sexta-feira, 26 de março de 2010

68. E se os Nardonis forem inocentes ?

Me fascina analisar fatos e refletir de uma forma completamente diferente do que a maioria esta analisando.
Pergunto: E se os Nardonis forem inocentes?
Gostaria que vocês leitores deste blog, só por alguns momentos, analisassem ao contrario de como a maioria tem julgando influenciados pela mídia e por informações periciais, porque na verdade não se tem nenhuma prova ou testemunhas que viram o ato monstruoso de alguém arremessando a criança pela janela. A minha especialidade não é a área jurídica, o meu conhecimento é relativamente pequeno para julgar sobre este prisma algo tão monstruoso. Vou arriscar aqui algumas analises sobre o aspecto psicológico desta família. De  aspectos emocionais entendo um pouco por formação acadêmica, pela vivencia dos 58 anos ,dos quais ,pelo menos metade, vim analisando reações humanas.
Duvida nº 1- Se o pai tivesse matado a menina seria muito incoerente, pouco lógico jogar a criança pela janela e ainda cortar a tela com uma tesoura, se tivesse sido ele estaria assinando a sua culpa. Numa situação dessas a frieza do assassino, se for o pai, poderia colocar essa criança em um porta-malas e jogar no mar com uma pedra pesada ou então enterrar em algum sitio. Friso. Jogar a criança lá para baixo não tem coerência em termos de estar se expondo a todos os moradores do prédio, de recepcionista da guarita e ate o barulho do corpo se chocando contra o chão chamaria e em muito a atenção. Essa é a minha primeira duvida e a maior incoerência.
Duvida nº 2- eu sou pai e se o meu filho arremessasse a minha neta após tê-la matado, eu não teria a frieza de proteger o meu filho assassino e a sua irmã no caso a tia de Isabella ou a avó já teriam caído em contradições com demonstrações emocionais de estarem mentindo. Sobre a mãe biológica arriscarei aqui algo pouco provável, mas faço questão de citar a revolta da sua mãe de ver a sua filha assassinada de uma forma tão monstruoso não teria na época a deixado cega ao ponto de condenar a companheira que vive com o seu marido, em outras palavras, o estado emocional da revolta, o ciúmes, o instinto de mãe, e a sensibilidade de um ser humano não estaria influenciando a acusação contra seu ex marido e sua companheira.
Este casal possui dois filhos com idade próxima da menina assassinada. Eles já estão habituados ao convívio com crianças. Não acredito que tivessem tido momentos de explosões ao ponto de bater a cabeça da criança até o sangramento.
Duvida nº 3- o pai biológico ficaria totalmente insensível ao ver a madrasta agredindo a criança e após vê-la morta a levaria a ate a janela e a jogaria lá para baixo. Este corpo caído no gramado os incriminaria, é preciso ser muito irracional para tomar essa atitude, ate mesmo os vendo como pessoas monstruosas.
Duvida nº 4- os outros elementos dessa família, a avó, o avô e a tia seriam todos monstros insensíveis que diante de um fato tão bárbaro se uniriam e arquitetariam uma historia repleta de mentiras para encobrir um casal monstruoso “que matou a neta e a sobrinha”. Se isso for verdade as coisas ficam ainda mais graves. Uma avó monstruosa, um avô advogado também monstruoso assim como a tia e pelo histórico as três crianças tinham uma relação até que agradável entre si. A menininha assassinada tinha ate o seu quartinho na casa do pai.
A minha intenção com este texto é levar as pessoas a uma reflexão do oposto do que esta sendo discutido nos meios de comunicação e parece que influenciando a opinião podendo levar o casala a condenação. Se este casal realmente matou a criança e se no Brasil tivéssemos a pena de morte e se esse casal fosse condenado, eu sou a favor da pena de morte, inclusive até como exemplo de punição para atos tão bárbaros. Como é difícil julgar como é tênue esta duvida entre o condena e não condena. Quantas variáveis envolvem desde uma imprensa querendo mais ibope para com isso ter mais anunciantes e adquirir mais lucro, pessoas na porta do Tribunal fazendo micagens para aparecer por alguns segundos, um promotor publico digno de respeito com uma consciência diante de uma assunto delicadíssimo, um júri que tenta se posicionar de uma forma neutra mas que são seres humanos e podem sim ser influenciados pelas emoções, os avós e a tia, caso o casal venha a ser condenado de uma forma indireta também são responsáveis pois devem saber da verdade e esta verdade é tão delicada e a palavra final de um juiz após analisar os cálculos dos jurados dizer:
"Eu os condeno a ficarem trancados por 15 ou 20 anos, seus dois filhos serão criados por outras pessoas ou eu Juiz absolvo o casal.”
O juiz pega sua pasta, pega seu notebook e no transito ao fechar o farol alguns lhe apontam o dedo, ao entrar em uma padaria e pedir um café os presentes o olham e fazem comentários, ao subir no elevador uma senhora comenta com sua filha:
"Esse é o Juiz que condenou ou absolveu."

