quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

94 - O que estão fazendo com Oscar Maroni e Bahamas Club é justo? Ou estão praticando uma grande injustiça? Por ignorância na área jurídica, por interesses políticos , por terem errado e se reconhecerem os erros poderão ter prejuízos financeiros indenizatórios e prejuízos de imagem política? Ou por problema de ego?Você leitor deste blog e imprensa analisem estes documentos oficiais e tirem as suas conclusões.


 Foto extraída da revista "Época SP" - dezembro de 2011
Matéria Jornalística feita com Oscar Maroni
Em breve publicaremos a integra neste blog 

Este é Bahamas Club, um espaço dedicado ao prazer e à luxúria, local frequentado por homens mulheres e casais
Em termos jurídicos trabalho com este estabelecimento da mesma forma, sem alterar em nada des de o dia da inalguração até a data da lacração pela prefeitura, esta forma de trabalhar foi analizada por tecnicos, perítos, juises e desembargadores, estes decidiram que minha atividade é licita e me absolveram reiteradamente e transitado em julgado no artigo 386 inciso III, do código de processo penal


Eu Oscar Maroni Filho - RG 4.688.247, brasileiro, selecionei nos estados brasileiros via internet decisões proferidas sobre o artigo 229 “Casa de Prostituição” e 228 “Facilitação” nos tribunais de justiça de todo o Brasil, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Paraíba, Ceará e Maranhão.
Nestas decisões proferidas em todos os estados brasileiros do Oiapoque ao Chuí, observa-se que os réus foram absolvidos nos artigos 229 e 228 do CP na antiga e na nova redação da lei 12.015 de 07/08/2009.
Agrupei este material para o seu melhor entendimento em seis grandes grupos que seguem abaixo.


Primeiro agrupamento: Decisões do Poder Judiciário de São Paulo, que absolveu por quatro vezes Oscar Maroni e Bahamas Club, sendo duas em primeira instancia, duas em segunda instância e todas as reiteradas absolvições fazendo-se com fundamento no artigo 386 inciso III do código do processo penal “não constitui o fato infração penal”, sendo que duas absolvições em segunda instância se tornaram jurisprudência. Uma delas inclusive fazendo parte da revista do Tribunal do Júri.

Segundo agrupamento: Absolvição de três outros estabelecimentos no estado de São Paulo que usam a jurisprudência do estabelecimento comercial OMF Restaurante e American Bar ltda., nome fantasia Bahamas Club. Pasmem!!! Esta jurisprudência do Bahamas Club já é uma referencia para absolvições. (Link Revista do tribunal)

Terceiro agrupamento: Fatos interessantes citados por Desembargadores que respeitam os direitos individuais citando:
Que se for bar, hotel, restaurante e massagem e se não for especificamente destinado a prostituição não caracteriza;
As leis têm de se adaptar aos tempos atuais, se não são palavras mortas sem valor social;
Sentença que absolveu o Oscar Maroni e o Bahamas aonde o Desembargador diz: “Não se deve dar valor a opinião da imprensa”;
A prova tem de ser significativa;
Os direitos individuais da sexualidade do adulto e livre arbítrio;
O que acontece nos quartos é privacidade de quem locou;
Adequação social aos tempos.

Quarto agrupamento: Estado do Maranhão, Poder Judiciário Tribunal de Justiça cita as jurisprudências do STJ – Superior Tribunal de Justiça e acórdãos de Brasília e absolvem:
 O próprio Superior Tribunal de Justiça já enfrentou a questão e adotou a postura da realidade, VERBIS
“A simples manutenção de estabelecimento comercial relativo a casa de massagem, banho, ducha, “relax” e bar não configura o delito do art. 229 do CP. Hipótese que demanda análise do material fático-probatório, vedado nesta instancia. Incidência da Sum. 7/STJ “ (STJ, RE 65.951/DF, Rel. Edson Vidigal, j. 1º-9-1998)”.

“Para a configuração do delito do art. 229 do Código Penal, em se tratando de comércio relativo a bar, ginástica, etc., é necessária a transformação do estabelecimento em local exclusivo de prostituição, intento cuja apuração refoge ao âmbito do especial por demandar investigação probatória. Súmula nº 07/STJ (STJ, RE 102.912/DF, Rel. Fernando Gonçalves. j. 10-3-1198)
Observação – para o leigo a Súmula 7 significa que as decisões tomadas em segunda instância são consideradas finalizadas no que se refere a análise do conteúdo da decisão do processo, ou seja, as decisões proferidas por Desembargadores finalizam o processo.

Quinto agrupamento: Absolvições baseada na nova redação do art. 229 do CP pela Lei 12.015/2009 – “Necessidade de comprovação da exploração sexual”.
Pequenos trechos extraídos de decisões que vocês poderão ler na integra caso entrem nos agrupamentos:
“Casas de prostituição se não envolver exploração sexual, deverão resultar em absolvição, pois a conduta de manter casa para fins libidinosos, por si só, não mais configura crime”.
“Não há, porém, como manter essa solução. É que a Lei nº lei 12.015, de 7 de Agosto de 2009, que deu nova redação ao artigo 229 do Código Penal, tornou atípica aquela conduta ao considerar crime apenas o “estabelecimento em que ocorra exploração sexual”.”
Citação do artigo da Dra. Luiza Nagib Eluf em 13 processos de absolvição, somente no estado de São Paulo onde cita a nova redação o artigo da Dra. Luiza Nagib Eluf e o “ Abolitio Criminis” e que a nova lei deve retroagir em beneficio do réu.
“Assim, no tocante aos estabelecimentos que alugam quartos e mantêm bar, sauna e afins, e são, por isso, freqüentados voluntariamente por prostitutas adultas e capazes, pois sabem que a ocasião é propícia para angariar clientes, houve abolitio criminis, e o agente que respondia antes pela redação original do art. 229, agora não mais responde, devendo a atipicidade retroagir do artigo 2º, parágrafo único, do Código penal, a não ser que se comprove que o proprietário ou gerente do estabelecimento explorava a prostituta, obrigando-a comercializar o próprio corpo”.
“(Manter casa de prostituição, por si só, não é crime”. Revista Consultor Jurídico, 01 out. 2009. Artigo originalmente publicado no jornal “Folha de São Paulo” de 01/10/2009. Disponível em: www.conjur.com.br
           
Sexto agrupamento: Fiz questão de deixar estes documentos oficiais para o final, são decisões proferidas por câmara de Desembargadores dos mais diferentes estados brasileiros que ao analisarem em segunda instância, absolvem os proprietários baseado no abolitio criminis.
Estes estabelecimentos e seus proprietários foram julgados e em alguns casos até condenados como casa de prostituição em primeira instância, como no meu caso, resultando em absolvições em segunda instância.
Santa Catarina – Abolitio Criminis – o crime foi abolido pela nova redação, que pode ser mais favorável ao réu, aplicação retroativa. Casa de prostituição para encontros com fins libidinosos não mais configura crimes havendo o abolitio criminis.
Paraná – Vigência da lei nº 12.015/09 que derrogou dispositivo do CP, reformulando a redação do tipo insculpido do art. 229 do CP. Substituição da expressão “lugar destinado a encontro para fins libidinosos” para “estabelecimento em que ocorra exploração sexual”.
Minas Gerais – Absolvição sumaria nova redação do artigo 229 do CP lei nº 12.015/09 – passou-se a exigir, para a configuração daquele ilícito penal, a comprovação da exploração sexual no estabelecimento. – Em se tratando de denuncia antiga, referente a redação anterior do dispositivo legal, que não descreve o elemento normativo “exploração sexual, não há justa causa para a continuidade do processo, diante da atipicidade do fato.
Goiás – Tribunal de Justiça do estado de Goiás, “agora com a alteração trazida pela lei 12.015/09, manter casa de prostituição para encontros com fins libidinosos, por si só, não mais configura crime.
“Portanto, não restando comprovada a ocorrência de exploração sexual, diante da abolitio criminis...” Retroatividade da lei mais benéfica ao réu.
Mato Grosso do Sul – “... Devendo ser reconhecida a atipicidade da conduta, em decorrência da abolitio criminis por força da alteração no texto do art. 22, caput, do CP, pela Lei n12015/09.
Brasília/Distrito Federal – Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos territórios “A Lei nº 12.015, de 7/8/2009, que deu nova redação ao artigo 229 do Código Penal, tornou atípica a conduta do agente que apenas mantém casa de prostituição, sendo que a nova elementar exigida para o tipo é que no estabelecimento ocorra “exploração sexual”.
“Portanto, não comprovada a ocorrência de exploração sexual e, diante da abolitio criminis ter criado a situação mais benéfica à ré (Principio da retroatividade da lei mais benéfica) imperioso a sua absolvição”.
Ceará – “Isso porque a lei nº 12.015/2009 alterou a redação do caput do art. 229 e suprimiu o antigo nomen júris (“ casa de prostituição”) para “estabelecimento em que ocorra exploração sexual”, restando patente a vontade do legislador, no sentido de que o julgador se quede a descriminalização da conduta de manter casa para fins libidinoso, tipificando apenas a mantença de pessoa em condição explorada, sacrificada, obrigada a fazer o que não quer, o que incorreu na espécie”.
São Paulo - Apelação Casa de prostituição tipo penal alterado. Conduta que se tornou atípica. Retroatividade de lei penal mais benéfica. Abolutio criminis. Extinção da punibilidade decretada. Citando Dr. Luiza Nagib Eluf " Se não envolver exploração sexual deverão resultar em absolvição, pois a conduta de manter casa para fins libidinosos, por si só, não mais configura crime"
 CASA DE PROSTITUIÇÃO – Nova redação do art. 229 do CP pela lei 12.015/2009 – Necessidade de comprovação da exploração sexual – Conduta atípica – Retroatividade da lei penal mais benéfica – Absolvição – Recurso provido ( voto n. 8432)* 

1° agrupamento: Sentenças que absolveram Oscar Maroni e Bahamas Club

2° agrupamento: Sentenças que absolveram outros estabelecimentos tendo como balizamento a jurisprudência da empresa OMF, nome fantasia Bahamas Club

3° agrupamento: Várias jurisprudências que se é bar, hotel, casa de massagem etc..., não caracteriza crime

4° agrupamento: Sentença absolvitória no Maranhão tendo como referencia jurisprudência do STJ acorduns

5° agrupamento: Cita a nova redação do art. 229 e os comentários da Dra. Luisa Nagib Eluf

6° agrupamento: A nova redação do art. 229 vigência da lei número 12,015-09 de 7/08/2009 que derrogou dispositivos do código penal, reformulando a redação do art. 229, casa de prostituição, para estabelecimento em que ocorra exploração sexual com isso a conduta que se tornou atípica no presente, retroatividade da lei penal mais benéfica ao réu “abolitio criminis




Homenagem póstuma a Celso Bastos, um dos mais conceituados  juristas brasileiros,  especializado em direito constitucional.



Doutor e livre docente em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, foi professor de Direito Constitucional e Direito das Relações Econômicas Internacionais do curso de pós-graduação e responsável pela coordenação do programa de pós-graduação em Direito Constitucional e Direito das Relações Econômicas Internacionais da mesma instituição. Estudou por dois anos na Universidade de Paris.
Era membro do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo e da diretoria da Academia Internacional de Direito e Economia. Foi Diretor Geral do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional e Procurador do Estado de São Paulo.
Foi um dos fundadores do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional e da Revista de Direito Constitucional e Internacional, editado pela Revista dos Tribunais.
Sofria de leucemia, vindo a falecer no dia 8 de maio de 2003, aos 64 anos, no Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Prêmios e honrarias

Foi homenageado pelo Presidente da República com o grau de Comendador proposto pelo Conselho da Ordem do Rio Branco, em 29 de abril de 1992. Em 30 de abril de 1998, foi novamente homenageado pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Rio Branco.

Obras

Escreveu inúmeros artigos e publicou 15 livros sobre Direito, dentre as quais destacam-se:
  • Curso de Direito Constitucional
  • Comentários à Constituição do Brasil, em co-autoria com o Prof. Ives Gandra Martins
  • Curso de Direito Financeiro e Tributário
  • Curso de Direito Constitucional;
  • Curso de Direito Administrativo
  • Curso de Teoria do Estado e Ciência Política



Finalizando quero enfatizar que este blog esta na presente data com 191.782 ( cento e noventa e um mil e setecentos e oitenta e dois) acessos portanto considero que os temas deste blog são expressivos socialmente, caso você queira conhecer mais das minhas atividades e empresas e a formo de como eu as dirijo acesse www.ow.com.br , me orgulho do que faço e só a morte calará minha boca, parece que meu objetivo  neste blog esta sendo alcançado: fazer justiça. Observo também que quando estou sendo procurado pela imprensa estes ja não me analisam mais pelo esteriótipo negativo que criaram sobre a minha pessoa, felizmente estão me analisando pelo que eu sou, pelo que eu penso e pelo que eu faço

159 comentários:

Anônimo disse...

Algo de novo?

Anônimo disse...

muito esclarecedor estes links maroni

Anônimo disse...

PQP é muito documento.

Jui Wally disse...

Lamentável saber q legalmente esta tudo de acôrdo, o q só corrobora com a idéia de perseguição e incompetência...
Força OM, para tudo se resolver é questão de tempo, a cada dia menos tempo...

Anônimo disse...

Fiqeui bem satisfeito porque os membros da magistratura tiveram discernimento suficiente para compreender que não há ‘exploração’ alguma da prostituição em seu estabelecimento, ainda que o Min. Público tentasse caracteriza-la. Uma vitória da democracia e da liberdade de ‘ir e vir’ e de fazermos o que bem entendermos desde que não prejudiquemos a ninguém. Sua atividade não prejudica a ninguém, oferece o que as pessoas desejam e buscam por sua livre e espontânea vontade. Eu como cidadão me sinto mais protegido e resguardado com essas decisões dos tribunais a seu favor, pois preservar o direito de escolha de todos, desde que este não cause prejuízos a terceiros, imagino que seja uma das principais metas de um Estado de Direito. Parabéns aos desembargadores. E boa sorte pro você. Cid C. Gracco

JET disse...

MARONI, ME ARRUMA UM EMPREGO! DEIXA EU TRAMPAR PRA VOCÊ!

Anônimo disse...

Desista Maroni,o seu caso está fadado a ñ ir adiante.
É um acordo entre o poder judiciário de caducar todo o processo e nunca dar causa ganha à vc.
Tem gente ''grossa''envolvida em tudo isso,que já deu como arquivado.

Pessoa do MP.

Anônimo disse...

Maroni,

Você tinha publicado um post antes deste com um vídeo (involuntariamente engraçado) com um ADEVOGADO metido a entrevistador. O cara falava mais do que você, o entrevistado, e xingava o Kassab, o Blat, o Judiciário e o Netinho Cara de Paula. O tal rábula parece que se chamava Lessi (o causídico que ladra mas não morde). Por que tirou o post?

Anônimo disse...

Pessoa do MP, se você souber de injustiças , e nada faz você é a injustiça

Anônimo disse...

