domingo, 27 de dezembro de 2009

60. Se Deus não existisse não seria melhor para a humanidade?

Esse texto que eu irei expor agora para vocês é uma reflexão que faço há anos. Sou um homem de formação católica, tradição católica, estudei em colégios de padre e cheguei a ser coroinha. Tornei-me um psicólogo, principalmente por curiosidade do que vai à mente e na alma humana. As religiões sempre me fascinaram, desde o umbanda, assistir aos evangélicos dando depoimentos na TV nas madrugadas, o papa pregando a paz enquanto se matam em nome de deus. Não estou aqui criticando ou negando a existência de deus, mas sim conduzindo vocês a um raciocínio que efetuo na minha existência que seria o seguinte: Não foi deus que inventou o homem, foi o homem que inventou deus.

Com a evolução de ciência que temos hoje, fica difícil acreditar em palavras de 2000 anos atrás. Por pessoas que moravam em cavernas, viviam em tendas e não tinham a menor preocupação com critérios científicos ou filosóficos, mas mais ou menos na mesma época tínhamos os romanos, os gregos, os povos árabes, os indianos, os chineses e com filosofias religiosas e posições geográficas diferentes na mesma época que influenciavam a forma de criar deus, de inventar deus. Se compararmos os povos perceberemos que o “deus” foi mais uma explicação do homem para explicar o que não conseguia explicar na sua existência solitária, e também para justificar e dar mais ênfase aos seus sonhos, além de aspectos sociais, controle de aspectos sociais, pois as leis que tem por objetivo uma melhora na inter relação entre as pessoas, na época não eram bem definidas.

Bem, poderíamos aqui escrever milhares de paginas sobre aspectos da religião.

Continuando com uma pitada de Nietzsche

“De quem deus enchia o saco antes de inventar o universo?

Mas o foco deste texto é que se deus não existisse não seria melhor para a humanidade ?

As orações, a leitura dos textos bíblicos, o quando morrer vai para o céu, o purgatório, o diabo ou satanás se foram uma invenção do homem, não seriam nocivos a humanidade em termos de limitar o pensamento do homem a procura de novos conceitos científicos? A humanidade não estaria mais evoluída?

Não estou aqui citando a estagnação que a igreja católica provocou na humanidade na época da Santa Inquisição, por exemplo:

Vejam, se em algum momento difícil da sua vida, ao invés de rezar o terço, ler pedaços da bíblia, pedir perdão, se confessar a um padre, dar 10% de dizimo ou ficar com complexo de culpa, o homem analisasse as variáveis que o levaram ate aquela posição negativa, refletisse, discutisse com seus semelhantes o que o levou ao erro, dialogasse com a esposa, com a namorada, com o amigo, com o filho, cobrasse mais os seus governantes, um exemplo:

Nos paises de 1º mundo, se não chove cobra-se financiamento dos governantes, instala-se um pivô central, irriga-se  a terra, financia-se a produção, colhe-se mais alimentos e as pessoas tem mais o que comer.

No nordeste do Brasil, se não chove, reza-se para o Padre Cícero, sobe-se escadarias de joelho, acende-se vela, e benze-se com água benta.

Alguns colocam imagens penduradas no retrovisor do carro pensando que isso poderia evitar uma batida. Não seria mais adequando fazer as revisões periódicas na parte mecânica. Se o ‘tercinho’ der uma sensação de que com a proteção divina o carro não ira bater, não seria melhor exercitar mais as técnicas de segurança no transito. Em relação ao desemprego eu me lembro de uma pregação do padre Marcelo para que levassem a carteira de trabalho nos dias de orações deste padre. Não seria melhor cobrar dos governantes melhores possibilidades de emprego? Um filho doente na cama, uma mãe ou uma esposa, não seria melhor passeatas cobrando de prefeitos ou governadores melhor atendimento na saúde?

Na possibilidade eminente de separação de um casal, não seria melhor um psicólogo, um dialogo entre os dois ou ate o termino da relação, pois esta negativamente influenciando os filhos?

Um drogado que não precisa mais de um processo terapêutico ou de internação em clinicas especializadas.

Estou dando aqui exemplos simples do cotidiano. Não esqueçam, vocês mais intelectualizados que este texto é lido por milhares de pessoas de norte a sul do Brasil com diferentes níveis culturais.

Continuando, gostaria que o padre Marcelo, o Edir Macedo, a bispa Sonia, o bispo G, o R. Soares, um senhor de cor que aparece na televisão constantemente tirando pessoas das cadeiras de rodas mais as santas milagrosas e o papa, se unissem e pedissem para esse deus que eles interferem e tem a capacidade de intermediar entre os homens inocentes e deus e nesta forte união desses embaixadores de deus na terra pedissem para que deus fizesse chover menos no sul do Brasil, que menos crianças morressem soterradas, que houvesse mais equilíbrio na distribuição das águas no nordeste, que os Tsunamis não acabassem com milhares de habitações e vidas em outros cantos do mundo, que as peregrinações até a cidade de Nossa Sra. Aparecida do Norte não acontecessem acidentes como aconteceu agora na ultimo dia da Santa em que morreram dezenas de pessoas em um ônibus, inclusive idosos e crianças.

Sei que estes meus exemplos são ate que muito primários, pois alguns que lêem este texto poderão afirmar que é uma questão de fé.

Mas senhores, o objetivo deste meu texto é por em questionamento se deus existe e se esta fé não foi e não é nociva a humanidade?

O questionamento é se a humanidade tivesse menos fé, organizasse melhor as reivindicações contra os políticos, exigissem no caso do Brasil, uma melhor administração do dinheiro público, na saúde, na educação e principalmente na justiça.

Que fique claro, não estou aqui querendo desrespeitar com os valores religiosos, e sim fazer o que para alguns chega a dar até medo que é refletir sobre religião, deus, fé, bíblia, dízimos, falsos testemunhos, em resumo, ele dizia principalmente amai-vos uns aos outros.

E isso parece que caiu no esquecimento, a preocupação é com o dizimo, com as empresas falindo, com as falsas curas, com a compra dos carros do ano, usar das religiões com interesses políticos para crescer no ibope e se manter no poder enganando os mais humildes e que tem menos capacidade de reflexão.