É senhores, a justiça é muito mais complexa que meia hora de mídia.
Imagine o estado emocional deste casal agora, 11h15min.
Em questão de horas poderão ter suas vidas definitivamente acabadas e se forem absolvidos voltarão para suas casas com o estigma de dificilmente se apaga.
Existe um ditado inglês:
"A dignidade de um homem é algo que quando enxovalhado é quase impossível a reestruturação, seria como subir na torre de uma igreja em um dia de muito vento, abrir um travesseiro de plumas e lançá-las ao vento. Para se reestruturar a dignidade de uma pessoa seria como ter que recolher pena por pena do travesseiro espalhado ao vento. Quase que impossível."

Oscar Maroni
RG: 4688247
Um brasileiro que se preocupa em fazer um mundo mais justo.

32 comentários:

Anônimo disse...

Sinceramente, Eu acho que o Papai Nardoni não tem cara de quem está encobrindo uma coisa errada do filho e da nora.Posso até estar enganada...
O Alexandre Nardoni tem conhecimento o suficiente para mentir caso ele e a Anna Jatobá tenham realmente assasinado a anjinha.Se me lembro bem, ele é formado em direito, não é?
O quê me causa estranhamento é essa comoção da Mídia em cima desse casal. Esse tipo de ocorrência com crianças não é uma coisa incomum no cotidiano policial. Quando eu estava estagiando na Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro ouvi muito sobre esse tipo de caso.Se eu fosse o Promotor Cembranelli, eu pediria também a colaboração do setor de Criminalística da PM do Rio que é um dos melhores da América do Sul para reforçar ou levantar mais alguma tese.
Em termos científicos, eu acredito que sempre pode aparecer mais alguma novidade... Se fosse diferente a ciência não se aprimoraria ao longo dos séculos...Não desejo em hipótese alguma desqualificar os peritos que estão funcionando no caso._deixo claro o quê escrevi é só uma reflexão.
Mas uma coisa tenho que admitir:- O Promotor Cembranelli é um gato!Rodeio precisa de um promotor dedicado como ele!

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

www.adonadosenadofederal.blogspot.com

Anônimo disse...

Sr. psicólogo,

1. Uma garota de classe média alta, estudante de Direito em uma das melhores instituições de ensino do país;
2. Família harmoniosa, pai e mães educados e com nível superior;
3. Irmão caçula equilibrado, estudante da escola média;
4. A garota, como se costuma dizer, teve do bom e do melhor;
5. Viagens ao exterior, acesso a livros, cinema, teatro e lazer de acordo com sua classe sócioeconômica;
6. Nunca apanhou dos pais, nunca sofreu agressões psicológicas; nunca foi vítima de assédio sexual;
7. As fotos da família e o testemunho de inúmeras pessoas comprovavam a coesão do grupo familiar;
8. A garota era bem quista na universidade e entre os amigos pertencentes a outros círculos;
9. Namorava um garoto de classe média que, embora não tivesse nível superior ou ocupação profissional permanente, era especialista em aeromodelismo e vendia, esporadicamente, a bom preço, suas criações;
10, Um dia, a garota e o namorado planejaram o assassinato dos pais dela;
11. O namorado, com a ajuda do irmão mais velho, mataram a pauladas os pais da garota enquanto estes dormiam;
12. Enquanto isso, a garota simulava, na cena do crime, uma invasão da própria residência.