Maroni responde ao cidadão ou cidadã que se diz do MP:

Muito oportuno o comentário “de que se você faz parte da justiça e vê a injustiça e nada faz você é a injustiça”.
Ao funcionário do MP, no texto nº 94 8 de dezembro de 2011 18:04 – “Maroni desista....”:

Primeiro gostaria de conscientizá-lo que se você é realmente um elemento do MP, você recebe salários do contribuinte e a sua função é antes de mais nada ser um defensor da justiça brasileira. Até mesmo elementos dentro do MP da área burocrática, tem por obrigação moral e ética denunciar ilegalidades que ocorram na sociedade e principalmente dentro do próprio MP que é o órgão como eu já disse acima “ tem por finalidade ser o guardião das leis”.
Se você souber de conluios entre funcionários da justiça e MP você tem no mínimo a obrigação de denunciá-los, caso contrario você é um criminoso, é um ladrão corrupto, porque recebes um salário para fiscalizar a lei, ve ilegalidades, e denuncia neste blog e nada faz. Seria como ir a padaria pagar o pãozinho e o padeiro não entregar o pão, pagar uma consulta médica e o médico não fazer a consulta, comprar algum objeto e a empresa não entregar , diria até que uma puta é mais digna do que você, ela da o preço, executa o serviço e depois recebe, você recebe dos impostos de nós contribuintes e se omite diante da injustiça.
Agora companheiro quando você pede para eu desistir saibas que eu não fui e não serei homem de desistir, uma sociedade não se faz com covardes, com homens ratos que diante das dificuldades e intempéries da vida, corre para o esgoto a se esconder. Os que desistem fácil são os que não enfrentam as dificuldades e o pior não aprendem com elas. A vida me ensinou que os maiores prazeres estão nas atitudes mais nobres a dignidade, a persistência, a justiça, o amor ao próximo, a preservação do nosso espaço e principalmente quando se vê a injustiça tenta-se coibi-la das mais diferentes formas e assim faremos com que o mundo fique melhor, isso chamasse função social.
Faça aquilo que você acredite brigue pelos seus ideais e saiba que quanto mais difícil estiver a resolução dos seus problemas mais poderá aprender com essas situações adversas.

Oscar Maroni

Anônimo disse...

Oscar Maroni responde ao anônimo das 21:13 - 8 de dezembro de 2011.

Sobre o texto, ou melhor, a reportagem que o advogado Pedro Lessi um homem exótico, espontâneo e excêntrico e neto do ilustre jurista Pedro Lessi, que possui o seu nome em um prédio da justiça federal na avenida Paulista como homenagem. Informo que removi a reportagem porque em breve farei um texto somente com matérias que a imprensa e juristas de respeito fizeram sobre a minha pessoa e a minha empresa, caso vocês queiram acessar antecipadamente insiro aqui os endereços eletrônicos para vocês:

- Luiz Flavio Gomes - http://www.youtube.com/watch?v=52tSQJVv3Jw

- O Mediador - http://www.youtube.com/watch?v=XZYRAte61rI

- Entrevista na revista Época SP - http://epocasaopaulo.globo.com/vida-urbana/oscar-maroni-filho-o-bahamas-e-um-patrimonio-para-as-familias/

- Programa Legendários - http://noticias.r7.com/blogs/joao-gordo/2011/12/04/entrevista-com-o-empresario-do-sexo-oscar-maroni/

- Matéria da rádio Bandeirantes em 14/11/2011 - http://radiobandeirantes.com.br/conteudo.asp?PDT=28&P=2

- De 4 com Ângela Bismarck - http://www.youtube.com/watch?v=_dZLatI0_No

Observem que aqui inseri alguns endereços eletrônicos que vocês poderão acessar e em breve farei um texto com estas posturas da mídia e de juristas, além destes citados tem mais outros que não vem ao caso, citei estes para vocês observarem e que como já dizia o meu sócio Larry Flynt, Publisher da revista Hustler dos EUA e que eu editava no Brasil “opinião é que nem cú cada um tem o seu”.
Atualmente estou lendo um livro sobre a primeira emenda da constituição americana que diz “ o congresso americano não poderá em hipótese alguma fazer qualquer lei que impeça a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa” segundo o autor deste livro esta emenda é que possibilitou ao povo americano ser livre.
Citei aqui este livro, junto com estes endereços eletrônicos acima, para vocês verem como é importante a liberdade que surge da liberdade do pensamento, mas que deve ser norteada e limitada pelas leis.
O eminente jurista Luiz Flavio Gomes da o seu parecer sobre a absurda condenação a que me impôs a Juíza da 5º Vara, o Pedro Lessi na sua forma exótica e explosiva tece os seus comentários, o João Gordo se sentiu até intimidado com as brincadeiras do Maroni e finalizando, a postura da Ângela Bismarck que usa do seu charme e da sua sensualidade e das suas inúmeras cirurgias plásticas para se promover e se orgulha de ser a musa da pornografia e do erotismo internacional.
Como é bom poder dizer 2+2 é 5, não me enganei não senhores, segundo as convenções e as lógicas matemáticas 2+2 é 4, mas eu tenho o livre arbítrio e a liberdade de contrariar essas regras e essas convenções e dizer 2+2 é 5, eu controlo a minha mente, eu sou livre.

Oscar Maroni.

Anônimo disse...

boa tarde

Anônimo disse...

eta maroni porreta

Anônimo disse...

Triste fim de Oscar Maroni, só aparece na midia como uma caricatura, uma piada...e ele ainda se deleita com isso.. aproveita sua ultima meia hora de fama antes de cair no esquecimento total. Aí só vai te restar uma vaguinha na Fazenda da Record.

Anônimo disse...

tenho certeza que ele não percebe que ele já é uma espécie de Enrri da putaria "ooooo PAI"

Anônimo disse...

Maroni,

Acho bastante corajoso de sua parte ir até as últimas consequências para se defender do que julga ser uma tamanha injustiça. E provavelmente é.
No entanto, você precisa rebater com provas concretas o seguinte:

1. As moças trabalhavam 8 horas por dia, por pressão da casa, e recebiam recomendação para agir r bem rápido no atendimento ao clinte. Isso significava fazer sexo protocolar e desocupar o quarto, além de já ficar disponível para o próximo cliente;
2. A casa fazia pressão para as garotas usarem biquíni (inclusive da mesma marca);
3. Havia um regulamento que as proibia de usar celular e ler. Esse regulamento estabelecia o das profissionais comportamento na abordagem a clientes;
4. Gerentes examinavam a bolsa das garotas sempre que necessário. Isso para averiguar se, de fato, elas tinham cobrado o cachê do cliente.

Tudo isso, embora não confirme uma ligação mais formal, do tipo trabalhista, com a casa, mas pelo menos indica que havia controle e, talvez, até uma participação no cachê.

Anônimo disse...

Maroni responde: Ao anonimo de 12 de dezembro de 2011 19:56 – Triste fim de Oscar Maroni.

Ou você é lerdo ou esta mal informado, essas matérias foram para fazer um comparativo da liberdade de expressão. Para frustração dos não realizados e das pessoas que não vivem em paz com a vida e que tentam projetar as suas frustrações em cima dos outros.
Não estou triste, estou sim, me sentindo revoltado com toda essa injustiça que estão fazendo comigo, com minhas empresas, meus funcionários e meus familiares. Estou ótimo como pessoa, tenho ate uma renda razoável, minha família é maravilhosa, sou uma pessoas conhecida e respeitada na sociedade em que vivo e continuo brigando contra as injustiças e pelo que acredito ser certo.
O mérito do soldado não esta na cor da farda, mas sim no tamanho do inimigo que ele derrota.

Anônimo disse...

Maroni responde: Anônimo - 13 de dezembro de 2011 13:55

Com um simples apertar de dedo poderia remover essas afirmativas caluniosas e infundadas, mas preferi deixar esse texto para demonstrar como a mediocridade se esconde atrás das mentiras com frases tendenciosas e infundadas.
Respondendo na sua ordem:
1) O Bahamas não tem vinculo nenhum com as mulheres, isso é público e notório, e os freqüentadores e freqüentadoras assim o sabem. O Hotel e Balneário Bahamas Club existe a mais de 18 anos na noite paulistana e eu o proprietário estive dezenas de vezes no meio de comunicação. Tenho consciência das leis do meu País, o Bahamas sempre teve a porta aberta ao público pela minha própria exposição na mídia, nunca escondi como esse estabelecimento funciona, é dentro da lei.
Sobre ter participação nos lucros das moças ou que elas tivessem que cumprir horários, eu não falo, eu mostro documentos e fatos. Por favor, acesse o texto nº 93 e o link com os depoimentos das testemunhas de acusação que são as mulheres e os homens freqüentadores do Bahamas, esses depoimentos na delegacia e em juízo demonstram a perseguição. O fato de desocupar os quartos é outra imbecilidade de quem não conhece o assunto ou quer me comprometer com mentiras e calunia, a locação das suítes do Bahamas são fracionadas por hora e a lei de hotelaria assim me permite e o cliente estava pagando por hora e ele poderia renovar o horário da freqüência das suítes ou esgotar o seu horário de locação, percebem a incoerência.
2) O Bahamas é um local de erotismo e sensualidade, o nível da casa é altíssimo e as mulheres poderiam usar biquínis, lingerie ou roupa social o critério era delas. No estabelecimento tínhamos uma vendedora que vendia roupas, pelo que se sabe vender roupas não é ilegal ou é Sr. Anônimo que se diz do MP.
3) Havia um regulamento que era proibido o uso de celular e esta regra tinha como objetivo evitar que os freqüentadores, tanto do sexo masculino como do feminino, tirassem fotos e com isso comprometendo a privacidade dos freqüentadores tanto homem como mulheres, isso é comum na noite, não poder tirar fotos. Sobre a abordagem dos clientes você esta delirando, a mulher poderia fazer o que bem entendesse e o horário que quisesse.
4) Os gerentes ao acaso tinham por obrigação e por amostragem examinar randomicamente três vezes por semana armários e bolsas para fiscalizar o uso de drogas, o que é terminantemente proibido no Bahamas Club e assim os gerentes procediam.


Observem leitores deste blog que essas afirmativas infundadas, absurdas, é o que fez com que um elemento do MP conduzisse um processo de uma forma onde existe mais fantasias, alucinações e criatividades do que fatos reais e comprometedores na esfera criminal.
Em breve farei um texto com a sentença e ai vocês perceberam os absurdos, citam até a Bruna Surfistinha e o filme Uma linda mulher, e comparam os valores sexuais dos próprios dos julgadores e do MP com o dos freqüentadores e freqüentadoras do Bahamas, é uma questão de lógica, quem vai ao Bahamas são pessoas liberais que gostam de sexo e de sacanagem, exibicionismo, suruba e de fantasiar, não vão lá para arrumar casamentos, uniões estáveis, emocionais ou futuras constituições de famílias. O objetivo é lazer, diversão, sauna, bebida, shows, bate papos e gargalhadas, assim como em qualquer outro estabelecimentos freqüentado pela boemia na cidade de São Paulo Brasil e no mundo.
Questiono porque só o Bahamas Club? O que vai estar acontecendo hoje a noite no Café Photo que também é citado no livro da Bruna Surfistinha, assim como na casa de suingue Nefertiti também citado.
Outros estabelecimentos como o Bamboa, o American, A ilha da fantasia, e se pegar os classificados dos jornais Folha de SP ou Eestadão encontraram centenas de anúncios, pergunto por que só o Bahamas, porque essa perseguição?

Anônimo disse...

Maroni, você não teme sofrer algum tipo de retaliação das casas do mesmo segmento de atuação das sua? A alusão aos nomes delas e ao tipo de serviço oferecido pode colocá-las sob os olhos do poder público. É estratégico de sua parte fazer isso?

Anônimo disse...

Maroni gostaria de saber como seu pai está.
Uma vez aqui no blog vc se referiu ao seu pai com
muito carinho,depois nunca mais se falou sôbre ele.
Já passou algum tempo e eu gostaria de saber se está tudo bem com seu pai.

Gilse Camargo Sobrinho.

Anônimo disse...

Maroni, se vc mandava revistar de vez em quando as bolsas pra ver se tinha drogas e diz que o uso delas no Bahamas era terminantemente proibido, como você explica o seu vídeo cheirando uma carreira lá dentro? é só jogar no Google.. vc tava cheirando pó de giz?

Anônimo disse...

Em falar em uso de droga e hipocrisia, esse comportamento que tem merecido tanta crítica de sua parte, há um vídeo de uma rave, de que você participou, e que você mesmo postou neste blog, onde você aparece visivelmente drogado. Conheço bem aquele olhar vago e aquela euforia que você demonstra em pleno palco do evento.

Anônimo disse...

marone tava loko por tabela

Anônimo disse...

Por que só o Bahamas se ferrou? Porque só o Bahamas tem como dono Oscar Maroni Filho, o homem metralhadora-giratória. O homem que tem duas bocas e um ouvido.

Anônimo disse...

Maroni responde:
Anonimo das 14 de dezembro de 2011 12:41
Maroni, você não teme sofrer algum tipo de retaliação...

Companheiro fico frustrado, parece que mesmo com todo esse material que eu coloquei no Blog, algumas pessoas como você ainda não entenderam. Em nenhum momento eu disse que outros estabelecimentos iguais ao Bahamas são irregulares, pelo contrario, neste blog principalmente neste texto nº 94, nestes agrupamentos eu demonstro que prostituição, garotas de programa, sexo profissional desde que não haja exploração do ato sexual das mulheres não caracteriza crime, portanto, os estabelecimentos iguais ao Bahamas são legais, o que existe é uma confusão do senso comum por não conhecer a lei, confundem imoral com ilegal. Desde que são maiores de idade e não são exploradas sexualmente a atividade não é ilícita, entendeu.

Anônimo disse...

Maroni responde:
Gilse Camargo Sobrinho
15 de dezembro de 2011 14:32

“gostaria de saber se está tudo bem com seu pai...”

O meu pai é um ser excepcional é o meu ídolo. Aos 90 anos de idade já um pouco arqueado pelo tempo, mas com um brilho no olhar que me fascina e sempre otimista. Percebo nele uma grande preocupação em relação a perseguição que estou sofrendo, ele não se conforma e me incentiva a brigar pelo o que eu considero justo e legal e com isto me da uma grande força, mas eu percebo um certa preocupação.
Agradeço a sua sensibilidade leitora deste blog.

Anônimo disse...

Maroni responde:
Ao Anônimo das 15 de dezembro de 2011 18:57
Maroni, se vc mandava revistar de vez em quando as bolsas...

Sobre o fato de eu mandar revistar as bolsas e ser hipócrita por ter cheirado e aparecido no vídeo “vídeos do Maroni” cheirando, diria sem me estender no assunto que não cabe aqui e não da para postar nos documentos, uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
No Bahamas Club é proibido o uso da droga e eu particularmente sou contra a droga, mas nessa situação em que eu apareço no vídeo foi um caso “sui generis” já muito debatido na imprensa, virando ate piada.
O que ocorreu na real é que a Sra. Vivian, uma ex, um tremendo avião, (fotos no texto de nº 46) esteve na minha sala no período em que o Bahamas estava lacrado. Me lembro muito bem, era uma tarde, a Vivian adentra no meu escritório com um decote maravilhoso e diz que se eu cheirasse uma carreira com ela e entrasse na sua vibe, ela deixaria eu beijar seu peitos e transaria comigo. Foi mais ou menos assim, eu um fraco por busto feminino e beleza da mulher e louco por sexo e pelo Corinthians, nunca perco uma trepada ou um jogo do meu time, acreditem ou não, já dei meus tirinhos não vou ser hipócrita, hoje sou contra a droga, acho uma grande babaquice, uma demonstração de fraqueza e burrice. Voltando a historia da Vivian, digo, não cheirei naquele dia, pelo contrario disfarcei dando uma soprada, pois tenho consciência de que quando dou uma cheirada fico com o pau meio “frape” pau de pano, e a trepada fica uma merda.
Pau de pano é ótimo, aprendi ultimamente, numa balada roçando com uma menina, eu tinha tomado algumas cervejas e ela me disse: - seu pau ta meio mole meio duro “ pau de pano”.
Acreditem, a Vivian filmou na época, ela já era uma drogada, vivia com maus elementos, pegou esse vídeo e me chantageou na época pedindo 150.000.
Eu fiquei puto com a chantagem falei um monte pra ela e disse que ninguém iria me chantagear ou tirar a minha liberdade, que ela poderia publicar isso no blog.
A chantagem não funcionou e não funciona comigo, eu poderia ate processar o Youtube e exigir que tirassem aquela imagem não o fiz, ta lá, é só vocês entrarem e verem vídeos do Maroni.
Mas deixo claro, você jovem, principalmente os influenciáveis, cuidado droga é grave, é um processo em que alguns casos não tem retorno poderá acabar com a sua vida e a paz dos seus familiares ou dos seus entes queridos.
Sou um homem vivido, experiente e sei do que estou falando. O fato de alguns terem me visto em raives ou baladas sobre o efeito de um êxtase, também sinto até uma certa vergonha, foi alguma fraqueza minha e não aconselho a ninguém desculpem a minha sinceridade mas é o meu jeito de ser, droga é terrível e pode ser um caminho sem retorno.