Obs 1: Não sou escritor, tento aperfeiçoar o que digo, mas gosto da reflexão.

Para crescer o músculo se faz flexões através de exercícios.

Para exercitar o cérebro, considero que é sadia a reflexão livre de preconceitos e fobias.


Obs 2: Curiosidades religiosas.

E ai um ônibus cheio de fiéis rolou ribanceira abaixo, ai o Valmir Salada, repórter da globo para um programa que se diz fantástico com seu microfone mais preocupado com a reportagem sensacionalista do que com a informação pura ao telespectador pergunta a um bêbado que sai do ônibus:

O que aconteceu?

E o bêbado responde:

Lá dentro tem crianças mortas, velhos machucados e uma gestante que perdeu o filho, mas graças a deus eu sai vivo e sem machucados.

Com a palavra do bêbado, graças a “DEUS” eu sai livre é que eu lhe questiono.


Que deus é esse que mata alguns e outros graças a “deus” são salvos?

Que pai vingativo, pois para alguns que mantém algumas imagens com o objetivo de marketing religioso ele protege, ou aqueles que por intermédio de orações o adoram ele protege.

Agora, quem é de outra religião, de outra localização geográfica ou que não credita nele, o pai se vinga.



89 comentários:

Anônimo disse...

Comecei a ver que Deus é uma piada. E de muito mau gosto!

‘A melhor coisa que eu posso pensar sobre Deus é que Ele não existe’.

SF.

Anônimo disse...

Nietzsche está vivo
(Tributo aos meus pais)

"Nasci e não demorou para me dar por quem eu era, e seria; e por quem sou até hoje.
Reconheci aquela que doravante chamaria de mãe, afinal era mesmo minha genitora; nunca tive dúvida sobre tal maternidade.
(Aprendia a acreditar. Acostumei a acreditar. Mas achei bom.)
Reconheci aquele que doravante chamaria de pai, afinal, assim me apresentou-se e nunca me deu motivos, como também a ninguém, para duvidar; todos o reconheceram, com justiça, como tal.
(Aprendi a acreditar. Acostumei a acreditar. Mas achei bom.)
Meu mundo começava a se formar, inicialmente com um pequeno espaço físico que se foi ampliando, por pessoas bem próximas que me rodeavam e posteriormente por outras tantas que ocupariam um espaço mais além, parte mais afastada deste todo de tamanho/dimensões indeterminado(a). Nunca soube e nunca saberei o verdadeiro tamanho de todo este espaço ao meu redor; disseram-me que é de tamanho infinito.
(Aprendi a acreditar. Acostumei a acreditar. Mas achei bom.)
Ensinaram-me sobre coisas e pessoas, e sobre coisas que pessoas fazem para fazer pessoas. Gostei dos ensinamentos, gostei do que aprendi, e achei bom. Indaguei a respeito de quem criara coisas e pessoas; meu pai calou-se, mas minha mãe continuou a prosa e me respondeu. Minha mãe 'apresentou-me' Deus, e muitos junto a ela confirmaram Sua existência, embora Ele mesmo nunca se tenha apresentado a mim. Também afirmou, minha genitora, o Todo Poderoso possuir domínio total sobre a vida e a morte de todos; e mais ainda, antes de tudo, mesmo sem a confirmação e anuência de meu pai, foi positiva e categórica quanto à existência, onipotência e misericórdia de Deus, o mesmo ‘deus bondoso’ que, com seu poder absoluto sobre a vida e a morte, matá-los-ia pouco tempo depois; mataria aqueles que me deram a vida e me criaram, com certeza; meu nascimento e criação deveram-se aos meus pais, isso sim, com certeza.
Mas agora, para mim, é Deus que está morto, com certeza!
(Eu matei Deus, e achei bom!)"

SF

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

Deus é o princípio e o fim. Ele é o sim e o não.
Acredito na imortalidade da alma. A vida e a morte caminham de mãos dadas, são companheiras do processo de evolução da existência de todos os seres do nosso universo. O Deus Pai é cósmico, ele inicia tudo através do caos. O caos faz parte do proceso evolutivo para que as coisas se organizem e novas posibilidades se abram. Não acredito em carma, mas o caos é o sinal que mostra ao homem que ele deve agir e revolucionar para evoluir.
Como dizia Santo Inácio de Loyola:
'Devemos fazer esforços divinos como não se houvessem os humanos, e fazer esforços humanos como não se houvessem os divinos.'
Enquanto, o ser humano não se enxergar como ser divino, esse mundo não irá para frente. Ser divino é amar o amor, e sobretudo, respeitar o seu semelhante. No dia que o ser humano aprender amar o amor sob a ótica de Jesus e São Francisco a Humanidade irá para frente.
Não culpemos Deus!

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

Erly Junior disse...

O diabo existe, porque Deus existe..... Deus existe porque o homem existe.... se eu existo, logo Deus existe. Um forte abraço a todos. erlyjr.

Anônimo disse...

“Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz? Então não é onipotente. É capaz, mas não deseja? Então é malevolente. É capaz e deseja? Então por que o mal existe? Não é capaz e nem deseja? Então por que lhe chamamos Deus?”
Epicuro

Anônimo disse...

Deus continua sendo uma piada. E de mau gosto.
Mas sempre haverá os que acreditam nEle, isso para o bem das religiões, das igrejas, das inúmeras seitas. Que se foda a Humanidade, é essa a idéia.

Anônimo disse...

Raul Seixas, em suas alucinações, dava definições de Deus muito poéticas. Mas nada lógico e que devesse ser levado em consideração. Penso que acreditar em deuses (e pior ainda em ‘Deus’, supra-entidade judaico-cristão) é uma afronta ao senso crítico.

“Deus é uma hipótese, e, como tal, depende de prova: o ônus da prova cabe ao teísta.”

Mas, por outro lado, ‘Não adianta tentar convencer um crente de coisa alguma (no caso a não-existência de Deus), pois sua crença no divino não se baseia em nada lógico ou minimamente racional, baseia-se, sim, numa profunda vontade/necessidade de acreditar.’ (algo assim).

Anônimo disse...