Sr. psicólogo, por favor,

1. Queime seu diploma e nunca mais faça menção a ele;
2. Não seja oportunista a ponto de, aproveitando-se de um suposto erro da lei, no caso dos Nardoni, sugerir, nas entrelinhas, que o senhor também estaria sendo vítima de um erro jurídico.

Dura lex sed lex

Lucas disse...

Sou imparcial quanto ao fato, e não quero citar comentários.
O meu comentário é sobre as colocações que o medíocre "anônimo" fez acima.
Relmente, para fazer um comentário tão pobre, sem fundamentos e parametrizando de forma tão futil dois casos tão distintos, só pode ser coisa da mente de alguém que não tem identidade, "anônimo", certamente analfabeto (ao menos para lidar com pessoas do nosso nível). Pena que os blogs não conseguem filtrar esse tipo de pessoa (digo coisa).

Lucas

Anônimo disse...

Pois é, com essa desmonstração de profundo conhecimento da alma humana, o Maroni não consegue atender nem no SUS. Melhor ele criar um outro sistema para ele, o SUSpeito.

Inglês inconformado com a má qualidade do texto sobre penas do travesseiro, acima. O dia em que aquelo troço for ditado inglês, teatro de revista vira tragédia grega.

Anônimo disse...

Ué, qual que deve ser o "nível" do Lucas? O do chato que, quando ele bate numa porta, a pessoa do outro lado diz: passa por baixo?

Anônimo disse...

Com certeza esse casal matou cruelmente a Isabella , e com maior cinismo e dissimulação querem se passar por inocentes.Acredito que a promotoria vai fazer a sua parte e condená-los com a pena máxima , isso é o que esperamos da justiça desse país,senão é mais uma vergonha do judiciário que anda tão desacreditado .

Anônimo disse...

OS NARDONIS SÃO ASSASSINOS.

Anônimo disse...

Também gostamos de trabalhar com hipóteses:

1. Maroni gravou o casal Nardoni transando com outro casal no Bahamas;
2. Os Nardoni, suspicazes com são, perceberam a jogada;
3. Desmascararam o empresário, roubando-lhe a fita da transa, e passaram a chantageá-lo;
4. O empresário, suspicaz como é, e profundo conhecedor da alma humana, passou a seguir o casal e acabou invadindo o apartamento deles durante sua ausência;
5. Maroni ia revirar o apartamento, em busca da fita, mas, de repente, percebeu que alguém acabara de entrar na sala e se escondeu atrás de uma cortina;
6. Maroni, profundo conhecedor da alma humana como todos sabem, assistiu, estarrecido, a um fato diferente do exposto pelo promotor.
7. Ah... Maroni também é vítima do Ministério Público.

Olho Vivo e Faro Fino - detetives

Anônimo disse...

Sorry Oscar but I have to agree..

por favor,

1. Queime seu diploma e nunca mais faça menção a ele;

Are you drunk? Open your eyes. Tks

Anônimo disse...

Meu comentário é sobre o comentário de alguém que assina como sed lex dura lex.
Poxa vida amigo(a) seu texto explicativo tão longo deixa claro no final que seu problema é absolutamente pessoal com Oscar Maroni.
Pena você não ter a coragem de assumir o que fala dizendo quem realmente é poruqe tenho certeza que voce mesmo imagina a confusão que arrumaria se dissesse seu NOME VERDADEIRO.

Hipocrita, falso e covarde!

Anônimo disse...

Cadeia para o casal assassino .

Anônimo disse...

Se forem culpados eu quero que paguem.
MAS SO TENHO MAIS UMA COISA A DIZER: E SE FOREM INOCENTES?

Anônimo disse...

CADEIA PARA OS ASSASINOS DA MENINA DE CINCO ANOS.

Deijivan disse...