Anônimo disse...

Maroni responde:
Ao Anônimo das 16 de dezembro de 2011 04:40

Por que só o Bahamas se ferrou?

Não. Discordo de você, o Bahamas não se ferrou por causa do dono que é falastrão ou se expõe na mídia, porque o Bahamas é famoso, o melhor estabelecimento no ramo, o mais famoso na America do Sul, conhecido nacional e internacionalmente, existe a 18 anos e nunca foi fechado e infelizmente em 2007 foi fruto de uma perseguição, de uma projeção política, um trampolim eleitoreiro ou foi usado por um elemento do MP para se promover na mídia.
As somas desses fatos me fizeram chegar a essa situação em que eu me encontro.
Portanto a fama do Bahamas, a queda do avião da TAM na época e posturas covardes, me levaram a essa situação.

Anônimo disse...

Este blog tem um perfil do jeito que eu gosto: liberdade total. Escreveu, tá lá; seja, ou não, anônimo. Todos deveriam seguir essa linha tão democrática que nos dá a oportunidade de tomar ciência das sinceras opiniões (por mais absurdas que possam ser) de grande parte da ‘blogosfera’. Aqui não tem moderação nem nada parecido, isso nos garante uma total (ou quase) transparência, permitindo-nos que conheçamos as verdadeiras idéias e os pensamentos (conseqüentemente as intimidades) de cada um, embora muitas vezes não saibamos quem exatamente são essas pessoas, mas que elas existem e pensam de tal forma. Ainda que pese alguns inconvenientes (como comentários inoportunos), o saldo é bem positivo.
Severino de Pia

O meu nome é Severino... disse...

Só quando o Maroni resolve apelar e apagar/deletar alguns comentários que ele julga impertinente é que contraria os preceitos da democracia virtual...

O meu nome é Severino... disse...

Só quando o Maroni resolve apelar e apagar/deletar alguns comentários que ele julga impertinentes é que contraria os preceitos da democracia virtual...

Anônimo disse...

Oscar, isso tudo que esta acontecendo é só p te lapidar...bjs "Macholinha"

Anônimo disse...

Maroni, falta muito pouco para você reabrir o BHM, acredite. Vamos comemorar juntos.

Oscar para a" Macholinha" disse...

"Macholinha" fiquei emocionado, quando vi teu comentario só nos sabemos quem é a minha "Macholinha" querida, e o quer dizer beijos escreva mais tua opnião é sempre bem vinda e você é uma das pessoas mais importante da minha existencia, ja li teu comemtario umas 10 veses, que saudades da minha querida "Macholinha" a Docinho ou Satanas te manda 2 latidas e 1ooo lanbidas, saúdades, aqui em casa tudo lembra você, quero comer picadinho com batata e a laramja que você tirava a semente, a nossa cama tem saudade das nossa emoçõeses de quem ama , eu sinto falta até do teu cheiro, o teu pijama continua atras da porta do banheiro e a porta da rua eu nao tranco a noite na esperança de você vir me acordar com um BEIJO oscar

Anônimo disse...

Macholinha, obrigado por me lapidar, eu que, modestamente, sou um diamante bruto, de 507 quilates. Lembro tão bem da cela em que mantinha você pelo menos 18 horas por dia, das chicotadas, dos insultos e, sobretudo, das muitas e muitas escapadas que dei quando você achava que eu estava trabalhando. Aliás, como eu trabalhava! Atendi ao apelo de 508 mulheres, 12 rapazes e um ascensorista aqui do prédio. Mas fiz tudo isso pensando em você, meu terno e sincero amor.

OMF

Oscar disse...

maroni comenta você nâo é a macholinha diamante bruto , te falta classe e estilo, então mediga qual q o nome do local da ultima viagem que fisemos juntos

Anônimo disse...

Maroni, pelo que entendi o destino do bahamas está nas maos do tribunal que vai julgar seu mandado de seguranca, certo? quais sao os argumentos da prefeitura pra nao liberar a abertura? e essa lei que libera geral os comercios da cidade que ainda estao irregulares, pq nao se aplica ao Bahamas de imediato?

Anônimo disse...

Uma vez achei um bilhetinho dentro de uma caixinha de sabonete...

Anônimo disse...

Mas ainda bem que tudo isso é passado que hoje estou bem, graças a DEUS!!!

Anônimo disse...

Praia da Fome...pode ser?

maroni o colecionador de emoçoes disse...

mas qual nome da cidade, praia da fome eu nao conheço, ou o que aconteceu na praia da fome ou quem estava com a nós e como chegamos nesta praia, me ligue se é voce a macholinha se é a praia que estou pensando fiquei até com tesão, poderiamos repetir agora na passagem do ano me ligue delicia, sejamos discreto ou não?????? estou com saudades das nosas loucuras marisco com cerveja, jeti rabo impinado, biquine novo, vou até bater uma ,sou louco por ti delicia voçê é femea que me deu mais emoçoes bjs oscar o louco

oscar disse...

No bilhete da caixa de sabonete está escrito, "te amo e muito"ainda mantenho o escrevi na gaveta e no coraçao , e digo mais se é um grande amor, o tempo naõ apaga é como café com leite não da para separar lembra!

Anônimo disse...

E Macholinha é mais que amor...
Sejamos discretos

Oscar o viciado em você disse...

Oscar responde para a Ma, Ma é a abreviatura de Macholinha sejamos discreto! e coincidencias a parti, ma você é para mim mais que amor, veja o meu amor por você comtinua forte, o nosso amor café com leite não da para separar Ele superou cadei, injustiças da loira louca, mediocridades, dificuldades finamceiras, drogas alcolismo, traições, loucuras do sexo livre e disprendido do apego material, continuo a amar voçê loucamente, na solidão das madrugas sonhando com nossa loucuras, hoje jantei marisco ao molho de cerveja foi de proposito, para que enquanto comia, voltar ao passado e ter emoçõe , sentir voçe mais perto , vamos juntos no fim de ano para Ilha BEla mas decida logo para eu faser reservas, vou te dar outros oculos escuros e podemos novamente jantar no fim da estradra por favor me ligue EU PRESISO DE NOS te amo loucamente sou viciado em vocÊ oscar

Anônimo disse...

Maroni,

Acho que uma das coisas bem difíceis de engolir, mas que você repete a toda hora, é que o Bahamas é um lugar frequentado por "homens, mulheres e casais" sem especificar que os primeiros são clientes das segundas e os terceiros eram raros (não se leva bolo em festa), mas quando apareciam contratavam as primeiras, as profissionais.
Outra coisa é esse negócio de "hotel". Não cola. No máximo é um motel, com quartos alugados à hora (o que, aliás, é diferente de todos os motéis da cidade, cujo período fracionado é de, no mínimo, quatro horas). Só que você não assume que o Bahamas poderia ser um motel também, porque sabe que uma lei do tempo do Jânio Quadros proíbe motéis no perímetro urbano ou, pelo menos, em certas áreas da cidade.
A juíza que condenou você, então, está coberta de razão quando faz uma conta rápida e chega à conclusão de que, aceita a condição de hotel do Bahamas, ele teria uma das diárias mais caras do mundo: R$ 103,00 x 24 = R$ 2.472,00 ao preço de hoje. Caro, não? Você serve café da manhã com Caviar Almas Gold, presunto "Pata Negra", "café de jacu" ou Civet, Frozen Haute Chocolate e água Kona Nigari (do Hawaí, como sabe)? Ou as guloseimas eram outras?

(só por segurança, esta mensagem foi copiada e está pronta para ser colada nos comentários, se necessário)

Anônimo disse...

Maroni responde ao Anônimo - 20 de dezembro de 2011 12:57

“Acho que uma das coisas bem difíceis de engolir”...

Com um simples toque do meu dedo poderia apagar, esse monte de besteira que você escreveu.
Percebo que você é uma pessoa muito mal informada sobre legislação de hotelaria, e na área criminal você também esta mal informado.
Primeiro, o Bahamas Club é um hotel, tem alvará de hotel, suítes de hotel, camas de hotel e loca os quartos para casais, são dois pavimentos com suítes. O Bahamas é freqüentado por homens, mulheres, casais e também por mulheres profissionais do sexo, popularmente conhecidas como “putas”. No andar térreo temos um restaurante, um american bar e uma pista de shows e no subsolo, um balneário com piscinas, saunas e vestiários.
Este ambiente que é um hotel com suítes, eu considero o hotel mais liberal da America Latina, e ao locarem estas suítes as pessoas maiores de idade poderão fazer o que quiserem dentro destas suítes, (pela legislação ao locarem apartamentos este é considerado seu espaço privativo).
A legislação me autoriza a fracionar os horários em uma, duas ou três horas como eu bem entender como proprietário.
Motéis seus mal informados, na lei do Jânio se caracterizava por construções horizontais, mas como eu citei acima, no Bahamas quando as pessoas locam os quartos e sendo maiores de idade poderão dentro deste espaço privado estarem em casais, a três ou quatro pessoas e essas pessoas poderão dormir, fazer massagem, conversar, ter relação sexuais, fornicarem, foderem, treparem, fazerem felação, chuparem pênis, lamberem vaginas, masturbar um ao outro, sexo de quatro, meia nove, fantasiar que ela é a mulher maravilha e ele super homem, vestirem calcinha, sutiã sapato de salto, ficarem pelados na sauna, cobrarem ou não pelos atos sexuais.
Entenda mal informado, sexo profissional ou não profissional feito em quatro paredes ou ate mesmo na pista de shows como acontece em inúmeras boates em São Paulo e no Brasil com o nome de sexo explicito, também não é ilegal.
Que fique claro o que hoje a lei condena é quando o sexo é obrigado, forçado, contrariando a vontade de quem não o quer, isto que é o ato delituoso, o sexo por livre espontânea vontade desde que seja feito por pessoas maiores de idade não é ilegal seu Mané ou sua Mané, acorda, leia mais, se instrua, vou te dar uma dica, leia o texto de nº 94 e ali você tem mais de sessenta decisões da justiça brasileira.
Agradeço a você, senhor ou senhora limitado, por esse monte de besteira que você escreveu, agradeço porque assim você me possibilitou esclarecer mais uma vez.
Sobre os valores que esta juíza calculou no processo, o quanto eu cobro pelos horários nas suítes é um direito meu, posso cobrar ate um milhão por hora, posso faturar um bilhão por mês, isto demonstra mais uma vez o quanto esta juíza errou se equivocou.
Não se pode misturar aspectos legais com aspectos morais, pois moral como já dizia Larry Fynt o meu sócio na revista Hustler “ opinião é que nem cú cada um tem o seu”, valores morais são também como impressão digital cada um tem a sua.
Eu particularmente sou um homem que tenta ao máximo ser imoral, indecente, pornográfico, adoro fazer surubas, já transei com mais de duas mil mulheres, sou sim, com muito orgulho o empresário do sexo, dono do Bahamas, da revista Hustler e da Penthouse e um psicólogo com seis anos de consultório na área clinica.
Sobre o livro da Bruna Surfistinha que a juíza citou, eu o considero um absurdo. Estou terminando de ler o livro, teve momentos em que fiquei ate com tesão. Na página 45 a Bruna Surfistinha cita o Bahamas e o Café Photo e que ela não freqüentaria lá, pois tinha medo da concorrência, pois se a Bruna fosse freqüentar o Bahamas ela não ganharia nem pro café, ela é muito fraca em comparação com as mulheres lindíssimas que lá freqüentavam.
Sem mais.
Oscar Maroni

Anônimo disse...

Senhor Bobinho da Corte ou Como se Comem Duas Mil Mulheres Sem que Elas Percebam,

Temos, junto com Lacan, que denunciar o mito do "sexo
real", supostamente possível "antes" da chegada do sexo virtual: a tese de Lacan
de que "não existe relação sexual" significa, precisamente, que a estrutura do
ato sexual "real" (do ato praticado com um parceiro de carne e osso) já é
intrinsecamente fantasmática; o corpo "real" do outro serve apenas de apoio
para nossas projeções fantasmáticas. Em outras palavras, o "sexo virtual" em
que uma luva simula os estímulos do que se vê na tela, e assim por diante, não é
uma distorção monstruosa do sexo real, mas simplesmente torna manifesta sua
estrutura fantasmática subjacente.

Do que se conclui que NINGUÉM MAIS PRECISA DO SEU PUTEIRO, senhor psicólogo!

Anônimo disse...

Bruna Surfistinha não quis ir ao Bahamas, porque não queria virar objeto na vitrine.

BS

Anônimo disse...

Torço para chegar logo o dia em que as atividades de OM não sejam mais consideradas crimes. Para mim já não são, não vejo o que o OM faz como algo prejudicial a ninguém. Só apagar comentários é que é uma baita sacanagem.
OM, é você mesmo que está respondendo a Srta. Macholina????

maroni disse...

SIm sou eu mesmo, respondendo a Macholinha, mas pareci que ela naõ me ama mais, eu fico muito triste, vamos ver se eu consigo conquistala novamente e sobre o Bhamas ele naõ é e nunca foi considerado crime, veja o que ajustiça decidiu neste testo o de numera 94 agrupamento número 1

Anônimo disse...

A maior demonstraçao da perseguisão comtra o Maroni e o Bahamsa é que só Bahamas está fechado,e toda noite de Saõ Paulo em pleno funcionamento

Anônimo disse...

nem o maroni escreve tão mal assim.

Anônimo disse...

Sim, Oscar, é você o homem:

o sol brilha para você ele me disse no dia em que estávamos deitados entre os rododendros no cabo de Howth com seu terno de tweed cinza e seu chapéu de palha no dia em que eu o levei a se declarar sim primeiro eu lhe dei um pedacinho de doce de amêndoa que tinha em minha boca e era ano bissexto como agora sim há 16 anos meu Deus depois daquele longo beijo quase perdi o fôlego sim ele disse que eu era uma flor da montanha sim certo somos flores todo o corpo da mulher sim foi a única coisa verdadeira que ele me disse em sua vida e o sol está brilhando para você hoje sim por isso ele me agradava vi que ele sabia ou sentia o que era uma mulher e tive a certeza de que poderia sempre fazer dele o que eu quisesse e dei-lhe todo prazer que pude para levá-lo a me pedir o sim e eu não quis responder logo só fiquei olhando para o mar e para o céu pensando em tantas coisas que ele não sabia em Mulvey e no Sr. Stanhope e Hester e papai e no velho capitão Groves e nos marinheiros que brincavam de boca-de-forno de cabra-cega de mão-na-mula como eles diziam no molhe e a sentinela defronte à casa do governador com a coisa em redor de seu capacete branco pobre diabo meio assado e as moças espanholas rindo com seus xales e seus pentes enormes e os pregões na manhã os gregos judeus árabes e não sei que diabo de gente ainda de todos os cantos da Europa e na rua Duke e o mercado de aves cheio de cacarejos em frente a casa de Lalaby Sharon e os pobres burricos tropicando meio adormecidos e os vagabundos encapotados dormindo na sombra das escadas e as enormes rodas dos carros de boi e o velho castelo velho de milênios sim e aqueles belos mouros todos de branco e de turbante como reis pedindo a você que se sente em suas minúsculas barracas e Ronda janelas velhas de pousadas olhos espiando por detrás de rótulas para que seu amante beije as grades de ferro e as tabernas semicerradas à noite e as castanholas e a noite que perdemos o barco em Algeciras o vigia rondando sereno com sua lanterna e Oh aquela terrível torrente profundofluente Oh e o mar carmim às vezes como fogo e os poentes gloriosos e as figueiras nos jardins da Alameda sim todas as estranhas vielas e casas rosa e azul e laranja e os rosais e os jasmins e os gerânios e os cáctus e Gibraltar quando eu era jovem uma Flor da montanha sim quando eu pus a rosa em meus cabelos como as moças andaluzas ou de certo uma vermelha sim e como ele me beijou sob o muro mourisco e eu pensei bem tanto faz ele como outro e então convidei-o com os olhos a perguntar-me de novo sim ele perguntou-me se eu queria sim dizer sim minha flor da montanha e primeiro enlacei-o com meus braços sim e puxei-o para mim para que pudesse sentir meus seios só perfume sim e seu coração disparando como louco e sim eu disse sim eu quero Sim.