Bertrand Russell disse:

“Não acredito que, medindo vantagens e desvantagens, a crença religiosa tenha sido uma força a favor do bem. Embora esteja disposto a admitir que em certas épocas e lugares produziu bons resultados, considero-a pertencente à infância do raciocínio humano, a uma fase de desenvolvimento que já estamos superando.”

Agora, já que estamos ainda num período natalino, eu digo:
Deus é 'Papai Noel pra gente grande'.

Marcelo disse...

Apos nosso papo no cafe, visitei seu blog.A parte que me chamou muita atençao foi a mesma que me idigna pela ignorancia das pessoas devido a falta de estrutura governamental que nos acompanha a decadas:
''Nos paises de 1º mundo, se não chove cobra-se financiamento dos governantes, instala-se um pivô central, irriga-se a terra, financia-se a produção, colhe-se mais alimentos e as pessoas tem mais o que comer.
No nordeste do Brasil, se não chove, reza-se para o Padre Cícero, sobe-se escadarias de joelho, acende-se vela, e benze-se com água benta''
Otima colocaçao!!
PERFEITO!!!

Anônimo disse...

Maroni, gostei do texto, o estilo melhorou também.
Está mais limpo, facil de ler, e totalmente funcional.

Abraço...

Fulano de Beltrano disse...

Caso alguém me perguntasse se adianta se/me revoltar com a existência de um deus maldito ou a inexistência de um deus bendito, eu diria que não, obviamente. Claro que não há um efeito reverso de uma situação angustiante no momento em que eu xingo esse hipotético (e patético) ‘Grande Senhor’ (da Iniqüidade) que, na verdade, só lança (ou permite) as maiores desventuras (se Sua existência fosse uma realidade, insisto). A situação não se inverte quando eu vomito todos os meus sentimentos em relação às ocorrências desastrosas que assolam a humanidade (e natureza) como um todo; ocorrências estas que costumam ser justificadas por uma crença patética, preconizadora da existência de um deus bondoso que deve (e gosta) de ser louvado (seria Ele, se existisse, muito vaidoso/narcisista). Sem dúvida que as essas adversidades, digo, calamidades que agravam nosso planeta, não deixariam de existir em virtude dos meus xingamentos; mas, pelo menos, a minha angústia não aumentaria, pois com a exposição de meus sentimentos (xingamentos) alivio-me muito. Deus (ou deuses) é, ou melhor, seria, um tremendo monstro diabólico se existisse e permitisse (omitindo-se) tantas desgraças. A melhor ‘desculpazinha’ (ridícula) dos crentes é que Ele permite o tal ‘livre arbítrio’, deixando-nos à vontade para pecar e assumirmos a responsabilidade por nossos atos. Mas cadê Ele para dizer-nos cara a cara que é exatamente essa a intenção dEle? Seria o mínimo que um ‘ser superior’ poderia fazer para que todos nós pudéssemos sentir-nos bem orientados, seguros e, quiçá, amparados. No caso de estarmos ‘resgatando’ pecados, como dizem alguns espíritas (ou espiritualistas, sei lá), cadê a ‘sentença condenatória’? Um juiz daqui da nossa justiça terrena, por mais mequetrefe que seja o magistrado, fundamenta sua decisão e deixa o réu a par do veredicto e correspondente pena a que será submetido... Entretanto, o ‘Grande Senhor do Universo’ profere suas sentenças no ‘STC’ (Supremo Tribunal Celestial) na surdina, de forma velada, sem ao menos a decência de expô-las para apreciação dos ‘seus filhos’, servos, seguidores, subordinados... Nem sei se deveria continuar discorrendo sobre a existência ou não de Deus, pois acho muitíssimo baixa (praticamente zero) a probabilidade do mesmo ser uma realidade; mas, mesmo sim, deixo registrado (para a posterioridade) que fico profundamente indignado ao me deparar com pessoas que insistem na necessidade/importância de reverenciá-lo. Mesmo achando que Deus (ou deuses) são idéias que afrontam o nosso raciocínio e bom-senso, sou totalmente a favor de liberdade de crença, seja qual for, por mais absurda que seja. Fico um pouco de ‘saco cheio’ quando alguns próximos tentam ‘me converter’ (evangelizar), porém sei que tenho que respeitar suas crenças. Direi, agora, mais ou menos o que diz Volteire: ‘Posso não concordar com nenhuma de tuas palavras, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-las’. Portanto, finalizarei com a coerente afirmação de que todos devem exercitar o seu direito de expressão (e de professarem sua fé), assim como eu exercito o meu. Insisto: Deus é (seria, caso existisse) um tremendo filho da puta!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fulano de Beltrano
(membro do ‘Ateus.net’)

Anônimo disse...

Correção:
‘...Deus’, supra-entidade judaico-cristã...'
ou, sei lá...
‘...Deus’, supra-entidade judaica-cristã...'
Acho muito pouco provável
‘...Deus’, supra-entidade judaica-cristão...'
(Essa última é o fim!!! Rs rs rs...)

Anônimo disse...

Foi uma correçãozinha referente ao meu comentário de ontem, às 22:32.

Anônimo disse...

Ninguém citou as coisas maravilhosas q acontecem!Pq mencionar apenas mortes,catastrofes,uns mortos outros vivos e esquecer de abrir um questionamento de quem é "culpado" por curas inexplicáveis,pela fartura...Não sou nenhuma fervorosa,longe disso,nem oro tanto,mas há de se perguntar!

Anônimo disse...

Fulano de Beltrano: textos longos assim são um pé no saco dos ateus e dos temerosos. Seja mais sucinto.

Anônimo disse...

Deus está morto!
Assinado: Nietzsche (e arremedado por Oscar Maroni)

anos depois:

Nietzsche está morto!
Assinado: Deus (qual era o nome do outro mesmo?)

Anônimo disse...

O nome do outro é Nietzsche (certamente existiu). E quem assinou mesmo?!...

Anônimo disse...

Se um dia eu tiver que suprimir uma palavra sequer para agradar o prioritariamente o leitor, pode ter certeza de que eu não escreveria mais. Escrevo aquilo que me satisfaz e de jeito que me agrada. Se vai ser lido ou aceito, sinceramente é de importância secundária. Espero que não tenha perdido seu tempo lendo o que escrevi; quem se intimidar com o tamanhão (do texto) está muito certo de não ler para não se cansar ou achar que desperdiçou seu precioso tempo; imagino que tenha sido isso que o leitor (ateu ou temeroso) fez, não ler o loooooooooongo texto. Obrigado.
Fulano de Beltrano

Anônimo disse...