Maroni, só sei que eu não queria estar na pele de um dos jurados deste caso! Julgar é para poucos, pois se trata de um exercício muito cruel para com a mente.
Antes que algum "anônimo" me esculache, quero deixar claro que acredito na culpa do casal Nardoni, simplesmente porque acredito nas evidências apresentadas pela polícia técnica, que ao meu ver foram irrefutáveis, pois são frutos de um trabalho pericial muito bem elaborado, principalmente em se tratando de um país como o nosso, que infelizmente possui um histórico de injustiças e escabrosos arranjos jurídicos pleiteados por grupos, indivíduos e facções corrompedoras.
Enfim, os Nardonis foram condenados! Quase 32 anos para o Alexandre e quase 27 para sua companheira. Mas, esta vitória do forum popular inserido na justiça, não exime os possíveis conflitos que atormentarão as cabeças daqueles jurados, que definiram a culpabilidade dos pais da pequena Isabela, pela sua morte.
Digo isto porque nós, enquanto cidadãos espectadores do desenrolar desta crime, já temos em mente a culpa dos Nardoni, haja vista que a comoção instaurada em todos nós desde o início do caso, nos impede de pensar, quanto menos admitir, um julgamento diferente. Mas devemos nos lembrar que estamos aqui fora e que nosso julgamento de nada vale para o tribunal ou, talvez, também para os jurados, que teoricamente devem ser isentos de qualquer influência externa. E já que estamos fora, nunca saberemos (a não ser pela via hipotética) se uma vez sentados nos lugares daqueles jurados, manteriamos a mesma posição em relação a culpa do casal. Como eu já disse, julgar é para poucos, ao passo que julgar na posição de cidadão indignado é bem mais simples.
Se é possível imaginar uma analogia sobre o que estou dizendo, acredito que talvez a melhor fosse imaginarmos a nossa tão comum qualidade de nos posicionarmos sempre como exímios técnicos de futebol, quando nos queixamos do resultado de uma determinada partida futebolística. É da essência do brasileiro este costume, mas tenho certeza de que, se por alguma mágica, nos tornassemos verdadeiros técnicos de um time de futebol, somente por uma semana, descobririamos que não é nada fácil ser um profissional desse! Assim vejo a condição do jurado, este ser que vai passar o resto da vida com uma dúvida maldita corroendo o seu cérebro!
Mas, colocando esta condição de lado, não há como negar que os Nardoni foram realmente culpados, principalmente quando observamos que o pai da menina apresentou informações que diferem das apresentadas no inquérito, como a sua afirmativa de que ao se debruçar sob a janela para constatar que a sua filha estava jogada lá embaixo no jardim, ele estava com seu filho no colo, e que por este motivo as marcas em sua camiseta, que faz parte do conjunto de evidências contra ele, foram então impressas, contrariando (ou justificando) a versão apresentada pelos peritos, que diz que as tais marcas só poderiam ser impressas se ele estivesse segurando um peso maior que 20 quilos.
Com isto, ficou claro que o réu foi instruido pelo seu advogado a simular esta versão com intuito de esclarecer aquela evidência comprometedora. Sem dúvida, uma ótima jogada, mas que não alcançou o objetivo maior, que era contribuir para a sua liberdade.
Por fim, já que os julgados assassinos da Isabela não confeçaram a sua culpa, ficou pairando sobre nossas cabeças a eterna dúvida do motivo do crime. Se só esta dúvida basta para atormentar a nossa curiosidade e o nosso senso de entendimento, imaginem o quão esta mesma dúvida impregna as cabeças do jurados!

Anônimo disse...

Também percebi que alguns doutos internautas têm, como principal (ou até único) objetivo, condenar OM, ainda que se afaste a justiça. Tentam, às vezes elegantemente, às vezes de forma grosseira, desqualificar, desmerecer, desprestigiar, etc. Oscar Maroni. É nítido esse ódio contra ele. Está cada vez mais evidente que o descontrole (motivado pela ira, pela implicância pessoal) é capaz de fazer com que o acusador perca a razão e o fio da meada. Esse ‘promotor virtual’, sempre tão eloqüente (mas nem sempre tão convincente), por vezes assessorado por uma refinada equipe feminina, faz da condenação (a qualquer custo) de OM sua profissão de fé... Ainda que sobre Maroni a promotoria invista de forma pesada e fria, simulando justiça, o Poder Judiciário, em suprema e definitiva decisão, há de inocentá-lo. Vejam, pessoal, que desde o início deste blog, já se tentou por várias maneiras minar a credibilidade de OM, uma delas foi desmerecê-lo como bloqueiro (certamente não direi escritor, pois isso evidentemente não o é, e nem é pretensão dele) por erros de português e como acadêmico, como profissional da psicologia. É aquela conversinha mais ou menos assim: ‘Olha, eu sou culto e catedrático, então você, por cometer erros de português, está desqualificado para qualquer atividade para qual eu não der o meu aval. E cale sua boca e aprenda como se escreve’. Sabe o que eu vejo com tudo isso? Que não é só dinheiro que traz arrogância, a erudição também... Esse artifício para se pôr à frente dos outros, isto é, desmerecer os outros, apontando diversas fragilidades que nada tem a ver com a questão a ser debatida (no caso a ilicitude ou não das atividades de OM), é o jeito mais covarde e sujo para ser usado. Gostaria de ver sempre idéias contra idéias, argumentos legítimos capazes de condená-lo; não me apraz ver a erudição da ‘promotoria virtual’ frente à habilidade de escrever do acusado. Por tudo que neste blog tem-se desenhado, vejo um quadro muito mais a favor do intitulado ‘proxeneta’, do que da linha de frente da promotoria; por conseguinte, mesmo sem toda a pompa catedrática, ponho-me a assistir a defesa que me parece mais equilibrada e capaz de perquirir a justiça.
JEferson CArdoso TAlles TUfik