Molly Bloom

Cronos, o eterno disse...

A cena descrita, numa linguagem tão acelerada quanto o fluxo de consciência, remete-nos às páginas vividas por um escritor(a) agora cheio(a) de saudade e certo bucolismo; tanto um, quanto o outro (tanto a saudade, quanto o bucolismo), deve-se à sinceridade e à espontaneidade das palavras que preencheram tais laudas. Dessas páginas viradas, ao que parecem, sobreviveram apenas vestígios de uma lembrança melancólica, mas que não se apaga...

Anônimo disse...

Maroni,

Nem todo mundo gosta de você, e menos ainda do tipo de negócio em que você atua. No entanto:

1. Você tem todo o direito de se defender e deve ir até o fim, até a vitória;
2. A determinação em vencer a batalha judicial, em que você se encontra, inspira muita gente, talvez em número bem maior do que se possa imaginar;
3. Só quem acorda de um suposto pesadelo e nota que aquilo que sonhava não era pesadelo, mas realidade, sabe do que você está falando;
4. Possivelmente, tudo isso pelo qual você passa tenha um sentido maior na sua vida. Caberá somente a você tirar a lição maior desses longos anos de separação dos seus negócios;
5. Enfim, como cidadão paulistano, espero que você possa um dia colocar seu talento e disposição em benefício dos bens públicos da cidade.

Um feliz natal e que o ano de 2012 lhe seja próspero e revelador.

JGH

Anônimo disse...

Maroni: Feliz Natal. No ano que vem a luta continua e por isso você tem que estar com saúde e vontade de vencer.

Anônimo disse...

MARONI

Um 2012 melhor do que os últimos 4 anos. Tempo de muita chateação na tua vida, irmão.

Abração,

Carlos

Anônimo disse...

Maroni: é verdade que o homem dos 60 anos começa a ter vontade de dar o rabo?

Anônimo disse...

É VERDADE , E PROVA DISSO FOI O QUE ACONTECEU
COM O MARONI.
ELE ANDA DANDO MUITA RÉ NA MANDIOCA.

Anônimo disse...

Maroni: pernas (não as suas) e casa abertas no ano que vem! Saúde, paz, fraternidade e dinheiro no bolso.

Anônimo disse...

Maroni

Como diz o José Simão, você se parece mesmo com um vibrador. Portanto, vibre muito no ano que vem para que o Bahamas reabra. Toda aquela mulherada vai gozar de alegria ao poder retornar à batalha. De tantas batalhadoras, acho mesmo que o BHM é um exército.

Anônimo disse...

Maronão

Tu tem passado muito perrengue mas tem se defendido bem. Acho só que mais gente tinha que falar alguma coisa ao teu favor. Parece que tu está sozinho nessa luta. Espero que no ano que vem tudo isso mude. Tem um monte de bacana que ia na tua casa e agora sumiu. Cadê eles?

Anônimo disse...

Maroni, até hoje voce nunca falou de como foi a sua infancia e adolescencia. Fale um pouco de como foi a formação do seu carater, de suas taras e fustrações, porque até onde sei é na infancia e adolescencia que se forma a personalidade de um homem.

oscar disse...

Macholinha entre em contacto comigo, tenho um acontecimento muito importante sobre nos e sobre o Bhamas ou me ligue no meu celular oscar

Anônimo disse...

esse blog tá parecendo o bilau do marone, mortim mortim...

ET Bilu disse...

Maroni, se em 2012 o mundo não acabar, de acordo com as profecias maias, eu to aqui ano que vem, ok?
Feliz 2012 (contrariando os antigos maias mais pessimistas) pra você e para todos os internautas que por aqui passaram neste ano de 2011 e pretendem voltar no próximo.
Ótimo reveillon a todos.

Anônimo disse...

Ma eu ando louco de saúdades de nos, teu pijama continua pindurado atras da porta do seu banheiro

Anônimo disse...

Ma queria te encontrar, para te diser,que eu numca amei alguem como eu te amei. Sinto saúdades das tuas duas punseiras em teu braço

a anonimo romantico disse...

sinico do noso blog gostei da tua critica boa boa boaaaaaaaaaaaaaa mas o que vale é conteudo, assim que abrir o nosso amado Bahamas, você sera meu convidado palavra de boemio

Anônimo disse...

Isso aqui tá parecendo festa de bebum depois da vigésima pinga! Ninguém fala coisa com coisa. É um babaca repetindo insistentemente "macholinha", é outro que conta uma piada que nem o acertador da mega da virada riria. Maroni! pelo amor de ateus, poste outro tema, de preferência falando de bucetas e menos de chororo judiciais (nada contra, é que tá na hora de mudar um pouco o disco)

Anônimo disse...

Maroni

Transforma o BHM em boate gay para garotos e garotas. Batiza o lugar de Elton, Lady G, Madonna ou Liza. Aliás, adota um nome artístico: Coco Maroni.

Anônimo disse...

Fico contente que vc aceita um ombro amigo.
Meu ombro é aconchegante,envolvente e carinhoso.
Me mostre realmente que vc quer esse ombro que
com certeza ñ vai se arrepender.
Estou no aguardo de sua resposta.

maroni disse...

ligue no meu celulra 01191926969 que maior prova ligue

Anônimo disse...

Isso ñ vale,a pessoa que está precisando de um ombro amigo ñ é o Maroni.
Essa pessoa com certeza ñ quer se identificar,
ñ precisa mentir.
Que pena ......nos dias de hoje ñ jogue fora um ombro querendo te ajudar,isso é coisa rara aparecer.
Fui embora......tchau.

Anônimo disse...

quanta viadagem.....

Anônimo disse...

Oi Oscar...so queria saber como vc esta...por isso liguei...mas nao crie expectativas...tenho um carinho por vc, mas as coisas mudaram muito!!
Ligarei de vez enquando se me permitir, mas como grandes amigos, afinal...te considero! Enfim...

Anônimo disse...

E só p vc saber....nunca quis nada alem de carinho...embora isso não entrasse na sua cabeça...

Anônimo disse...

essa garota, na verdade, gosta daquele outro cara

Anônimo disse...

SO QUERO TE RECONQUISTAR, SOPRAR A BRASA COBERTA DE CINSAS, ESPERAR PASSAR O NEVOEIRO, NINGUEM PODE ME IMPEDIR DE SONHAR COM VOCÊ DE NOVO, EM MEUS BRAÇOS OLHANDO O MAR E VOCÊ DE BIQUINI AZUL EM UMA ILHA, OS CDS QUE VOCÊ ME FEZ OUÇO TODOS OS DIAS, TE QUERO MUITO, EU VIVO ENTRE SONHOS E REALIDADE, MAS VIVO NAO VEGETO OU ME TRANCO EM UM TUBO DE ENSAIO ALGEMADO EM REGRAS RELIGIOSAS E SOCIAIS, DEUS É LIBERDADE ATÉ PARA ERRAR AI PODER CRESCER, EU NASCI DO AMOR ENTRE DEUS EO DIABO , AMO A LOUCURA E A CARREGO COMO UM FACHO NA NOITE ESCURA A ILUMINAR AS MENTES BLOQUEADAS QUE ACHAM QUE DESCROBRIRAM A VERDADE, COMUM VULGAR O UNIVERSO É MAIS COMPLEÇO QUE A MEDIOCRIDADE DA RELIGIAO , INVENTADA PELO HOMEM QUE TEM MEDO DE DUVIDAR ATÉ SE DEUS DELE MESMO É UMA INVENÇAO MEDIOCRE PARA SE JUSTICAR E NAÕ SE SINTIR SOLITARIO E DAR EXPLICÇOES MEDIOCRES E SINPLISTAS DO HUMIVERSO SE VOCe SE RECUPEROU FOI PELA TUA GARRA E PORQUE VOCÊ QUIS E PORQUE ERA O MOMENTOE PORQUE VOCÊ AMADURECEU , QUE DEUS EGOISTA ESTE QUE DEICHA AS PESSOAS PECAREM PARA ELE AS PERDOAR E AI O IDOLATRAREM

Anônimo disse...

200.000 acessos! comemorem!

Jason Voorhees Jr. disse...

Maroni, ótima Sexta-feira Treze pra você.
Só espero que você não sofra de Parascavedecatriafobia ou Frigatriscaidecafobia...

Anônimo disse...

caralho de asas! isso aqui tá parecendo local de doido. Ou OM bota ordem nessa esculhambação ou esse blog vai (ou já tá virando) um puteiro de doido. Ninguém fala porra com porra. O amfitrião some. Tem um viado metido a cozinheiro. É o fim.

Oscar Maroni Filho disse...

Oscar pede:
Por favor, o momento em minha vida e das minhas empresas é muito delicado, observem pelos textos que eu venho publicando com documentos oficiais e mais o fato de eu ser o único estabelecimento na cidade de São Paulo que esta fechado enquanto todos os outros do ramo estão funcionando, só isso ja demonstra o ato covarde da prefeitura e de um elemento do ministério público, insisto e peso, por favor respeitem essa posição no blog e se eu aqui retiro estas palhaçadas de receitas que de uma forma irônica ficam colocando no blog, por favor , insisto parem com essa besteira, obrigado

Anônimo disse...

Entendido e atendido!

Anônimo disse...

Receita de Papo de Anjo: boca fechada não entra mosca.

Anônimo disse...

Maroni, você sabe que é muito mais forte do que está aparentando ser. Talvez foi mais fácil para você subir do que permanecer no topo. Volte a ser aquele cara referência, o falastrão que quando aparece sobe o ibope de qualquer TVzinha. Saiba que nós brasileiros torcemos por empresários bem sucedidos como você. Força parceiro.

Anônimo disse...

Legalização da prostituição e seus efeitos
por Joice Barros da Silva

No Brasil, a prostituição não constitui crime a legislação penal tipifica crime as atividades correlatas: o favorecimento, a indução, tirar proveito da prostituição alheia, ou seja, o ato de explorar a mulher prostituída, utilizá-la para obter lucro.

O Projeto de Lei n° 98/2003, de autoria do Deputado Fernando Gabeira, que não foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, tinha como objetivo legalizar a prostituição e regulamentá-la, suprimindo os arts.228, 229 e 331 do Código Penal. O autor do projeto cita o exemplo da Alemanha que, em 2002, aprovou uma lei que tornou exigível o pagamento pela prestação de serviço sexual e também revogou do Código Alemão o crime de favorecimento da prostituição.

Gostaria que fosse buscado uma análise baseada na sensibilidade dos leitores ou quaisquer outros caminhos análogos, que pudéssemos trilhar para dirimir estas questões a respeito da gravidade desta realidade que sempre foi muito controvertida e depende de uma série de fatores que podemos controlar.

Com a aprovação do projeto é evidente que a exploração da prostituição tende a aumentar, ainda que haja a regra “pra inglês ver”, na medida que revoga o art.229 do CP. Seria hipocrisia pretender revogar este artigo e dizer que não se está estimulando a figura da “casa de prostituição”. Se a Constituição Federal diz que a República está fundada na dignidade da pessoa humana é evidente que isto exclui o estimulo à prostituição.

Estudos apontam que a prostituição é fonte para o tráfico de seres humanos, o aumento para a exploração e prostituição infantil e contribui para o tráfego de drogas, em menor potencial o consumo excessivo das drogas lícitas como o álcool e o cigarro.

É importante diferenciar as mulheres prostituídas de ruas e de determinadas zonas, que são empurradas para o holocausto do corpo e da alma por razões sociais, econômicas e culturais e as mulheres prostituídas de luxo, que são incentivadas pelo poder de linguagem implícito na mídia, a ideia de “sexo comercial”.

Neste diapasão, teço comentários somente ao primeiro grupo, enfocando a necessidade de uma intervenção imediata do Estado e da sociedade.

A prostituição e sua exploração nos dias atuais é considerada uma chaga no tecido social. Em geral, são mulheres com um histórico de sofrimentos e traumas. Muitas destas vítimas sofreram na infância de abuso sexual. Algumas são mães sozinhas, que muitas vezes na adolescência vivem a realidade de educar e alimentar seus filhos, não obtendo apoio de seus entes mais próximos, amigos e tampouco do Estado. Existem outras que procuram abandonar a situação de pobreza e são iludidas com promessas de uma vida digna ao desbravarem as fronteiras com o objetivo de economizarem dinheiro e construírem uma vida para si e sua família sem passar pela miserabilidade. Muitas também projetam suas emoções afetivas no homem estrangeiro, com a esperança de um relacionamento seguro, resgatando-as deste anonimato.

Devido as suas feridas no plano psicológico estão fragmentadas. Sua auto estima é baixa e estão fragilizadas para a reconstrução de suas vidas, receiam em dar um passo para a quebra destes grilhões. É necessário acolhe-las e não estigmatizá-las.

O Estado e a sociedade tem o dever de proporcionar oportunidades de emprego, saúde, alimentação, formação educacional e religiosa. È importante frisar que, a degradação pela pratica da prostituiçao e sua exploração é uma consequência de sistemas falhos e injustos.

(coninua)

Anônimo disse...

Legalização da prostituição e seus efeitos (continuação)

A exploração da prostituição viola os Direitos da Mulher e contribui para a sua discriminação. Favorece o comercio de seres humanos, que jamais poderá ser objeto de mercantilidade.

Para o combate do trafico de seres humanos foi publicado o Decreto Federal nº 5.948/2006 que disciplina a Política Nacional de Enfrentamento ao tráfico de pessoas, traçando diretrizes, princípios e ações que deverão ser obedecidos no combate ao tráfico humano, em especial a exploração sexual inclusa entre os principais crimes.

No Direito Internacional afronta as Convenções as quais o Brasil é signatário, como a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher, que suprimi todas as formas de tráfico de mulheres e exploração da prostituição da mulher e a Convenção das Nações Unidas Contra a Criminalidade Organizada Transnacional que determina a prevenção, repressão e punição do tráfico de pessoas incluído as mulheres e crianças.

Aceitar projetos similares é uma afronta à dignidade da pessoa humana e uma grave violação dos direitos humanos fundamentais. Estimular a exploração da prostituição é uma ameaça para o desenvolvimento social, cultural e econômico do país.

Anônimo disse...