Sim, minha cara ‘não fervorosa que nem ora’, claro que há de se perguntar/questionar (sempre). O questionamento é de suma importância, afinal nós ateus achamos justamente isso: que o maior problema da fé é que ela não nos dá as respostas, ela apenas impede as perguntas, e perguntas são itens fundamentais para o desenvolvimento em qualquer área. Vamos perguntar sempre. Mas quanto à resposta por você solicitada: quem seria o ‘culpado’, ou melhor, responsável, pelas coisas boas, como cura de doenças, desenvolvimento tecnológico, salvamento de pessoas, etc.? Deus?!... Parece-me que associar essas coisas boas a Deus é forçar a barra, não é, não?!... Para mim é desrespeito e ingratidão para com os homens de ciência que se sacrificam em prol da humanidade. Os pesquisadores fazem de tudo para acabar, ou pelo menos diminuir, o sofrimento causado por destinos cruéis (ou por ‘desígnios de Deus’), e, no fim, dar o crédito do socorro prestado a alguma entidade espiritual é no mínimo uma ingratidão. Pelo menos você não ora, afinal, duas mãos trabalhando fazem mais do que milhares rezando.

Oscar Maroni Filho disse...

Bom dia!
O que esta conversando com vocês são as informações que eu possuo em meus neurônios e que por intermédio de sinapses eu efetuo raciocínios, dou ordem ao meu cérebro e por intermédio dos meus dedos digito no teclado estas mensagens a vocês.
A minha proposta nos textos deste blog é termos reflexões, não sei se certas ou erradas, mas me fascina questionar o que normalmente não é questionado por preconceitos, regras pré-estabelecidas, morais e até por medo. No caso do texto de numero 60. Se deus não existisse não seria melhor para a humanidade, eu quero por em reflexão que diante de um problema, dos mais simples como aonde esta o meu celular, aonde esta a minha caneta, vou conseguir este emprego que tanto quero, o motor do meu carro não esta pegando, vou conquistar a determinada mulher ou homem, a determinada pessoa que amo vai se curar de uma doença. Para a resolução destes problemas, alguns rezam, pedem a deus, fazem promessas ou doam dízimos. Outros procuram as soluções e apoio celestial. E a terceira opção é dispor de contingências, organizar o meio, refletir aonde se esta errando, tentar lembrar as ultimas vezes que usei o celular ou a caneta, melhorar o currículo, procurar uma oficina mecânica competente, tentar ser adequado para que esta relação cresça entre um homem e uma mulher, centro de saúde adequado. Através destes exemplos ate que bobinhos, digo que o terceiro que seria aquele que manipula as variáveis sem procurar apoios religiosos, bíblias, dízimos, terços ou água benta, este teria mais chance de sucesso, pois as analises seriam mais empíricas, ele poderia ate se sentir mais solitário diante de seus problemas, mas estaria dando mais de si envolvido a mais em seu problema. A solidão na tentativa de resolução de um problema faz com que você se dedique mais e se empenhe mais.
Agora imagine dezenas, centenas, milhares e pessoas pensando assim. Teríamos um país inteiro analisando as variáveis de uma forma mais racional e consequentemente uma melhora deste pais. Se você começar a pensar assim terás inicialmente uma sensação de solidão, de abandono, mas ao mesmo tempo começará a se sentir mais forte. Diante dos problemas terás a razão que é uma forma bem mais lúcida de se resolver os problemas, ate mesmo os de fundo emocional ou psicológico. Estou achando muito gostoso ler os vários comentários que estão surgindo deste texto. Que fique claro, estes textos sobre religião tem como objetivo uma analise fria se deus existe, se a fé é nociva ou não e se nós não devemos procurar novas formas de ver deus como uma energia, como a soma do universo. Não importa, o que importa é a reflexão para o nosso crescimento se existe até o espiritual.

Obs1: Poderia ter feito este comentário de uma forma mais complexa, mas não esqueçamos que este nosso blog é lido por mais de 90.000 pessoas nos mais diferentes níveis culturais. O que importa não é a forma, e sim o conteúdo e a reflexão.

Anônimo disse...

Gostei Maronão! Falo e disse!

Anônimo disse...

Gosto de ouvir, enquanto reflito e escrevo, músicas. Enquanto escrevia alguns desses textos escutava ‘Sonata ao Luar’, de Beethoven. O compositor era, em minha opinião, um fenômeno mesmo. Fico impressionado com a genialidade humana. Genialidade humana. Humana. Quanta evolução desde os primeiros primatas até o Homo sapiens, não é verdade? Sei que para alguns ‘não é verdade’, pois, para os crentes na palavra do Senhor, não houve evolução, o ser humano já saiu prontinho, à imagem e semelhança do criador. Mas pergunto: na verdade, quem seria a imagem de quem?... Vou continuar escutando Beethoven.

Anônimo disse...

O pequeno cético.
Certa vez seguia por uma rua aqui perto de casa e escutei um menino, de uns dez anos aproximadamente, perguntando pra sua mãe sobre a existência de Jesus Cristo; se isso não seria um mito, como Papai Noel. A mãe, provavelmente cristã, dizia que não, que era, SIM, uma certeza a existência do milagroso filho unigênito de Deus. Ele insistia que poderia ser essa história apenas uma lenda, uma criação dos homens. O diálogo entre o pequeno e sua mãe foi interessantíssimo e tremendamente engraçado. De vez em quando me pergunto: qual o paradeiro do garoto? (Gostaria de um dia ter a oportunidade de conversar com ele). No fim, quem será que convenceu quem? Diriam alguns: ‘Só Deus sabe, só Deus sabe...’.

Anônimo disse...

Uma indagação: O que seria o ‘Paraíso’? (Obviamente não me refiro ao final daqui da A. Paulista). Seria um lugar adequando para os que se adaptam bem à monogamia? Ou seria um lugar maravilhoso para mim, um ‘serial fucker’, que deseja um número incontável de mulheres? Pois é, se ‘Paraíso’ for algum lugar onde se tenha que jurar fidelidade a uma mulher só, prefiro ir para o inferno.
SF.