Anônimo disse...

Agora só um 'porém': não acho certo, também, dizer que o 'sed lex, dura lex' é covarde, hipócrita, etc., como disse um internauta. Primeiro, que esse negócio de nome é a maior balela; segundo, que acho que as idéias devem ser apresentadas à vontade, sem constrangimento nenhum. E quanto a 'filtro'... Isso é censura, branda, mas não deixa de ser censura. Acho que devemos, sim, incentivar o OM a manter essa postura democrática, que nos oferece um verdadeiro show, um 'show fight intelectual’, digo, um ‘show fight de idéias’, em que todos têm lugar, seja como participante, seja como espectador.
Eu, o mesmo cara que escreveu o comentário acima. Quer que eu assine novamente???

Anônimo disse...

Lucas (26, página 2010, versículo 13:04, parágrafo único, in caput),
Analfa o 'Dura Lex, Sed Lex' não é, não! E o problema é justamente esse. Ele, com toda sua ‘força intelectual’ que lhe é peculiar, é capaz de 'entortar' os fatos, ou melhor, distorcê-los, a ponto de que muitos tenham uma visão deturpada de realidade. Nunca subestime um ‘Dura Lex, Sed Lex’... Está escrito.

Anônimo disse...

Em primeiro lugar, Bom Dia a todos.
Com essa ‘espetacularização da justiça’, no Caso Nardoni, por exemplo, aprendi, ou melhor, confirmei, uma coisa: Que o povo não quer condenar o culpado, o povo que achar UM culpado (se puder achar dois ou mais, melhor; mas, pelo menos, UM culpado). Manifestações em frente ao fórum, em frente à casa do casal, em frente à cada dos parentes do casal, dos amigos do casal... Até fogos de artifícios. Goooooool!!!! Na verdade não foi gol de nenhum time de futebol, mas a euforia com o desenrolar do espetáculo foi a mesma. O povinho adora ver, e se possível participar desses, circos, teatros e afins. ‘Qualquer brigadeiro é motivo de festa’. O que vale é adrenalina. Qual será o próximo?

Anônimo disse...

Pessoal, pelo visto, ninguém vai embora definitivamente mesmo; então, já que é assim, não nos esqueçamos de apagar as luzes hoje, às 20:30, não por despedida, mas por exercício de economia e cidadania.
Acho que agora eu vou dormir um pouco.
'Boa Noite'.

Anônimo disse...

Uau! O gato do Promotor Cembranelli deu um show na acusação, cheguei até pensar que a perícia poderia ser questionada...Ele está de parabéns pelo empenho e dedicação dele!Parabéns pelo peritos que lutaram vencendo todas as críticas de quem os questionou...
Agora, os Nardonis já são página virada... Agora quero falar de coisa boa: amanhã no É Notícia às 00:15h o Prefeito Kassab dará uma entrevista, eu não vou perder!Não que o Promotor Cembranelli não seja uma coisinha boa, ele é uma coisinha ótima!Ele é um gatão!Mas ele não aceitaria valsar comigo no meu aniversário...
Bem que o Prefis poderia agilizar para o Bahamas ser reaberto o mais breve possível, pois o dia do meu aniversário que será no dia 30 de maio farei 30 anos. Maroni, quando eu tinha 15 anos não tive festa de debutante e também eu não tinha um galã eleito para valsar comigo.
Agora, aos 30 anos, eu escolhi um: o Prefeito Kassab. Ficarei honradíssima se isso se realizar...Gostaria de sentir pela primeira vez o quê é ter a felicidade de uma debutante valsando com o seu galã.Aaah, Prefis!!!Realiza isso para mim, vai...Como eu tenho origem muçulmana eu já escolhi um tema:'1001 Noites'.Tenho vocação para Sherazaade, porém, quando falo do Prefis é plena verdade.Gosto dos olhinhos azuis dele,do temperamento masculino e da capacidade de administrador público para administrar uma cidade tão complexa como São Paulo.