Popularmente chamada de "profissão mais antiga do mundo", a prostituição é moralmente reprovada em quase todas as sociedades, dada a degradação que representa para as pessoas que a praticam.A prostituição pode ser definida como a troca comciente de favores sexuais por interesses não sentimentais ou afetivos. Apesar de comumente a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Pode-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais (incluindo-se o dinheiro), por informaçõa, etc.No Brasil o Código Penal condena o favorecimento da prostituição, a manutenção de bordéis e o tráfico de mulheres. O crime, portanto, não é oferecer o corpo, mas sim o rufianismo (cafetão), ou seja, o código penal brasileiro pune é a exploração de uma pessoa por terceiros,o que não impede que haja milhares de casas de prostituição funcionado no país.A tese central dos defensores da legalização da prostituição é simples: se ela é inevitável, em uma relação econômica que embute riscos à saúde pública, o melhor é regulá-la. "A prostituição é uma atividade contemporânea à própria civilização", argumenta o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), autor de um projeto de lei de regulamentação da atividade emperrado no Congresso.Os inimigos da idéia de legalização da prostituição apontam experiências que deram errado. A mais visível delas é a da Holanda. Imaginava-se uma queda de procura pelo sexo pago. Deu-se o oposto e "hoje escuta-se somente sobre tráfico humano, exploração e outras atividades criminosas", (Job Cohen - prefeito de Amsterdã/Holanda).Minha opinião a respeito da Legalização é de ser totalmente contra, pois acredito que nenhum ser humano deve ser considerado mercadoria e a regulamentação dessa prostituição fere o direito humano fundamental da dignidade e da autonomia sobre o próprio corpo.Aliás, e sem hipocrisia é bom salientar que embora tenha sido, e continue sendo, reprimida inclusive com violência e estigmatizada, o fato é que a atividade subsiste porque a própria sociedade que a condena a mantém. "Não haveria prostituição se não houvesse quem pagasse por ela".

Anônimo disse...

MARONI GOSTARIA DE SABER O QUE AS RECEITAS ATRAPALHAM O DECORRER DA SUA LUTA EM REABRIR O BAHAMAS ? ? ?
PELO AMOR DE DEUS SEJA COERENTE E NUNCA PERCA SEU HUMOR. UMA COISA É UMA COISA E OUTRA COISA É OUTRA COISA.
LAMENTÁVEL SUA ATITUDE.

Anônimo disse...

Por conta disso por favor gostaria que me colocassem a receita de cú de frango ao molho pardo.
Obrigado.

Anônimo disse...

ENGRAÇADO PORQUÊ VC Ñ SE REVOLTA COM DECLARAÇÕES
DE AMOR IDIOTAS REFERENTES A VC ? ? ?
TEM QUE SER JUSTO.

Anônimo disse...

Sou a favor da prosituição

Na lógica mercantilista do século XXI é justo dizer-se que a prostituição é a melhor profissão do mundo. É preciso parar com o preconceito e resumir a atividade aquilo que ela verdadeiramente é: sexo pago!!

Todos nós queremos ter sexo. Todos nós queremos ser pagos. Quem é pago para ter sexo limita-se a juntar o necessário ao incrivelmente prazenteiro. É juntar negócios e prazer, numa combinação extremamente lucrativa.

Ter sexo é bom, e se for bem pago, ainda melhor. Se a atividade peca por alguma coisa é por ser injusta em relação às outras profissões. Quem se quer prostituir devia pagar para o fazer. De resto, até concordo com os moldes da coisa. Não pagam impostos. O sexo não é atividade estadual. Não descontam para a segurança social, etc. etc..
Mais liberal do que isto, não há. E até têm doenças sexualmente transmissíveis, que estão na moda.

Anônimo disse...

Pessoal:

No Brasil, a prática da prostituição não constitui um fato penalmente punível. Assim, a atividade exercida pelas garotas do Bahamas configura uma conduta lícita, por mais que seja malvista pela sociedade. Age ilicitamente quem incita ou se favorece da prostituição alheia, caso do rufianismo, mas não quem presta diretamente os serviços de ordem sexual. Em outras palavras: crime é explorar as pessoas que se prostituem, mas não a prostituição em si.

Trata-se, inclusive, de uma profissão descrita na Classificação Brasileira de Ocupações, no Ministério do Trabalho. No portal eletrônico do governo federal consta a seguinte descrição da atividade:

“Títulos – 5198-05 – Profissional do sexo – Garota de programa, Garoto de programa, Meretriz, Messalina, Michê, Mulher da vida, Prostituta, Trabalhador do sexo

Descrição Sumária – Buscam programas sexuais; atendem e acompanham clientes ;participam em ações educativas no campo da sexualidade. As atividades são exercidas seguindo normas e procedimentos que minimizam a vulnerabilidades da profissão.

Formação e experiência – Para o exercício profissional requer-se que os trabalhadores participem de oficinas sobre sexo seguro, o acesso à profissão é restrito aos maiores de dezoito anos; a escolaridade média está na faixa de quarta a sétima séries do ensino fundamental.

Condições gerais de exercício – Trabalham por conta própria,em locais diversos e horários irregulares. No exercício de algumas das atividades podem estar expostos à intempéries e a discriminação social. Há ainda riscos de contágios de dst, e maus-tratos, violência de rua e morte”.

A Constituição Federal e os tratados internacionais ratificados pelo Brasil garantem o direito fundamental à liberdade de profissão, de modo que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer” (art. 5º, inc. XIII, da CF/88). Sabe-se que os direitos fundamentais possuem aplicação imediata; logo, não precisam de regulamentação legal para serem exercidos de plano. Assim, na ausência de lei federal regulamentadora, a liberdade profissional é ampla, de modo que qualquer pessoa tem o direito de escolher a atividade profissional e econômica que deseja desempenhar, de acordo com seu próprio entendimento, conveniência, vocação e habilidade. A prostituição é uma atividade como outra qualquer. Logo, se não há lei proibindo expressamente essa atividade, não é preciso que uma lei seja aprovada para “legalizar” ou permitir o exercício dessa atividade. O que é proibido é a exploração da prostituição e não a prostituição em si. Desse modo, não cabe ao estado interferir na liberdade profissional das mulheres que escolhem exercer a prostituição. Se o estado deseja interferir no exercício profissional, sua atuação somente será legítima para garantir o máximo de respeito às prostitutas e não para prejudicar a prática da atividade. (I)

Anônimo disse...

(II)
Mesmo assim, é fato notório que a polícia reprime a prostituição mediante a detenção sistemática de mulheres que praticam essa atividade ou até mesmo mediante a adoção de medidas mais violentas contra as prostitutas.

Não se pode negar à autoridade policial a faculdade de subordinar o exercício de qualquer profissão, inclusive a prostituição, a condições de tempo e lugar, desde que com base em lei. Não se pode questionar que faz parte das atribuições do poder público realizar o poder de polícia a fim de impedir a prática de atividades que possam colocar em risco a segurança pública. Porém, o poder de polícia não deve ser tratado como um poder ilimitado, pois ele não pode ser exercido de forma arbitrária. O Estado Democrático de Direito impõe que o poder público seja exercido dentro da legalidade. Aliás, a própria Constituição estabelece que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Diante desse princípio, deve-se ter como natural a restrição do poder de polícia, sobretudo quando, em seu nome, as autoridades pretendam estabelecer restrições à liberdade individual, seja de profissão, seja de locomoção, sem qualquer suporte legal.

Não se questiona que qualquer pessoa, seja prostituta ou não, possa ser presa se praticar um ato obsceno em lugar aberto ou exposto ao público. Mas não é o caso aqui narrado, onde as prostitutas estão sendo presas pelo simples fato de estarem nas ruas, praticando sua atividade normalmente, com discrição, sem escândalo e sem ultraje público ao pudor.

Em razão disso, não são lícitas as ameaças de prisão feitas por autoridades policiais contra as prostitutas, já que elas não estão cometendo nenhum crime. No Brasil, qualquer prisão somente pode ser decretada por autoridade judicial competente, ressalvada as prisões em flagrante delito e as decorrentes de transgressões militares, conforme estabelece o artigo 5º, inciso LXI, da CF/88 (Artigo 5º, LXI – ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime própria mente militar, definidos em lei). Como a prática da prostituição, inclusive em espaços públicos, não é punida pelo direito penal brasileiro, não há que se falar em prisão em flagrante nessa situação. Assim, a ordem de prisão dada por uma autoridade policial, numa hipótese em que sequer há delito a ser punido, é manifestamente ilegal.

Não se trata, portanto, de conceder o “salvo conduto” para que as pacientes façam o que bem entenderem, inclusive praticarem crimes. O que se busca é tão somente que elas não sejam presas fora das hipóteses constitucionais. Enfim, um mínimo de respeito à sua dignidade e aos seus direitos mais básicos, notadamente o de locomoção e de livre exercício profissional.

Há um justo temor de que as pacientes sejam encarceradas em decorrência da ação policial. Há vários casos de prostitutas que foram presas e agredidas pela polícia e sofreram maus tratos no interior de delegacias. Há também casos em que a polícia extorque dinheiro das mulheres para que elas possam continuar com a sua atividade. Todos esses casos configuram abuso de poder. Os criminosos, na verdade, não são as prostitutas, mas os policiais que as trancafiam arbitrariamente, sem que sequer seja lavrado o auto de prisão em flagrante conforme prevê a Constituição Federal.

Anônimo disse...

(III)

O estado teria outros meios legítimos para coibir ou restringir a prostituição, como a criação de empregos ou fornecimento de educação qualificada para que todas as mulheres tenham acesso a um mercado de trabalho decente. O que não se pode aceitar é que o poder público apele para a violação dos direitos fundamentais dessas mulheres, assegurados na Constituição e em tratados internacionais, ainda que censurados pelo puritanismo de um grupo conservador.

Por tudo isso, deve ser concedido o habeas corpus preventivo, a fim de permitir que as pacientes possam exercer a sua profissão tranquilamente, sem as constantes ameaças abusivas e ilegais das autoridades policiais.

João Paulo

Oscar Maroni Filho disse...

Maroni responde:
Leitores deste blog, estou muito orgulhoso de nós e do nosso blog, em breve estaremos batendo 200mil acessos, sobre o texto de Joice Barros da Silva do dia 17/01 as 18:36 o nosso amigo João Paulo na parte jurídica e comentários sobre prostituição se posicionou de uma forma que eu considero correta, gostaria também que o anônimo ou a anônima que citou Joice de Barros da Silva falando de prostituição em 17/01 às 18:36 seria muito esclarecedor a este ou a esta anônima ler os acorduns oficiais ditos pelos especialistas da área jurídica, desembargadores, que tem autoridade social de decidir sobre o tema não em valores morais pessoais e sim em leis, decisões, jurisprudências e acorduns. Gostaria que neste texto 94 fosse lincado o parecer do Dr. Celso Bastos, infelizmente falecido e que era considerado o maior especialista em direito constitucional do Brasil, de uma lincada também no texto 93 onde o Dr. Luis Flávio Gomes coloca um vídeo de um debate em um curso de pós-graduação sobre o Bahamas e o Oscar Maroni, estes são alguns aspectos jurídicos que este blog vem constantemente enfatizando sobre o art. 229 e 228 ok? Agora vou me posicionar aqui como um homem as vezes podendo parecer imoral ou indecente, até um pouco depravado, dependendo o depravado de valores pessoais, senhora Joice Barros, eu Oscar Maroni 60 anos de idade tenho dentro dos meus neurônios 5 anos de formação acadêmica como psicólogo. 6 anos de consultório na área clinica e mais de 20 anos de putaria, ou seja: boemia na noite paulistana, com muito orgulho dono de bahBmas Club, local considerado o hotel mais liberal da America latina. Freqüentado exclusivamente por pessoas maiores de idade excessivamente liberais e que vivem em paz com a vida e a sua sexualidade, o Bahamas como inúmeros estabelecimentos no Brasil é freqüentado também por profissionais da sexualidade, nesta vivência pude observar que sexo é como impressão digital, cada um tem o seu valor moral, eu particularmente adoro putaria, suruba, sexo com sacanagem, trepar, foder ou ter relação sexual com uma mulher ou com duas, adoro ver duas mulheres fazendo 69, acho fabuloso quando uma mulher se insinua sexualmente levantando o rabo para isso usando assessórios com salto, alto, jogando os cabelos, peito siliconado ou mulher magra com peitão pernas longas nua de salto costas curvadas, rabo arrebitado, eu penetrado olhando tudo isso diante do espelho, vou mais eu e Jesus cristo temos em particular 4 pontos em comuns: 1- amor ao próximo, 2- necessidade da justiça, 3- somos livres e não temos preconceitos, amamos a todos independente de raça credo ou opção sexual e o 4 é que Jesus amou um única mulher na terra, pelo que se tem consciência através da história, Maria Madalena, esta foi puta, sim curiosamente Jesus amou só uma mulher e esta era puta, que ironia heim?

Oscar Maroni Filho disse...

Continuação:
Este 4° item se assemelha a uma característica minha, Jesus amou uma puta, Maria madalena, eu amo todas, estes dedos que aqui digitam letras para formar palavras pertencem a um corpo que tem no meio das pernas o pau mais usado do Brasil, já transei com mais de duas mil mulheres, não é coincidência, não é porque eu sou bonitão, posso até ser simpático, é que o meu ramo me possibilita, o Bahamas era freqüentado por mais de 150 putas por dia, além de homens mulheres e casais, todos que ali freqüentam e que voltarão a freqüentar estavam la por livre e espontânea vontade, as profissionais chegavam a faturar 15 ou 20 mil reais por mês, e no dia seguinte todas elas voltavam por livre e espontânea vontade. Finalizando conheço muito bem a putaria, acho puta maravilhosa e considero uma profissão como qualquer outra, o intelectual aluga o cérebro, o trabalhador braçal os músculos e a prostituta as fantasias sexuais, como eu disse no texto, moral é como impressão digital, cada uma tem a sua, agora imoral é o que esta autora e esta juíza que me julgou fez, errou equivocou-se e me analisou segundo valores pessoais, isso é arbitrariedade, isto é impor o seu valor em cima do meu sem o meu consentimento, isto sim é falta de respeito pelo ser humano,
Beijos
Oscar maroni, o excessivamente liberal, mas que por alguns é considerado depravado, uma verdade eu sei e tenho certeza, sou feliz e livre, respeito e sempre respeitei os que pensam diferente de mim e assim educo meus filhos e assim acho que estamos fazendo uma sociedade mais justa.

Anônimo disse...

Por favor estou no aguardo de novas receitas.

Anônimo disse...

A prostituição absorve milhares de jovens e mulheres e colhe enormes benefícios para o crime organizado nos países pós-comunistas. E para além disso, em cada ano, várias centenas de milhares de mulheres são traficadas para países da Europa Ocidental, para a prostituição e para os centros da indústria do sexo em todo o mundo. As práticas são extremamente opressivas e incompatíveis com os direitos humanos consagrados universalmente. O mercado sexual é uma forma contemporânea de esclavagismo e todos os indicadores predizem o seu aumento e expansão no séc. XXI.
Aproximadamente três quartos das mulheres traficadas não sabem que se destinam a clubes de strip, bordéis ou para as ruas, onde são vendidas a compradores ansiosos. A maioria das mulheres procura escapar à pobreza, à violência e à falta de oportunidades mas, uma vez sob o controle de "chulos" ou traficantes, são apanhadas pela prostituição por coação e violência física, sexual e económica. Sem recursos, as mulheres submetem-se na esperança de ganharem dinheiro suficiente para se libertarem da escravidão e encontrarem uma saída. A sujeição das mulheres a vários actos sexuais não desejados resulta em trauma quer psíquico, quer físico. As sobreviventes da prostituição declaram que cada acto de prostituição é sentido como uma violação. De modo a suportar as múltiplas invasões dos seus corpos recorrem a drogas e álcool para entorpecer a sua dignidade e integridade física. Por vezes, a sua saúde física e emocional fica destruída.
Acima de tudo, os organismos estatais e as organizações não governamentais deviam compreender que a prostituição é uma procura de mercado criada por homens que compram e vendem a sexualidade feminina para seu benefício pessoal e seu próprio prazer. As reformas legais deveriam criar soluções para assistir as vítimas e condenar os culpados.