Anônimo disse...

Alguém conhece uma música chamada 'Modern Love', de David Bowie? Pode não ser um gênio, mas é bem talentoso; a música é DEZZZZZZZZZZZZZ!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Não sejam mesquinhos, doem TODOS seus recursos financeiros a Deus. Façam assim, igualmente a maioria de meus parentes: Joguem todo o dinheiro pra cima, o que Deus pegar é dele, o que cair no chão é de vocês.
David Ben Demoney

Anônimo disse...

- Senhor, o que são mil anos para o Senhor?
- É apenas um minuto!
- Senhor, o que são um milhão de dólares para o Senhor?
- É apenas um centavo!
- Senhor! Faca-me uma graca! Dê-me um centavo para que eu possa ficar rico!
Nisso uma voz responde:
- Espere um minuto.


(O Senhor é sábio)

Anônimo disse...

(O ‘Senhor’ é pão-duro, isso sim!!!!!!!!! Rs rs rs...)

Anônimo disse...

Ó, pobre Nietzsche, foste também vítima da língua estrídula do pactário do pé fendido, língua serpentina, que na anfractuosidade e deformidade do texto inocula o veneno ateu que lhe corre nas veias. Como tu, o capiroto urbano crê que não é um homem, mas um campo de batalha, como tu, o dianho crê que a única diferença entre Deus e seu inane ser é que este existe, como tu, mas sem teu estro, sem teu gênio, sem o garbo de teu estilo conciso, o tinhoso, sem o saber, e ironicamente, comprova um dos teus entimemas: "há espíritos que enturvam suas águas para que pareçam profundas".

Adamastor Pastorinho, PhD

Anônimo disse...

Amém, meu pastor!

Anônimo disse...

PQP!!!Esse Adamastor é FODA!!!No inicio achava que ele tirava passagens de alguns textos que lia e plagiava,hj acho que o cara é um dominador da língua portuguesa!Pode até ser um monte de bobagens o q escreve,mas que o cara é fera,ah é....

Anônimo disse...

ESSE ADAMASTOR PASTORINHO SOFRE DE PSICOSE PROFUNDA , ESTOU LENDO UM LIVRO SOBRE ISSO E O CASO É SÉRIO , MUITAS VEZES Ñ TEM MEDICAMENTO QUE DÊ RESULTADO , O QI DO INDIVÍDUO É MUITO ALTO E FOGE DO CONTROLE DELE PRÓPRIO . ISSO NEM DEUS DÁ JEITO , NEM OS HOMENS, SÓ A MORTE.

Anônimo disse...

Deus para mim , é aquilo que habita dentro de cada um de nós,é a nossa força interior, que muitas vezes ela resurge das cinzas. Verinha do blog

Anônimo disse...

É sim, Verinha, Deus é Fênix....
Para com isso, menina; e outra coisa, a sua 'força interior' é o que foi acumulado em ATP(s), através do processo de respiração celular (algo mais ou menos assim; consulte um professor de Biologia que ele lhe esplicará tudinho.

Anônimo disse...

Não sei como alguém pode ter duvidade dele...

Anônimo disse...

Digo, duvidado dele, do Adamastor Pastorinho (PhD). Ele existe.

Anônimo disse...

Eu entendi o que a Verinha quiz mostrar quando se referiu com "Deus que habita dentro de cada um de nós, como sendo nossa força interior" . Isso é sem dúvida a nossa fé que surge quando passamos por algum sofrimento e privação ,concordo com ela , acima de qualquer coisa Deus é fé. Leitor do blog.

Anônimo disse...

ESSE TAL DE ADAMASTOR ALÉM DE PSICÓTICO É UM CHATO , CARA INCONVENIENTE.

Anônimo disse...

Entendo, ‘leitor do blog’ e Verinha. Mas só uma perguntinha: qual o limite (se é que existe) para essa fé? Devemos ter fé em qualquer coisa que ‘toque nossos corações’? Por exemplo, fé em santos, fé em anjos da guarda ou fé em quaisquer seres celestiais, todas essas ‘fezes’ são benéficas? Entidades de Umbanda e ‘ETs’ valem também? Existe uma religião que é detentora da Verdade, ou tanto faz qualquer que seja a crença, sendo importante apenas acreditar em alguma coisa? Eu tenho fé no Adamastor Pastorinho (PhD), o que você acharia dele como nosso messias?
(só seis perguntinhas)
Leitor em dúvida.

Thiago Dantas disse...

Vou colocar o nome do OM no livro de orações da nossa igreja. Ele será um homem abençoado e largará essa vida de devassidão e pecados. O Barramas ainda será uma casa de louvor, em Nome do Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele certamente tomará outro rumo na vida e levará a Palavra de Deus para os quatro cantos deste mundo.
Thiago Dantas

Anônimo disse...

Esse comentário aí de cima seria alguém jogando praga no Maroni, isso sim! Praga de crente. O Bahamas virar igreja seria um dos maiores absurdos, uma das maiores afrontas à lucidez do ser humano. Quero ver o dia em que comecem a fechar igrejas para que fossem abertos puteiros em seus lugares. Uma boa foda é muito mais saudável do que qualquer oraçãozinha.

Anônimo disse...

