Mandado de Segurança e esta sendo julgado por uma câmara especial, eu digo que é perseguição política, pois curiosamente nos últimos quatro anos um elemento do MP extrapolando da sua área que é a esfera criminal, foi interferir na regional da Vila Mariana de uma forma arbitraria e tentando dar cobertura ou uma roupagem teoricamente de um elemento com status do MP. Isto é documental e é um fato real.
Infelizmente sou eu sozinho contra o maior escritório jurídico do mundo a PMSP. Quanto a arbitrariedade da PMSP não ha muito que se falar basta ver os comentários nos jornais.
3ºO que você me diz de só o Bahamas estar fechado?
Esta nuvem de moralismo paira somente sobre as atividades do Maroni isto seria perseguição?
O Bahamas existe na cidade de São Paulo a mais de dezoito anos e nunca foi fechado e após a queda do avião da TAM, numa jogada política e com o apoio de um elemento do MP lacraram o Bahamas atribuindo uma matéria de televisão que eu havia dito que o Bahamas seria casa de prostituição de luxo e hoje com documentos oficiais provou que não é.
4º A minha condição de psicólogo me da o direito de questionar valores morais e eu e muitos outros psicólogos através da historia da psicologia questiona-se estas posturas de alguns moralistas em relação a sexualidade humana e também religiosas chegando até atribuir moral em conotações de deuses e punições demoníacas.
Mesmos nas regras atuais mulheres que alcançam o orgasmo por atração física são vistas como indecentes e depravadas
5º Prostituição no Brasil não é e nunca foi ilegal é um direito do homem ou da mulher maior de idade dispor do seu físico como bem entender. Eu particularmente já prostitui várias vezes quando mais jovem e não vi mal nenhum.
6º Tudo que foi dito nestes cinco itens é o meu direito, vivemos em uma democracia e pontos de vistas é que nem impressão digital cada um tem a sua e se eu fico batendo nestas teclas ou tocando o mesmo disco é porque este é o objetivo deste blog, fazer justiça, divulgar a injustiça e demonstrar que a sexualidade livre de preconceitos, regras e normas é muito mais saudável
7º Vou dizer novamente, o Bahamas Sra. Gilda, é um Hotel e um Balneário e dentro das suítes as pessoas fodem, trepam, fornicão, fazem amor, trocam carinhos, relaxam ou se quiserem dormem, o que é feito dentro das suítes desde que sejam maiores de idade e paguem pelo horário ou estadia, não existe nada de ilegal e ainda acrescento o Bahamas é o Hotel e Balneário mais liberal e imoral que eu conheço, a lei assim me garante.
Oscar Maroni

Anônimo disse...

maroni conta pra nós essa história de você ter se prostituído quando era jovem. você se vestiu de odalisca e fez ponto em alguma esquina?

Anônimo disse...

Enquanto se repetir essa cantilena interminável e enjoativa de que o BHM é um hotel que recebe "homens, mulheres e casais", sem se explicitar a condição e o interesse de cada um, não se chega a nenhum lugar. O objetivo do BHM é oferecer diversão adulta e ponto. É um prostíbulo e, como tal, precisa ser legalizado e reconhecido. O serviço que oferece aos clientes é imoral ou moral, conforme o modo como a Lei interpreta essa condição. A Lei, por sua vez, reflete a moral de uma época e cabe a ela estabelecer o que, dentro desses limites, seja admissível aceitar.
Vejo que esse negócio de hotel, um tal Hotel Bahamas que existe apenas na cabeça do seu dono, é conversa para boi dormir. Ninguém se hospeda em tal lugar e, se assim o for, seria interessante que o empreendedor informasse o registro do estabelecimento na Embratur, sua classificação, seus controles de hospedagens, vaucher, serviços específicos etc. Se não provar que é hotel, no sentido próprio da palavra, por favor, será o caso de mudar o disco de lado e tocar outra música porque essa cansou.

MJ

Anônimo disse...

Maroni: é verdade que o hotel está à venda por R$ 150 milhões?

Oscar Maroni Filho disse...

Fizeram alguns comentários que eu apaguei de que o Maroni é um pé no saco e que o disco esta riscado falando somente sobre prostituição , Bahamas e ele. È óbvio que eu falo destes temas, minha intenção com este blog é mostrar a perseguição de um elemento do MP, digo UM elemento e não O MP, e coincidentemente o mesmo tema o prefeito e a prefeitura de são paulo, a maior prova que esta perseguição existe é o fato de uma onda de moralismo pairar somente sobre o bahamas club e o Oscar hotel, enquanto todos são outros estabelecimentos do ramo estão em pleno funcionamento, a perseguição e a demonstração dessa é nítida e clara, só eu estou fechado, Posturas sobre o Bahamas ser hotel ou casa de prostituição ou puta ser coitadinha ou vítima não cabe mais pois aqui já esta claro em todo este material jurídico e sentenças colocadas no blog, sobre o fato do Maroni já ter feito programa e ficado na esquina de odalisca, dei risada quando li isto, me imaginei calçando 44 com uma sandalinha dourada ou um vestido justinho e este meu rosto todo maquiado, é coisa de dar risada, não companheiro, saiba que quando fiz programa, e não foram um ou dois , foram vários, é que eu nos meus 20 anos de noite me considero a puta mais velha do Brasil, mas não que eu transasse, eu fazia parte de algumas fantasias como transar com a esposa e o marido olhando, fazer show de sexo explicito em festas, uma delas curiosamente no Morumbi, cheguei a brochar no meio do show, foi até gozado, e assim surgiram outras histórias de profissionalismo do sexo que aqui não da para detalhar, mas posso afirmar, foi divertido , foram várias transas, e não me arrependo, o lucro ou o dinheiro que eu não precisava eu doava
sem mais,
Oscar Maroni

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