Anônimo disse...

continua:

A maioria das leis existentes sobre prostituição foram formuladas na assunção de que a prostituição é uma atividade imoral, em que as mulheres são as participantes mais imorais. No entanto, as leis que banem a prostituição normalmente só incriminam as mulheres. Ouvindo as experiências de mulheres prostitutas e ultrapassando as análises moralistas, os grupos de direitos das mulheres definiram a prostituição como uma forma de violência sobre as mulheres. Todas as reformas legais deveriam assentar neste pressuposto. Assim, os governos deveriam descriminalizar a prostituição feminina - o que é o mesmo que deixar de empurrar as mulheres para a prostituição. Considerando o mal para as mulheres, já documentado, que são traficadas e prostituídas, só é lógico que não sejam criminalizadas por serem vítimas desse tipo de abusos. A descriminalização também pode significar que as mulheres não temam a prisão se procurarem assistência e possam ter mais apetência para testemunhar contra os "cafetões" e traficantes.
Mas não deve haver qualquer tipo de descriminalização dos "cafetões", traficantes, proprietários de bordéis ou homens que prostituam mulheres. Todas as reformas legais devem apontar para acabar com esses criminosos.
A prostituição não deve ser legalizada. A legalização significa que os estados impõem regulamentações que permitem que as mulheres possam ser prostituídas. De fato, regulamentar significa que, sob certas condições, é permitido explorar e abusar de mulheres. Em vários países da Europa Ocidental os estados admitem "zonas de tolerância". Outros propõem a legalização. A maioria dos argumentos a favor da legalização baseia-se na tentativa de distinção entre prostituição "livre" e "forçada". Tendo em conta as condições de extrema exploração na indústria sexual, estas distinções são apenas abstrações, que na melhor das hipóteses alimentam debates académicos. Não têm, no entanto, qualquer significado para as mulheres sob o controle de proxenetas e traficantes.

Anônimo disse...

(continuação)

Certamente, a indústria sexual não faz distinções entre "livre" e forçado" e a minha pesquisa revela que os homens que compram mulheres e crianças para a prostituição também não distinguem. A legalização e a regulamentação apontam para a redefinição da prostituição como uma forma de trabalho, tal como o indicam termos como "trabalho sexual". Dar um novo nome pode apagar a imagem da prostituição, mas não acaba com a violência e a exploração. Apenas permite legitimar criminosos e membros de organizações criminosas como homens de negócios normais, trabalhando lado a lado com o estado na venda de corpos de mulheres. Na Holanda, onde dois terços das mulheres na prostituição são imigrantes e metade são emigrantes ilegais traficadas, a legalização levou ao aumento da prostituição e do tráfico.
A prostituição é uma forma extrema de discriminação sexual. Legalizar este tipo de violência feminina restringe a liberdade das mulheres, bem como os seus direitos de cidadania. Se as mulheres se podem transformar numa comodidade legitima para os homens, então é-lhes atribuída uma cidadania de segunda categoria. É a subversão da democracia.

Anônimo disse...

(continuação)

As emoções e corpos das mulheres devem pertencer apenas a elas próprias. Não podem ser negociadas ou vendidas. O objetivo da indústria sexual são mulheres jovens, normalmente com menos de 25 anos, muitas vezes ainda adolescentes. Se um estado permite o florescimento da prostituição, uma certa quantidade de cada geração de mulheres jovens será perdida. A prostituição causa profundos males à mente e ao corpo. As mulheres que sobrevivem ao espancamento, violação, doenças sexualmente transmissíveis, drogas, álcool e abuso emocional, saem da prostituição doentes, traumatizadas e muitas vezes tão pobres como quando entraram.
A maior parte do mercado sexual pelo mundo afora é opressiva e a única forma de proceder é reconhecer a violência e exploração que nele existem e criar as soluções adequadas. A legalização só beneficia os traficantes e proxenetas e compromete as mulheres, bem como o seu estatuto de mulher no longo prazo. Nas palavras de uma sobrevivente da prostituição: "A legalização não acaba com o abuso, torna-o legal."

MGD

A puta conciente disse...

MGD ou voce e sapatao ou geladeira ou um bagulho eu sou Puta com P maiusculo, adoro ser puta, com muito orgulho voce fala como que se nos putas somos todas idiotas, nao temos opniao fasem o que com agente, isto acontece meu bem com esposas que dependem dos maridos para sustentala, eu do para quem eu quero por dinhero ,tesao ou amor e este papo de cafetao e de livro de novela coisa de filme do passado, ve se vive a real teorica da vida, mal amada e so tem cafetao a puta que quer ter vai transar mais mulher para com esta teoria do passado

Anônimo disse...

Puta com P maiúsculo, entre uma trepada e outra, termina o curso primário, urgente.

Anônimo disse...

to cagando para o teu portugggez sem conteudo

Anônimo disse...

essa puta tá muito suspeita: parece voluntariamente rude e estupidificada. um estereótipo do tipo de gente dementada que anda pelos esgotos com os ratos. parece texto do maroni se mordendo de raiva da suposta mulher que fez uma crítica bem razoável sobre prostituição.

Anônimo disse...

Eu acho esse texto da(o) MGD totalmente hipócrita, em que pese a bela retórica apresentada.
O corpo da mulher deve pertencer a ela exclusivamente, inclusive para a mercância da xoxota, se assim lhe aprouver, e não ao Estado, nem a nenhum tipo de cafetão.
Os casos de constrangimento ilegal, tráfico de "escravas sexuais" e exploração sexual são assuntos de outra alçada. E já estão tipificados no Código Penal há muito tempo.

Anônimo disse...

ESSE BLOG É APOLOGIA A PUTARIA.
RIDÍCULO,E COM ISSO O IMBECIL DO MARONI ACHA QUE
VAI CONSEGUIR REABRIR O BAHAMAS.
ACORDA IDIOTA ! ! !VC ESTÁ PREGANDO NO DESERTO.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Anônimo disse...

OUTRA COISA É VER PUTA BURRA...KKKKKKKK
QUE MERDA....KKKKKKK E COMO TEM AQUI.
REALMENTE ISSO AQUI ESTÁ VIRANDO PALHAÇADA.
MARONI ESCUTA O QUE ESTOU TE DIZENDO:PARA DE CHOVER NO MOLHADO.
ESQUEÇA QUE A SUA REVOLTA AQUI Ñ VAI TE LEVAR A LUGAR .

Anônimo disse...

CONCORDO PLENAMENTE.
Apologia à putaria não vai fazer o Maroni reabrir
o Bahamas.
Acorda Maroni a sua luta tem que vir de outra forma.

Anônimo disse...

Pelo visto os comentários idiótas fazem mais sucesso que os textos do Dono do Blog!

Anônimo disse...

Puta que pariu, OM não muda o disco: Tenho 60 anos e bla bla bla...!!!! Um texto bem decorado, que alias não serve para decorar nada! Quem vive de passado é MUSEU, ops, será que o BAHAMAS vai virar MUSEU???

Anônimo disse...

kkkkkkkk

Anônimo disse...

talvez vire um museu, talvez vire um mumeu ou talvez mesmo um munosso, o importante é que ele volte a funcionar para arrecadar impostos e consequentemente amenizar as cagadinhas administrativas deficitária do nosso machomam Kassabi.

Anônimo disse...

Para refletir: O Circo Voador(Rio de Janeiro) foi um dos principais pontos da noite carioca por um bom tempo, até que, em 1996, fechou suas portas em ato do então prefeito da cidade, César Maia. No dia da eleição do seu sucessor, o prefeito Conde, os dois foram comemorar a vitória num show da banda Ratos de Porão, e foram então vaiados pelo público presente. Em seguida, o prefeito César Maia decidiu, alegando irregularidades, fechar o Circo. Tal injustiça só foi reparada em 2004 quando o circo foi reaberto. ATÉ QUANDO SEREMOS OBRIGADOS A ASSISTIR ADMINISTRADORES PÚBLICOS GERIR A COISA PÚBLICA COMO SENDO SUAS? PENSEM E REFLITAM. Ass. Carioca esperto.

Anônimo disse...

OSCAR MARONI VIROU UM MALA DESSE BLOG.
CARA MUITO CHATO E REPETITIVO.
AQUI VC ESTÁ PREGANDO NO DESERTO.
ACORDA............AINDA HÁ TEMPO.

Anônimo disse...

Cadê as receitas ? ? ?
Estou sem cozinhar esperando por elas.
Receituário do blog ,apareça.

Anônimo disse...

Minha moralidade não está na reflexão,
Nem na doutrina, nem na exaltação das virtudes sutis
Sou fato da natureza amoral, aviltamento descomedido
Sou a satisfação dos prazeres do mundo que se diz infeliz.

Sou o alimento de sua transgressão,
Sou a realização dos seus desejos proibidos
Sou a que isenta, de paixões, amores, seu coração
Sou a que tenta dar ao seu ilegítimo prazer, algum sentido.

Sou a possibilidade de seu ousar, seu extravasar
Sou a passageira do não compromisso, do não afeto
No universo das crianças faço seus sonhos, sua ingenuidade naufragar...
Na leviandade, imprudência, irreflexão de meu apego.

Do sexo prometo vida fácil, porém sou à escravidão,
Sou aliciada por uma organização, quando não,
Faço ponto na estação. Para a sociedade que me faz útil, sou degradação,
Sou a que barganha sua satisfação, mesmo considerada profanação.

Tenho como bom álibi, ser a mais antiga profissão
Sou a válvula de alivio do não consentimento, da proibição
Entendo não ser exemplo de maior consideração, mas
Como instrumento de cumplicidade, tenho à pseudo convenção.

Lufague

maroni disse...

lindo simplesmente lindo

Anônimo disse...

O Maroni paga, com juros e correção monetária, as 2500 trepadas que ele deu com as debutantes do Bahamas sem pagar.

Anônimo disse...

Um senso comum alimenta a ideia de que a prostituição é revestida de glamour, facilidades, prazer constante. No entanto, conforme vamos adentrando a este universo, percebemos uma realidade bastante sofrida e cruel a que estão submetidas as mulheres que fazem prostituição. E bem entendido: a prostituição feita por mulheres pobres, com baixa escolaridade, analfabetas, não a prostituição de luxo, que tem uma outra forma de funcionar.

As mulheres sobre as quais escrevo são mulheres que estão lá, no Parque da Luz e em outros bairros da cidade de São Paulo: Praça da Sé, Praça João Mendes, Brás, Parque Dom Pedro…, que se separaram do marido, foram abandonadas pela família ou perderam o emprego e, como as contas não esperam, o aluguel também não, e muito menos o alimento dos filhos, encontram na prostituição uma saída para o dinheiro imediato, não fácil. Pois, conforme relato delas, não é fácil se deitar com homens desconhecidos todos os dias: “Se possível fosse adquirir do cliente o dinheiro sem se deitar com ele, melhor seria” (sic); como também não é fácil estarem submetidas à violência física de alguns clientes, de cafetões, de cafetinas, da polícia, da violência social e, talvez, da violência mais cruel, a das pessoas que olham com um olhar duro, de reprovação para elas. Esta sim, fere, não somente o corpo, mas a alma, a autoestima.

Imagine todos os dias receber de alguém esta reprovação constante, esta frieza. Não é à toa que quando nós nos aproximamos delas, despidas de julgamentos, elas se surpreendem e se vinculam a nós genuinamente. Mas, é preciso a cada abordagem ir tecendo este vínculo com cuidado, acolhimento e amor, é preciso ter paciência, dar tempo ao tempo para este vínculo se solidificar ao ponto de confiarem suas mais íntimas vulnerabilidades, seus sonhos, seus desesperos e desesperanças. E é aí, que então, se abre para nós o universo do passado, das relações familiares, de feridas não curadas da infância e adolescência, de abuso sexual e violência, de pobreza extrema, de falta de orientação que possibilitaram a entrada de algumas mulheres na prostituição.

Percebemos nestes relatos que estas mulheres de alguma forma, através da prostituição, lutam para estar melhor ou pelos menos acreditam que poderão estar. Para muitas a prostituição é por um tempo, não querem estar nela “a vida inteira” (sic). Dizem que “Ninguém nasceu para ser prostituta”(sic); “Não vejo a hora de sair daqui” (sic). Algumas buscam se profissionalizar e se alfabetizar. Descobrem que este é um caminho para sair da prostituição. Outras ainda, já estão envelhecidas. O tempo passou rápido demais. Já se foi 15, 20, 26 anos de prostituição. Algumas têm consciência de que a juventude já lhes escapou e que não chamam mais a atenção, a disputam com as mais jovens, e têm dificuldades de conseguir clientes; os clientes antigos e cativos é que lhes salvam da dificuldade financeira. Não raro, as ouvimos dizer que se arrependem de ter entrado na prostituição, que a mesma é uma ilusão, e que se pudessem diriam para as mais novas saírem dela enquanto é tempo.
(segue)

Anônimo disse...

Mas o tempo não volta atrás. E para estas mulheres ele é voraz e impiedoso, e continua avançando nas suas vidas, deixando sua marca em cada ruga de seus rostos e corpos, nas suas falas impregnadas de melancolia e entendimento de que estar nesta situação foi o melhor que puderam fazer no momento em que decidiram por ela. E embora trágica esta realidade, a esperança, a espera fazem-nas resignar-se, fazem-nas sonhar que ainda pode haver um tempo melhor.

Para nós que partilhamos um pouco da realidade destas mulheres, percebemos que nossa presença é acolhida por elas, e é sentida, a princípio, com estranheza e certa desconfiança, mas no decorrer do tempo, sentida como um aspecto positivo que vem contradizer que nem todos os olhares são duros e insensíveis; que os “pecados” podem ser redimidos e justificados. E ainda, percebemos que elas criam uma fortaleza interna para superar o seu dia-a-dia de tensões, ambivalências e temores de serem descobertas por vizinhos, parentes ou conhecidos no papel que exercem. Algumas, no entanto, sucumbem, desenvolvem doenças físicas e psiquiátricas. Não conseguem transitar sem culpa e conflitos neste lugar da prostituição. Talvez, nenhuma consiga, mas há as que conseguem lidar melhor com estes sentimentos.

Entendemos que o preconceito que alimenta a sociedade em relação à prostituição é fruto do desconhecimento de que a prostituição é consequência de uma desorganização social, econômica e política. Se assim não fosse, por que tantas mulheres pobres e sofrendo física e emocionalmente na prostituição? Acreditamos que é preciso um olhar amoroso e compassivo para elas, um olhar que enxergue além do que costumamos ver, além de conceitos falsos propagados por uma mídia que não tem compromisso em desvendar os fatos na sua essência e denunciá-los em prol de uma verdadeira transformação social que inclua e não exclua mulheres e homens em situação de vulnerabilidade social.

(segue)

Anônimo disse...

nossa presença e escuta é para elas uma possibilidade de ouvir a si próprias, de reeditar a própria vida, é momento e instante de falar de si, do passado que ficou, mas que ainda está ali, pulsando, querendo ser apreendido e transformado, de entrever o futuro, incerto, mas com a potência de vir a ser melhor do que o passado e o presente. Ser escutada é para elas olhar-se no espelho e ver a si mesma aquém do que se sonhou um dia, mas também, enxergar o que ainda é possível fazer pela vida que se vive e transformar frustrações e culpas em alegrias e realização pessoal.

Com certeza, deixamos uma impressão nestas mulheres, assim como também elas deixam a sua em nós. Ambos os universos ficam marcados pela presença um do outro, que se transformam e se recriam no instante em que se encontram. Um grande questionamento surge para nós: como ajudarmos estas mulheres que querem deixar a prostituição, a transformar esta situação? Quais as nossas reais possibilidades? Qual o primeiro passo para viabilizar a concretização deste desejo? É um desejo que tem pressa, que tem desespero. Será que nossa presença lhes incute esperanças que depois se tornam vãs quando percebem que esta transformação não é imediata, mas requer um processo? Provavelmente, sim. Mas, o vínculo que se estabelece entre nós e elas permite-lhes que percebam que o principal movimento de mudança depende delas mesmas. É o próprio desejo e consciência de mudança real que lhes fortalecerá e que proporcionará que a mudança se efetive. Nós somos o fator externo motivador, um instrumento facilitador. E juntas poderemos dar estes passos, apesar de inseridas num contexto sociocultural que dificulta este processo de mudança.