“Onde fica o cemitério dos deuses mortos? Algum enlutado ainda regará as flores de seus túmulos? Houve uma época em que Júpiter era o rei dos deuses, e qualquer homem que duvidasse de seu poder era ipso facto um bárbaro ou um quadrúpede. Haverá hoje um único homem no mundo que adore Júpiter? E que fim levo Huitzilopochtli? Em um só ano – e isto foi há apenas cerca de quinhentos anos – 50 mil rapazes e moças foram mortos em sacrifício a ele. Hoje, se alguém se lembra dele, só pode ser um selvagem errante perdido nos cafundós da floresta mexicana. Falando em Huitzilopochtli, logo vem à memória seu irmão Tezcatilpoca. Tezcatilpoca era quase tão poderoso: devorava 25mil virgens por ano. Levem-me a seu túmulo: prometo chorar e depositar uma couronne des perles. Mas quem sabe onde fica? (...) Arianrod, Nuada, Argetlam, Morrigu, Tagd, Govannon, Goibniu, Gunfled, Odim, Dagda, Ogma, Ogurvan, Marzin, Dea Dia, Marte, Iuno Lucina, Diana de Éfeso, Saturno, Robigus, Furrina, Plutão, Cronos, Vesta, Engurra, Zer-panitu, Belus, Merodach, Ubililu, Elum, U-dimmer-an-kia, Marduk, U-sab-sib, Nin, U-Mersi, Perséfone, Tammuz, Istar, Vênus, Lagas , Belis, Nirig, Nusku, Nebo, Aa, En-Mersi, Sin, Assur, Apsu, Beltu, Elali, Kusky-banda, Mami, Nin-azu, Zaraqu, Qarradu, Zagaga, Ueras. Peça ao seu vigário que lhe empreste um bom livro sobre religião comparada: você encontrará todos eles devidamente listados. Todos foram deuses da mais alta dignidade – deuses de povos civilizados –, adorados e venerados por milhões. Todos eram onipotentes, oniscientes e imortais. E todos estão mortos.”
H. L. Mencken

Anônimo disse...

“Os que não padecem desta neurose (religiosidade) talvez não precisem de intoxicante para amortecê-la. Encontrar-se-ão, é verdade, numa situação difícil. Terão de admitir para si mesmos toda a extensão de seu desamparo e insignificância na maquinaria do universo; não podem mais ser o centro da criação, o objeto de eterno cuidado de uma Providência beneficente. Estarão na mesma posição de uma criança que abandonou a casa paterna, onde se achava tão bem instalada e tão confortável. Mas não há dúvidas que o infantilismo está destinado a ser superado. Os homens não podem permanecer crianças para sempre; têm de, por fim, sair para a vida ‘hostil’.”
Freud

Anônimo disse...

“– ‘Somente uma coisa é necessária’... Que todo homem, por possuir uma ‘alma imortal’, tenha tanto valor quanto qualquer outro homem; que na totalidade dos seres a ‘salvação’ de todo indivíduo um possa reivindicar uma importância eterna; que beatos insignificantes e desequilibrados possam imaginar que as leis da natureza são constantemente transgredidas em seu favor – não há como expressar desprezo suficiente por tamanha intensificação de toda espécie de egoísmos ad infinitum, até a insolência. E, contudo, o cristianismo deve o seu triunfo precisamente a essa deplorável bajulação de vaidade pessoal – foi assim que seduziu ao seu lado todos os malogrados, os insatisfeitos, os vencidos, todo o refugo e vômito da humanidade. A ‘salvação da alma’ – em outras palavras: ‘o mundo gira ao meu redor’...”
Nietzsche

Anônimo disse...

Diante desses (e de vários outros) céticos/ateus, percebo o quanto é incipiente meu conhecimento no assunto. Mas não deixarei de expor aqui minhas ‘crenças’ no ceticismo/ateísmo. Tenho muito a aprender com eles, no que se refere à apuração do senso crítico; mas, por outro lado, gostaria de aprender também a arte da retórica dos teístas (católicos, principalmente), pois estes religiosos, para defender a absurda tese da existência de Deus, têm de ser mesmo muito bons de conversa!...

Anônimo disse...

Quero ratificar as palavras de meu amigo, o sr. Thiago Dantas, e também elevar preces ao Senhor do Universo para guiar os passos de Oscar Maroni no ano que vem e depois. Trata-se de uma pessoa, o sr. Oscar, dotado de tino comercial e talento que, no entanto, dedicou uma vida a atividades do entorno da prostituição. Nosso país necessita de empreendedores que projetem nosso nome no exterior. Por exemplo, os EUA possuem 160 marcas conhecidas internacionalmente; o Brasil apenas 11. Outro dia o sr. Oscar se gabava em dizer que seu estabelecimento também é conhecido no exterior (tomara que não seja apenas no Paraguai...), se é verdade, lamentemos por isso. O Brasil é conhecido por toda a Europa por ser um "fornecedor" de prostitutas. Definitivamente, temos que nos livrar desse estigma. Como patriota que diz ser, o sr. Oscar deveria empenhar-se em oferecer ao país o melhor de seu empenho, imaginação e firme dedicação às coisas do bem e da emancipação das pessoas. Por isso, vou rezar pelo sr. Oscar. Gostaria de terminar 2010 como testemunha de seus feitos na área do comércio, da indústria, dos serviços, da pecuária, da educação, da inovação, do aperfeiçoamento do ser humano em suas potencialidades. Gostaria que ele compreendesse a mulher não como um ser reduzido ao sexo, capaz de ver neste apenas um ato venal que lhe sustenta a vida e a existência. Todos os grandes empreendedores no mundo reservam suas atenções à mulher como fonte da vida e como mestra exemplar na educação das crianças, para não falar que a mulher ascendeu a cargos de liderança, absolutamente impensáveis há 20 anos. Hoje, a mulher está na frente em pelo menos 11 profissões, consideradas as vagas que ocupa nas faculdades. No entanto, o sr. Oscar está sedento em vê-las subir e descer as escadas de seu estabelecimento ao lado de seus clientes... Sim, prezados internautas, vou rezar pelo sr. Oscar: que Deus o ilumine! Que Deus o inspire e que, no alto dos 59 anos desse seu filho, que lhe ensine que a riqueza que amealhou na terra foi uma concessão da bondade de nosso pai; Deus, em sua generosidade eterna, concedeu saúde ao seu filho, mas não a lucidez que seus irmãos esperam dele. Mas é chegada a hora do luzeiro divino brilhar diante dos olhos mundanos do sr. Oscar. Ele haverá de palmilhar o caminho da boa-venturança e dar provas a mim e a todos que o cercam sobre o motivo pelo qual sua inteligência e sensibilidade são o esteio de sua missão na terra para a elevação do nome do Cristo sobre suas realizações a partir de hoje e para a valorização de tantos que possam se beneficiar com as obras desse seu dileto filho paulistano.

Flávio Aguiar de Souza Mendes

Anônimo disse...

Ao Flávio Aguiar: faltou dizer que o MARONI é menos que um grão de areia na história de Deus e, por isso, ele e seu imperiozinho são descartáveis como caspa no ombro do paletó.