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

www.adonadosenadofederal.blogspot.com

Hefestos disse...

Hoje a vida virou um grande espetáculo midiático. Tudo vira circo. Sem acesso aos autos é impossível a gente fazer um juízo de condenação ou de absolvição. A gente fica a reboque da mídia. E a mídia já os condenou.

Anônimo disse...

Anna de Rodeio, acho q voce esta meio a perigo, eim!

Anônimo disse...

Não! Esse Prefis de São Paulo é uma tentação...Ai,ai,ai...

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

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Anônimo disse...

E a justiça se fez................seria muito bom se sempre fosse assim .

Anônimo disse...

ANNA Ñ SE ILUDA , O KASSAB É GAY .

Anônimo disse...

Não me importo, não tenho preconceito.
Se ele reabrir o Bahamas e dançar comigo no meu aniversário, já fico satisfeita.O quê vale é a paixão política.

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Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

Anônimo disse...

Mas se o Prefis me der uma chance, não a perderei...Esse olhinhos azuis...

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Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

Anônimo disse...

Ah, os olhinhos azuis do Prefis Kassab...

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Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

Anônimo disse...

Anna o que vc faz com os ''olhos azuis '' do Kassab ??? O resto está bichado.........kkkkkkk

Anônimo disse...

Darei um monte de beijinhos nesses olhinhos azuis...Não fala mal do meu Prefis do coração! Deixa de ser ciumento!

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

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Anônimo disse...

Ridiculos, todos ridiculos!!!

Anônimo disse...

Bem acho que a ana carolina estava no carro.As crianças brigaram.como e costume da mulher e ficar com a chave na mao quando esta chegando em casa.
Apos a briga ela vira e manda parar e da o famoso clock, mas a chave estava na mao dela.Acerta a cabeça de isabela e furae sai sangue,que e limpo com a fralda.Apos chorar a criança adormece no banco.
Eles pensam e agora o que a mae da criança vai falar e outros parentes.Opai leva a criança adormrcida para cim no colo.
Apaga a luz e vai buscar as outras.Isabela acorda ve tudo apagado e ja aborrecida como que aconteceu tenta sair a porta esta trancada.
Apavorada vai ate a cozinha e pega a tesoura ela sabia aonde estava.
Preciso sair de qualquer jeito pensou estava zangada e apovorada de estar sozinho ainda a machucaram.
Cortou a grade,pode ver que tem dedos na parede escorregando.Na sua ingenuidade elacairia na graminha e...deslizou com a mao na parede.Uma pessoa morta não gruda os dedos na parede.
O pai entra nao ve a criança e intintivamente sobe na cama e fica a marca do chinelo depois debruça na janelae olha para baixo.
Fica apavorado e discutem foi oque os vizinhos ouviram enquanto ele desce ana carolina liga para os pais.Ha a mancha de sangue foi quando ele estava levando ela no colo que pingou, e a fralda no balde foi que limparam o ferimento que foi feito no carro com a chave entre os dedos.Ela quando foi separar as crinças esqueceu que estava com as chaves dai o ferimento na cabeça.
Geralmente quando a criança chora depois ela dorme Alexandre pensou que foi um fermentoleve mas quando a pegou no colo ao entrar noapartamentocomeçou a sangrar novamente.Ele a colocou na cama e foi pegar as outras crianças ele não esperava que a Isa acordasse ela ficou apavorada.ALEM DE ESTAR SOZINHA A MACHUCARAM E ONDE FORAM VOU SAIR DAQUI PELAJANELA E CAIR NA GRAMINHA.
ELES SAO INOCENTES...!

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