Assim, é fundamental fortalecermos durante a escuta a autoestima destas mulheres e valorizarmos cada conquista delas, como por exemplo, aprender a ler e a escrever, concluir o ensino médio, conseguir pagar o INSS, aprender algum tipo de artesanato…

E acreditamos que a principal reflexão que fica para nós deste vínculo estabelecido com as mulheres em situação de prostituição e de nossas abordagens a elas é que, parece, há destinos que foram impostos pela vida e que há vidas vividas com mais sacrifícios e dificuldades que outras vidas (por quê?). No entanto, na mesma proporção destas forças que fragilizam o existir, existem outras forças de resistência e de inconformismo, a exemplo destas mulheres que não se contentam em viver à margem e na prostituição. Elas querem ser o que sonharam quando crianças e meninas que acreditavam que a vida poderia lhes oferecer mais.

Marcia Elizabeth dos Santos
Coordenadora Pedagógica da Pastoral da Mulher Marginalizada

Maroni disse...

Marcia maravilhoso o teu comentario ,tem tua ver com arealidade e é um gesto de amor

Anônimo disse...

TENHO A IMPRESSAÕ QUE ESSA TAL DE MARCIA JÁ FOI
GAROTA DE PROGRAMA OU PUTA NO PASSADO.
ELA LEVANTA UMA BANDEIRA COMO SE JÁ TIVESSE SENTIDO E VIVIDO O PROBLEMA NA CARNE.
DISCORDO DE VC MARCIA, TEM MULHER QUE JÁ NASCEU PUTA E Ñ QUER DEIXAR ESSA VIDA DE JEITO NENHUM.
AGORA .....DEIXE DE FAZER APOLOGIA AS PUTAS,EU Ñ GOSTARIA QUE MUNHA FILHA FOSSE PUTA ,E VC GOSTARIA DE VER UMA FILHA SUA NESSA VIDA .
O QUE VC ESCREVEU É BLA ...BLA...BLA...
ESTUDAR E DAR DURO NINGUEM QUER ,AGORA VIRAR PUTA É MAIS FÁCIL,ACORDA MARCIA.

Anônimo disse...

Só um debil mental e semi analfabeto como esse de cima para interpretar que a tal marcia esta fazendo apologia äs putas.

Anônimo disse...

...texto grandes são chatos pra cacete... volta pro seu diário...

Anônimo disse...

É por tudo isso que o Brasil virou terra das putas
Mulher brasileira no exterior é sempre vista como puta,isso é uma vergonha para o Brasil.
Com certeza é um problema cultural,agora encontrando pessoas como essa tal de Marcia ,que quer dar justificativa para a mulher se tornar puta, fica difícil mudar essa realidade.
É lamentável........um país sem cultura ñ chega a grandes horizontes,só chegará a grandes puteiros.
Triste realidade.

Anônimo disse...

A Márcia não tá fazendo apologia das putas. Basta ler o texto com cuidado.

Anônimo disse...

Em outrubro de 2010, a revista inglesa “Economist” propôs um debate que costuma levantar polêmica: a legalização da prostituição. A responsável por chamar à reflexão foi a co-diretora do Projeto dos Trabalhadores do Sexo do Centro inglês da Justiça Urbana, Sienna Baskin. Com o objetivo de defender os direitos dos trabalhadores do sexo e livrá-los da violência a que são expostos, Sienna propõe a revisão das leis sobre a prostituição e o reconhecimento da profissão como qualquer outra, com carteira assinada, décimo terceiro salário e férias. Afinal, a venda do corpo deve ser legalizada como um ofício?

Não é de hoje que a discussão sobre a legalização da profissão conhecida como a mais antiga do mundo ganha espaço nos tribunais de vários países. Há anos, parte do Ocidente pensa sobre a descriminalização e a dissolução do vínculo entre prostituição e atividades criminais associadas. Países como a Holanda, a Nova Zelândia, a Alemanha e a Bélgica, onde a prostituição é legal, entendem que a profissão deve ser descriminalizada para acabar com problemas como tráfico de mulheres e exploração sexual, além de ser uma maneira de controlar a transmissão de doenças venéreas.

De acordo com a educadora e coordenadora de pesquisa da ONG norte-americana “Coaliation Against Traffic of Women”, Donna Hughes, a legalização não vai apagar a imagem da prostituição e nem acabar com a violência e a exploração sexual. No site Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, Donna argumenta: “A ação apenas permitiria legitimar criminosos e membros de organizações criminosas como homens de negócios normais, trabalhando lado a lado com o Estado na venda de corpos de mulheres”, diz ela.

Segundo a defensora da legalização apresentada na revista inglesa, na Holanda, a alta regulamentação do negócio da prostituição impôs regras severas para quem explora menores sexualmente e para quem trafica mulheres. Em 2007, um estudo holandês mostrou que a indústria do sexo havia reduzido bastante após a legalização e apenas 8% das pessoas que trabalhavam vendendo sexo declararam ter sofrido algum tipo de coação.

Para a diretora-executiva do órgão inglês “Prostitution Research & Education”, Melissa Farley, a solução do problema não está na regulamentação da profissão. De acordo com a psicóloga, as mulheres que não querem se prostituir têm o direito de dizer “não”. “Nós temos uma proteção jurídica contra o assédio sexual e a exploração sexual. Tolerar o abuso sexual é definir a prostituição como trabalho”, diz ela. Melissa também defende que, cinco anos após ter legalizado o ofício, a Nova Zelândia não conseguiu alterar o regime explorador e quase contratual que existia antes da mudança na lei. A maioria das mulheres continuou enganando a polícia, sem denunciar a violência e outros crimes a que eram submetidas. Além disso, segundo Melissa, depois da legalização, o tráfico de crianças só aumentou.

Do que ninguém parece discordar, no entanto, é da urgência de um sistema legal que reduza os danos a quem sofre com a exploração sexual. Na Suécia, a política é descriminalizar quem vende o sexo e culpar aqueles que compram. De acordo com a lei sueca, neste caso, o vendedor é a vítima.

No Brasil, a prostituição adulta é legal na medida em que não existe lei que a proíba, mas é incriminada quando existir incitação pública ao ato sexual. Ainda de acordo com a Constituição brasileira, o incentivo à prostituição e o comércio do sexo são atividades ilegais. Ou seja, não se pode lucrar com a venda de outras pessoas.

Anônimo disse...

Vocês que entendem tanto de puta, poderiam dizer quais são as putas mais conhecidas do Brasil? E o que vocês acham de uma garota se tornar, de repente, garota de programa?

Anônimo disse...

É UMA PUTA A MAIS NO BRASIL.....KKKKK

Anônimo disse...

Texto muito longo é um pé no saco.
Esse pessoal que tem tesão em escrever ,por favor encurtem mais os textos ,senão isso vai virar leitura de testamento.

Fiscal do blog.

Anônimo disse...

A prostituição é degradante porque a prostituta trata a si mesma e permite que outros a tratem como uma mercadoria a ser comprada e vendida no mercado livre. Para mim, a indústria do sexo ´r aquela na qual os corpos das mulheres e das crianças são comprados, vendidos ou negociados para uso e abuso sexual. Mesmo a pornografia mais banal objetifica os corpos das mulheres. A prostituta não se trata a si mesma como uma pessoa cujos sentimentos, interesses e necessidades são dignos de respeito, como os de qualquer outra pessoa. Ela é tratada como um simples corpo, brinquedo, instrumento, propriedade ou animal doméstico para ser usada e abusada pelos homens que a compram. Não apenas o seu trabalho a define como subordinada sexual do homem, mas o seu trabalho, na medida em que parece que ela o escolheu, encoraja e reforça a ideia de que o seu maior prazer é estar ao serviço do homem e de que o que ela quer e precisa dos homens é que eles a usem e dela abusem.
A partir dessa perspectiva, porque a prostituição está inserida num contexto patriarcal cuja ideologia sexual é já de saída a que define as mulheres em termos da sua disponibilidade em relação aos homens, a prostituição reforça simplesmente a visão de que todas as mulheres, mesmo aquelas que não a escolheram, desejam dedicar a sua vida ao serviço sexual do homem.
As feministas argumentam que estas falsas crenças acerca das mulheres não apenas são degradantes em si mesmas, mas também resultam inevitavelmente na exploração sexual e na violação das mulheres percebidas como objetos sexuais colocados incondicionalmente ao serviço dos homens. A prostituição encoraja a exploração das mulheres e promove a tolerância e o exercício da violência contra as mulheres.
Querem prova maior que homens como Maroni objetificam as mulheres? Notem como esse senhor se vangloria de ter arrebatado mais de dois milhares de mulheres, como se esse número impressionante, ainda que quimérico e produto da fanfarronice do caçador, lhe provasse a virilidade e honrasse as calças que veste.

Gilda Blaschi

Anônimo disse...

FAÇO AS PALAVRAS DE GILDA BLASCHI AS MINHAS PALAVRAS.
RECADO PARA O MARONI: VC MORREU E ESQUECERAM DE ENTERRAR.PARE DE PREGAR NO DESERTO,POIS VC MORREU NA PRAIA.O BAHAMAS NUNCA MAIS ABRIRÁ,ESSE CASO JÁ ESTÁ ENCERRADO,SÓ VC Ñ PERCEBEU.

PESSOA LIGADA AO MP.

Anônimo disse...

Sobre a prostituição de luxo, promovida por Maroni e outros empresários da noite paulistana, é preciso nos remeter à forma como estamos vivendo, os valores que alimentamos e as famílias. É certo que a humanidade se modernizou muito nos últimos 50 anos e que isso veio acompanhado de um novo hábito que para muitos já foi incorporado como necessidade, o de consumir. Alem disso, estamos no século do fast, tudo tem que ser para agora, não dá para esperar. Nós temos vivido esses padrões de consumo, desejo de status e observamos nas famílias de classe média para mais um desejo de proporcionar aos filhos todos os desejos como se isso evitasse sofrimento e frustrações e fizesse os pais serem mais queridos ou os filhos mais felizes. Erros existenciais, basta andar nos shoppings ou entrar em lojas de brinquedos e de eletrônicos e veremos pais alimentando pequenos tiranos em seu desejo de poder e sem nenhuma noção de valor ou de merecimento, tudo na vida tem uma relação custo-benefício, mas os pais dão presentes do carrinho ao computador ou ao jogo mais moderno, da canetinha a bolsa ou bota de griffe, sem data ou sem merecimento, e com isso ensinam a relação entre querer e ter sem o espaço da conquista, do esforço, do merecimento. E aí como podemos esperar que filhos (as) sigam suas vidas pessoais e profissionais com determinação e empenho em estudar, trabalhar, em crescer por mérito próprio? Isso leva tempo e implica em investimento, estudo, trabalho, suor, tem que esperar. semear, regar, para depois colher!

(ler abaixo)

Anônimo disse...

Esses valores familiares têm facilitado um enorme número de jovens que anseiam em conquistar sem esperar muito, e algumas grandes portas abertas no mundo das contravenções tornam-se sedutoras a esses jovens, aqui vou me deter a pensar na prostituição de luxo.

O perfil dessas garotas tende a ser de meninas de 18 a 25/ 27 anos, bonitas, magras, universitárias na grande maioria, talvez a metade delas seja de cidades próximas ou mais distantes e para estudar vieram morar sozinhas, outras moram com a família, mas todas costumam dizer que tem horário prolongado, pois fazem trabalhos (em geral se intitulam modelos) em festas, eventos e isso têm horários estendidos ou até justificam inúmeras viagens que possam aparecer.

Essas garotas muitas vezes são apresentadas a prostituição por alguma amiga ou vão em busca sozinhas ao perceberem o quão difícil – e demorado pode ser a conquista de um conforto econômico. Enquanto uma estudante universitária consegue um estágio remunerado em torno de um a 1,5 salários mínimos, e precisa trabalhar diariamente de 6 a 8 horas, para pensar em adquirir experiência e talvez num planejamento pós-universidade (fazendo cursos de pós-graduação, ou mba ou especialização) em um prazo de cinco a sete anos ela estará conquistando um salário (se ela tiver talento, capacidade e boa colocação) que a auxilie a efetuar alguns de seus sonhos pessoais. É um planejamento de vida em médio prazo, mas a ansiedade e o padrão de comportamento até então vivido é o da conquista rápida, é o de ser avaliado por aquilo que tem, que veste, pelo lugar que freqüenta, pelo poder da compra, e muitas vezes é no desejo de não perder esse padrão de vida ou também de melhora-lo que muitas dessas garotas vislumbram um caminho rápido na prostituição de luxo.

Algumas pessoas questionam se não há uma crise de valores, um valor pessoal de não se sujeitar a ser usada, submetida ao outro, e aí temos que entender que os valores pessoais que muitas vezes tem sido reforçado nas famílias desde a infância estão ligados ao poder de ter coisas, status (e isso já se percebe em crianças e suas famílias ainda na pré-escola), é cada vez mais difícil ver famílias voltadas aos valores da moral e de valorizarem ‘a pessoa que se é’ e não só ‘o que se tem’.

Outro aspecto importante de ser entendido é que muitas vezes essas meninas que conseguem ficar na prostituição de luxo conseguem um rendimento médio que varia de 10 a 20 vezes o que ganhariam em seu estágio, e muitas delas relatam terem uma sensação de importância, pois se sentem bonitas, podem se cuidar conquistam o que desejam (materialmente falando), e aí vem a pergunta: essas famílias não percebem? Não questionam ou não recriminam? (isso seria outro artigo... aliás, uma tese!).

O discurso dessas garotas não é muito diferente da maioria das mulheres que se prostituem em todos os lugares, elas dizem que é passageiro, que vão juntar um valor para terem seu próprio negócio, e ainda que vão parar para viverem um grande amor, casar e ter seus filhos.

Sabemos que muitas terão um final não tão feliz, a depressão é companheira de muitas quando perdem esse espaço pelo avançar da idade, o poder de consumir torna-se um vício para muitas e o desejo de ter um negocio se distancia, crises existenciais fazem com que muitas se viciem em busca de um prazer ou de uma excitação, pois o sexo tende a se tornar banal, a carreira provavelmente dificilmente será recuperada e se for irá gerar enfrentamentos dos quais se fugiu anteriormente. Mas o mito do amor romântico, que um ‘príncipe’ a resgate para ser feliz continuará sendo a esperança da maioria delas.

Anônimo disse...

O pior de tudo é que sabemos que a prostituição
acaba levando as drogas.
Uma vez nessa vida o buraco acaba ficando cada vez maior.
Fora a prostituição e as drogas.

Anônimo disse...

Alguém escreveu aqui outro dia que o Maroni deturpa o negócio do Bahamas ao dizer que o lugar recebe "homens, mulheres e casais", mas nunca admite que os primeiros são clientes das segundas e os terceiros são formados por prostitutas e seus clientes ou, ainda, por casais que contratam prostitutas. Portanto, o Bahamas é um prostíbulo. Tudo ficara mais fácil para o dono se ele deixasse de mistificar a discussão e partisse para a reflexão sobre o papel da prostituição. Esse papo de Hotel Bahamas é nojento, pois leva a crer que somos idiotas.

Márcia

Anônimo disse...