Anônimo disse...

O pior é que esses infelizes crentes ficam incutindo na cabeça da mulherada para não ‘dar’. Algumas, que até são gostosas e serviriam a um bom propósito (uma boa foda), deixam de satisfazer sexualmente a elas mesmas e a nós homens; e isso, essa ‘abEstinência’, em favor de religiões que pregam uma neutralização/anulação das vontades naturais. O que seria mais normal, rezarmos ou treparmos à vontade (mas de forma segura, óbvio) para satisfazermos nossos corpos? Qual o ‘pecado’ em transarmos, transarmos, transarmos e transarmos?... Quando a trepada é consensual e satisfatória para ambas as partes, qual seria o problema? Mas há muitas mulheres que ficam se guardando sei lá pra quem, talvez pra Jesus; só que Jesus (o Cristo) não vai comer ninguém (se ele existisse mesmo, acho que comeria). A cada gostosinha ‘convertida’, uma trepadinha perdida... Que perda!
Eu prego menos oração e mais fornicação. Sexo, com responsabilidade e sem compromisso, tá bem longe de ser algum pecado. Então, peço por misericódia (‘pelo amor de Deus’) a vocês mulheres ‘resguardada’ que ‘liberem geral’, para que todos sejamos beneficiados.
Ateu fodedor

Anônimo disse...

A grandeza de Deus é tão imensa que Ele mesmo não pode ser visto, tocado, quantificado, experimentado (em nível científico), nem nada que não seja oriundo de alegações de crentes. Confio mais na caspa, que mesmo pequeníssima pode ser vista, do que o invisível, intocável e imponderável Deus. Não foi má vontade minha em acreditar nEle, mas... A caspinha sobre o paletó é algo mais paupável.

Anônimo disse...

Serial Fucker teria se vendido por uma entrada no Bahamas?

Anônimo disse...

E eu venho retificar minhas palavras:
'Quero ver o dia em que comecem a fechar igrejas para que SEJAM abertos puteiros em seus lugares'.

(A única mudança em minha vida seria referente à minha capacidade. Gostaria, sim, de ter a genialidade (cultura) de muitos que se voltam à religiosidade (embora eles mesmos não assumam a ‘religiosidade’). Com a cultura deles eu passaria num concurso público fudidaço, iria ganhar uma baita grana e comer umas putas mulheres (e umas mulheres putas, óbvio)...)

Anônimo disse...

Serial Fucker sempre foi ateu. Serial Fucker sempre foi putanheiro. Serial Fucker sempre foi a favor da abertura de TODOS os puteiros (e isso, inclusive, em confronto com nosso anfitrião). Serial Fucker sempre foi a favor da liberação das drogas (isso também até em confronto ao OM). Como pode ser visto no próprio blog/flog do Serial Fucker, SF continua tendo os mesmos pensamentos, que podem ou não coincidir com os do Maroni. Sinceramente não sei o porquê da pergunta. Qual a novidade?
SF
(Dúvidas a respeito da filosofia de vida do SF, vide site; os links já foram colocados aqui mesmo.)

Anônimo disse...

Flávio Aguiar de Souza Mendes: Hipócrita ou recalcado com o sucesso alheio?

Anônimo disse...

OU AS DUAS COISAS?

Anônimo disse...

O que se pode esperar para este blog em 2010? Que não se repita aqui pela enésima vez a máxima daquele aleijão mental: "opinião é como cu etc.". Só mesmo o Maroni pra repetir essa bosta, inventada por seu pai espiritual, o aleijão intelectual Larry Flint. A frase é uma alteração retrógrada de um ditado milenar: "cada cabeça, uma sentença". O ditado é bem mais sagaz que o anexim flint-maroniano, porque dá ênfase à questão da liberdade de pensamento. Já os dois papagaios contemporâneos falam em "opinião" como se de fato houvesse infinitas. Ora, em uma cultura de massa e estupidificada como a atual, em que Big Brother é referência de comportamento, existem duas ou três opiniões diferentes e só. O resto é repetição. Até porque existe essa tal de espiral do silêncio que faz com que os indivíduos "silenciem" suas opiniões e reforcem a opinião dominante. Maroni é formador de opinião; é politicamente correto quando lhe interessa: critica a pedofilia (qualquer um com o mínimo de bom senso critica), o rufianismo (quem defenderia o proxeneta hoje?), é a favor da reforma agrária (mas não toquem na minha fazenda) , da liberdade de imprensa (hoje, até os torturadores do DOPS são), é contra a corrupção (puxa... que bom!), respeita as mulheres (hum...), os gays (hum...) e tudo o mais que a mídia o ensinou a defender em pró-forma. Mas fala pelos os cotovelos, e com convicção, e assim se tornou o porta-voz de muitos que vêm aqui em busca de "liberdade"...
Confunde-se opinião com a liberdade em se expor um ponto de vista. Liberdade não deve ser confundida com aquele relativismo fácil e amoral que qualquer babaca carrega no bolso do colete, e cuja expressão vem traduzida no bordão que o Maroni repetiu o ano inteiro aqui. Acabei de ler um livro do Leonardo Boff no qual ele afirma que "todo ponto de vista é a vista de um ponto" sem cair no relativismo estéril da atualidade. Maroni, vê se te liga em 2010, lê autores da atualidade e não fica papagueando quem está abaixo das suas possibilidades de raciocínio. O Larry Flint evocou uma emenda da lei norte-americana e segurou a barra; mas gastou muito dinheiro para isso, como qualquer um que conhece um pouco do processo sabe. Sem dúvida, teve coragem. Mas deixa o cara com a revista dele e trate de dizer algo novo e inspirador no próximo ano.
Feliz Ano Novo para todos
Ademir M. Magalhães

Serial Fucker disse...