Se tem uma coisa que não combina com o comportamento do Maroni é essa coisa de ele chamar todo mundo de hipócrita. Hipócrita é ele quando diz que no prostíbulo que comanda somente entram adultas. Será que uma garota de 18 anos hoje pode ser considerada psicologicamente adulta? Justamente em uma sociedade em que o fenômeno da puerilidade é tão flagrante?
Na realidade, hoje a prostituição chegou a ser um fenômeno de massas e se estendeu pelo mundo inteiro. Por sua vez, a pornografia se difundiu amplamente por toda a sociedade. E isso muito porque tem gente como Maroni dizendo por aí que há garotas de programa que fazem tudo por prazer e de forma muito consciente.

Os lucros destas duas indústrias são altíssimos, elas se encontram entre as mais rentáveis do mundo. Em 2011, os rendimentos derivados da prostituição se acercavam aos 64 bilhões de euros e os da pornografia chegaram aos 59 bilhões. No Brasil, há dados das secretarias de Estado que, somados, indicam que a prostituição já fatura cerca de R$ 800 milhões por ano no país.

O volume de negócio das agências de turismo sexual que operam através da Internet é de um bilhão de euros anuais. Ao passo que os rendimentos pelo tráfico de pessoas destinadas à prostituição variam entre 7 e 13,5 bilhões de euros. Dezenas de milhões de seres humanos, principalmente mulheres, meninos e meninas, são submetidos aos traumas físicos e psicológicos , derivados do comércio do sexo.

Estimava-se que em 2009 o número de prostitutas no mundo era de 43 milhões, e que sua clientela crescia a ritmo sustentado. Cada ano 500 mil mulheres, meninos e meninas são introduzidos no mercado do sexo pago nos países da Europa ocidental. 75% das mulheres vítimas deste tráfico têm menos de 25 anos e, entre elas, uma porcentagem notável, difícil de determinar, é menor de idade. Cerca de quatro milhões de mulheres e meninos(as) são vítimas todos os anos do tráfico mundial destinado à prostituição. Para muitos países a prostituição é hoje um componente importante do Produto interno bruto (PIB). Deste modo, nos Países Baixos a indústria da prostituição constitui 5% do PIB; no Japão a porcentagem está entre 1 e 3%. Na Dinamarca a indústria de pornografia é a terceira em importância. Na Hungria teve um desenvolvimento rapidíssimo, chegando a ser um dos lugares mais apreciados pelos produtores de filmes pornográficos. A indústria de sexo é importante. Muitas empresas são internacionais e cotizadas nas bolsas, obtendo muito lucro e rendimentos consideráveis em moedas fortes, com efeito tanto nas balanças de pagamentos como nas contas correntes de diversos países. Por este motivo várias deles as consideram vitais para sua própria economia.

JP

Anônimo disse...

O filme Bruna Surfistinha mostrou-se como uma das maiores e mais promovidas produções cinematográficas brasileiras. Em apenas dez dias de exibição, o longa ultrapassou a marca de um milhão de espectadores. E não é por menos, o roteiro vai pelo caminho de tantas outras receitas de sucesso que procuram colocar na tela uma história baseada em um fato real. Neste caso, a história de uma prostituta que tem muitos sonhos.

Não tiro os méritos do filme enquanto produto cinematográfico, mas cabe salientar que uma produção deste tipo não esgota o assunto. A prostituição é algo que vai muito além de sonhos, decepções e bilheteria. Não sou nenhum crítico de cinema, mas como parte da população brasileira, posso falar minha opinião sobre filmes produzidos por aqui. Não acho que a história rendeu bilheteria porque se trata de uma verdadeira obra de arte, mas simplesmente pela curiosidade em ver a história de uma moça que já recheou páginas de jornal, apareceu em inúmeros programas televisivos e ficou famosa por um blog em que postava sobre suas experiências e até dava notas.

A questão é que o filme, assim como o livro e outras aparições e reportagens sobre Raquel Pacheco - retratada pela atriz Deborah Seco " tem mostrado a história de uma prostituta que se deu bem na vida. O perigo, em minha opinião, não é tratar da prostituição de uma maneira próxima, contando a história de uma moça de classe média que não precisava "ganhar a vida" dessa maneira por necessidade, mas simplesmente porque queria fazer isso para não depender de ninguém. Só que a mídia tem visto o longa apenas como uma reprodução fiel do que seria a vida de uma garota de programa em nosso país.
Lembro-me de que o jornalista e crítico de cinema Zé Geraldo Couto, autor de vários livros, dentre eles "André Breton - A transparência do sonho", escreveu em seu blog que o filme parece mostrar que toda a trajetória de Bruna se justifica pelo desejo de independência profissional e financeira, quase como um filme de auto-ajuda, centralizado na mensagem "acredite nos seus sonhos". Realmente, parece que alguns esquecem que a vida da maioria das pessoas que resolveram entrar nessa espécie de comércio não é tão simples assim e quase nunca acaba com a vida de glamour, que agora parece ter com uma das atrizes globais mais famosas interpretando a personagem.

Minha crítica não diz respeito ao filme, mas a toda a repercussão da história de Bruna. Os programas de TV de grande audiência muitas vezes se esquecem de mostrar o outro lado, o da prostituição como algo que nem todas querem para si. Um mundo que muitas vezes está ligado ao consumo de drogas, ao crime, destruição de famílias, tráfico de mulheres, prostituição infantil ou mesmo a contração de doenças como a Aids. Bruna Surfistinha, o filme, é apenas um recorte de uma realidade muito mais complexa e obscura. Raquel pode ter alcançado seu objetivo de chegar ao topo, mas a maioria das mulheres que resolveram seguir o mesmo caminho não chegaram nem perto desse estrelato.
Por outro lado, não deixa de ser irônico que um livro como o de Bruna Surfistinha tenha servido para a juíza, que condenou Maroni a mais de 11 anos de cadeia, demonstrar que a autora, ao citar o famigerado Bahamas, estivesse dando provas de que, de fato, a casa é um prostíbulo e não um hotel.

Carlos Henrique

Anônimo disse...

Finalmente, a qualidade dos textos deste blog melhoraram muito.

Helio Saara disse...
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Helio Saara disse...
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Anônimo disse...

ENGRAÇADO ESSE BLOG ESTÁ VIRANDO CONTRA A PROSTITUIÇÃO.
É ISSO AÍ ,O FEITIÇO VIROU CONTRA O FEITICEIRO.
RS..RS..RS..RS..CHUPA QUE É DE UVA MARONI.

Anônimo disse...

SOU A FAVOR DA PROSTITUIÇÃO, DESDE QUE SEJA DE FORMA FILANTRÓPICA. PORQUE QUEM DÁ AO POBRE....

Anônimo disse...

....CRIA FILHO SOZINHA

Anônimo disse...

A prostituição, ou seja, a venda de corpos, forçada ou não, é uma violência social paroxística cometida contra as mulheres prostituídas e contra todas as mulheres. Esta violência é agudizada por sua total banalização; mais ainda, a profissionalização da prostituição, que acolhe adeptos mesmo entre as feministas, define a apropriação e a “mercantilização” total das mulheres como um trabalho, que seria tão estatutário e dignificante quanto qualquer outro.

A simples classificação como “trabalho” promove a compra de mulheres – momentânea ou permanente, como no caso das meninas raptadas, violentadas, leiloadas e prostituídas – a um nível de mercado, de justificação monetária, de inserção nos mecanismos de produção e reprodução do social.

A prostituição é um sistema e, neste sentido, a meu ver, compreende aspectos físicos e representacionais, pois fundam no corpo das mulheres a imagem de seres “naturalmente” desfrutáveis. O sistema prostitucional nunca poderá ser legalizado no Brasil, pois transforma em empresários o Estado-proxeneta e os próprios em empresários, cujas indústrias produzem… mulheres. É indigno pois legitima o sistema de dominação que considera como normal que o sexo de certos seres humanos é um território de seus corpos estranhos a eles mesmos.É indigno, pois toma como princípio que certos seres humanos não seriam um fim neles mesmos, mas meios para outros.É indigno pois subscreve o princípio pelo qual certos seres humanos são alienáveis. É indigno pois funda o direito de tirar proveito da remuneração da exploração da prostituição de seres humanos.É indigno, pois transforma o sexo em objeto legítimo de mercado.

Ana Maria

Helio Saara disse...
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Helio Saara disse...
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Anônimo disse...

Nada ligado à prostituição é glamuroso ou sequer divertido, como faz entender o "dono":

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2012/02/01/ex-prostituta-brasileira-diz-que-escapou-do-inferno-e-ajuda-outras-na-espanha.htm

Anônimo disse...

Maroni Comenta:

Com certa vivencia na noite paulistana e como psicólogo, ou seja, conhecendo as profissionais da sexualidade, me sinto confortável para fazer comentários sobre a teoria e a prática desta tão falada “mais antiga profissão do mundo”.
A senhora MGD, a senhora Gilda Blaschi e a senhora Ana Maria no meu ponto de vista fizeram afirmações teóricas e analisaram a vida das profissionais do sexo seguindo seus valores morais segundo as suas sexualidades pessoais.
Esta postura de que prostituta é coitadinha e que deve ser protegida pela associação das mulheres de não sei o que... é conversa teórica e moralista.
Se vocês quiserem ler, tem um comentário com uma postura prática, objetiva e humana sobre a prostituição, olhem o comentário da Márcia Elizabeth dos Santos – Coordenadora Pedagógica da pastoral das mulheres da qual eu concordo plenamente, e acrescento alguns itens para uma reflexão:

1º A prostituição de menores de idade, a que é imposta e que explora pessoas que não tem consciência do que esta fazendo ou cafetões que se aproveitam da miséria de mulheres que se prostituem por não ter o que comer é realmente repulsivo. A justiça deve reprimir principalmente no caso de menores de idade e adolescentes com rigidez e punições exemplares e a mídia séria e responsável deve usar dessas punições da justiça como uma forma de dar exemplo ao resto da sociedade.
No tocante ao profissionalismo do sexo feito por mulheres maiores de idades, conscientes e que fazem por livre e espontânea vontade, saibam as teóricas ou pseudas moralistas que já existem uma regulamentação desta profissão basta procurar na internet ou no site do Ministério do Trabalho.
A prostituição no Brasil não é e nunca foi proibido. A mulher tem o direito e até mesmo o homem de dispor do seu corpo como bem entender.
O estado deve se preocupar com algo mais nefasto como pessoas menores de idade que são obrigadas a fazer o que lhes contrariam o livre arbítrio.
A partir de 2009 com a nova interpretação do artigo 229 - casa de prostituição, segundo as jurisprudências o que ocorre como nefasto ou criminoso é quando uma pessoa ou menor de idade é obrigado a fazer sexo, ou seja, ser explorada sexualmente.
Por favor, vejam neste mesmo texto estes aspectos jurídicos que eu aqui cito.
Parece que os comentários moralistas dessas três pessoas estão fora da realidade, vivem em um mundo de sexo exclusivo por amor e papai e mamãe, desconhece as nuances a criatividade e os prazeres da sexualidade humana, dizer que a mulher é “coisificada” pelo homem, me desculpe, é de uma imbecilidade a toda prova e extremamente humilhante para a dignidade da mulher, do jeito que colocaram nesses comentários acima, parece que a mulher ali citada não tem o livre arbítrio e são todas umas idiotas que não tem o poder de dirigir as suas próprias vidas, são coitadinhas que precisam do apoio emocional dessas super mulheres que sabem como proteger as vitimas.
Parem de besteira, parem de teorias, que fique claro que estou me referindo as mulheres de alto poder aquisitivo que freqüentam o Café Photo, Bamboa, Ilha da Fantasia, Zeus, Scandalo, Millenium, essas mulheres chegam a faturar de quinze a vinte mil reais ao mês. Ao se entrar nos vestiários ou nos salões destes estabelecimentos não se vê ninguém algemado ou obrigado a fazer sexo, não se vê mulheres tristes e deprimidas nos cantos. Nos vestiários femininos do Bahamas, chegava a juntar oitenta a cem mulheres, era uma euforia, um burburinho com gargalhadas, sorrisos e comentários e eu ouvi vários comentários de que o que elas queriam eram os cheques dados pelos clientes e que lhes possibilitavam comprar seus carros importados, seus apartamentos, suas roupas de grife, pagar a suas faculdades, elas queriam era um pau, foder, trepar e algumas transavam com dois homens ao mesmo tempo e muitas gozam diariamente.

Anônimo disse...

Continuação Maroni comenta:
Nem a Bruna Surfistinha que é um relatório pornográfico indecente, segundo os valores morais da vida sexual de uma prostituta, eu Oscar Maroni já cheguei a amar um prostituta intensamente e a considerava mais digna que muita dona de casa exemplar que só dava pro marido somente dentro de quatro paredes, porque este lhe pagava o aluguel e as escolas dos filhos e tinha de usar KY pois já não sentia mais nada por ele, ou melhor sentia sim, sentia-se estuprada por ele, e a trepadinha era rápida aos sábados porque senão poderia esfriar a pizza entregue pelo motoboy.
Senhoras protetoras das prostitutas, saibam que sexualidade profissional ou não profissional, me desculpem vocês poderão ficar horrorizadas, mais saibam que no mundo real existem muitas mulheres que gostam de foder por prazer, por tesão, por dinheiro, por atração física e algumas gostam de dar pra dois ou três com o marido olhando, vejam ai os suingues crescendo nas principais cidades do mundo.
Senhoras teóricas da vida sexual, sexo é como impressão digital cada um tem os seus próprios valores morais e eu considero imoral é quando se obriga alguém a ser o que não quer ser, é impor valores a pessoas maiores de idade contrariando a sua própria opinião.
Desculpem a minha objetividade e a minha sinceridade mas esta é a minha forma de ser.

Oscar Maroni

Observação – Hipócritas moralistas, donas da teoria tentem dar uma vez por atração física para um homem que vocês acharem que da tesão, mas dêem gostoso, sem complexo de culpa, esqueçam a regra universal de que mulher só pode gozar se tiver amor, vocês observaram que pode se gozar por atração física, curiosamente algumas prostitutas gozam quando se sentem desejadas sexualmente, as excitam saber que um macho as desejem como uma fêmea e esta geme de prazer, isto não é ser objeto sexual é que naquele momento os dois seres ou três ou quatro estão se entregando ao prazer do sexo e se assim for feito poderão ter vários orgasmos. Mas não se esqueçam que neste momento estão ali se dedicando aos prazeres da sexualidade, não esta se discutindo política internacional, poesia, romance, astrologia ou reflexões sobre informática o que esta se vivendo é libido, pau, buceta, orgasmo, tesão desejo, isto é saudável.
Complexo de culpa são instalados no decorrer da existência por falsos valores morais.

Observação 2 – friso novamente o Bahamas Club é um Hotel e um Balneário e dentro das suítes pessoas maiores de idade conversam, fazem massagens, trocam caricias, fodem, dormem e relaxam.
Sexo pago ou não pago, prostitutas ou não prostitutas isso é a realidade da vida.

Anônimo disse...

ESSE MARONI ESTÁ MUIIIIITO CHATO !
AINDA Ñ PERCEBEU QUE ESTÁ CHOVENDO NO MOLHADO.
REPETITIVO DEMAIS.
SÓ PREGA NO DESERTO.

Anônimo disse...

Concordo com vc, o Maroni já teve seus dias de glória no momento ele está mais mala sem alça.
Hora de se aposentar.

Ex blogueira daqui.

Anônimo disse...

chato muito chato. sempre admirei o O M. mais ele não tem tanto a oferecer como parece. uma pena
ex blogueiro tb

Anônimo disse...

Me emocionei ao ver os recados que deixou para mim, embora sejam antigos...como diz você: Olha, meus olhos estão cheios de lagrimas!
Que coisa linda que é o amor, eu aqui cansada, sozinha fui achar um pedacinho do seu amor que me aqueceu...como um raio de sol numa tarde de inverno...
Essa 'emoção' vai para a minha 'coleção'

Don Costa disse...

Caro Oscar Maroni
Enfim, quando será a inauguração da mais que famosa casa Bahamas Club?

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