Onde e quando Maroni pecou?
Quanto ao OM, definitivamente não irei ‘julgá-lo’, mesmo achando que emitir uma ‘avaliação pessoal’, em caráter quase particular apenas, algo que ficasse só aqui entre nós e a torcida do Corinthians, seja um direito de todos; prefiro abster-me de tal ‘julgamento’, inclusive até porque tenho pouquíssimas informações sobre as acusações a ele imPUTADAS. A questão é que ao assunto resvalar sobre putaria, eu sempre me manifesto, com todos já sabem, a favor de uma total liberação (repito: liberação até mais radical do que propõe OM). Quanto a outras questões que agravam a situação de OM, não posso nem defendê-lo nem acusá-lo, por não estar a par dos fatos, como já disse; acho que deverá ser inocentado ser não tiver culpa, e condenado se o contrário for provado (o que sei se resume no caso das bolachadas que DIZEM que ele desferiu contra a tal de Vivi). Eu não favoreceria injusta absolvição nem às minhas filhas, nem à minha mãe (‘de cujus’), nem ao pai (‘de cujus’), nem mesmo a mim, enfim, penso que ninguém deveria ser beneficiado com absolvição se não merecesse realmente; o que diria a alguém que nem é parente meu, como é o caso do Maroni. Se ele realmente agrediu de forma violenta a ex-mulher, a loirinha gostosinha da calcinha melada, tem que ser apenado como qualquer um. Se eu fizesse cagada, também teria que pagar (Acho que principalmente eu, porque mesmo sabendo que morrerei para sempre, que a morte é definitiva, gostaria que minha passagem pela Terra fechasse-se de forma limpa e sem nenhuma dívida; em teoria, a idéia é essa, sair daqui sem débito algum.). Maroni não é menos, mas também não é mais do que ninguém para não pagar se for culpado. Insisto, porém, que no caso de rufianismo/cafetinagem/‘proxenetagem’ (coisa veementemente negada por ele) NÃO; não há, nesse caso, que se falar em culpa, portanto não teria, em minha opinião, o que pagar. Torno a dizer que, ao meu ver, intermediar ‘encontros’ para mim não configura crime. Ele poderia, e deveria, ser condenado por outro delito qualquer, se fosse realmente culpado. Em que peso tudo isso, toda essa celeuma em torno dele, ao ter a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, sinceramente tive a impressão de estar diante de um sujeito muitíssimo gentil e atencioso, uma pessoa bem simpática. Agora, que ele é exibicionista e fanfarrão, isso é inegável; mas, como já disse em outro texto, ele está mais para Luís XVI do que para Luís XIV. Sem problemas, para mim. Não sei se é porque essa ostentação, essas posses, não me fascina(m) tanto, pois se eu tivesse que escolher um bem, escolheria a cultura do Adamastor Pastorinho em vez dos carrões (e milhões) do Maroni, então só o vejo como uma figura folclórica capaz de gerar grandes histórias; e, como eu adoro escrever, Maroni é um ‘prato-cheio’, enseja grandes textos (muitos até ironizando-o, coitado). Quem sabe, um dia, eu constate que essa imagem que atualmente faço dele (de um garotão divertido e boa-praça) fosse apenas um ‘recorte’ da história de uma pessoa que tem muito a esconder e, assim, meu conceito a seu (dele) respeito inverta-se, o que faria, obviamente, dar razão ao Blat e cia. Mas, por enquanto, acho o cara muito engraçado, boa gente e sem culpa no cartório.
SF.

Anônimo disse...

Maroninho amor de nossas vidas , estivemos fora do ar porque nosso computador pifou novamente , e , ficamos ausentes .Voltamos com muita saudade no coração e um desejo enorme que em 2010 , voce volte com muita força e garra para sacudir as estruturas da noite paulistana. Deus para nós aqui na terra é voce amado , com sua luz ,com seu explendor , com seu carisma , resurgindo das cinzas como fenix , e , resplandecendo em seu apogeu. Amadíssimo com tudo que voce passou , o seu brilho não se apagou , agora me diga isso sim é ser uma divindade na terra. O nosso desejo para voce é que essa força inata sua nunca se esmureça mesmo diante de tantos solavacos, que a vida possa lhe trazer.Um beijo em seu coração das Bibas de Pirituba.

Anônimo disse...

Puta merda! Vai começar...
Primeira correção:
'Em que pesE tudo isso...'

Anônimo disse...

Essas lindinhas que são as "BIBAS DE PIRITUBA " realmente são as purpurinas desse blog , quando elas demoram para entrar , sentimos saudades .Verinha do blog

Anônimo disse...

E você, Verinha, nossa preciosa lantejoula...

Anônimo disse...

Serial Fucker, já disse, ao lado do insopitável Adamastor Pastorinho e mais uma ou duas almas que por aqui passam, são as únicas vozes que valem a pena ser ouvidas no blog. SF é dialético, tenta ver tudo por diferentes ângulos e tem coragem de defender seu ponto de vista, ainda que possa parecer afrontoso a algumas moças e moços de fina educação. Adamastor Pastorinho está em guerra contra o Mal e parece ter escolhido bem seu alvo, o qual batiza com os nomes mais exdrúxulos que o dicionário comporta. A seu modo, escreve certo por linhas tortas. O próprio OM é involuntariamente engraçado em suas imposturas: psicólogo, super amante, fodão, conselheiro, homem maduro, adolescente, menino índio, justiceiro, injustiçado, defensor das mulheres, proxeneta, puta velha, ingênuo, otário, milionário, mariquinha, lutador de vale-tudo, empresário, durango, baladeiro, novela das 8, banal, sacana e sagaz ao fazer aquela pergunta para o pilantrão do Civita: tuas revistas exibem putas na capa e nem por isso você é proxeneta! De vez em quando o OM é ainda comido por uns caras que apareceram aqui como um que faz "bobó de camarão" (ha ha ha) pra ele, além de ir com frequência ao proctologista! Fora isso, o OM é pai de família ardoroso, respeita a ex (Dona Marisa) e já faz planos para chegar em 2010 ao score de 3 mil mulheres comidas e catalogadas. Duas facções de gays amam OM e OM parece respeitá-los. Ora, em um ano atormentado e tormentoso como este, o resultado não é ruim. A não ser que na última hora o Adamastor Pastorinho evoque a fúria divina e o próprio Deus rompa o chão sob os pés de OM e o inferno engula para sempre seu mais aguardado discípulo!
Saúde e coragem, em 2010, para OM, Serial Fucker e Adamastor Pastorinho, os queridinhos da internet, e aos demais leitores.

Espectador de carteirinha e camarote

Anônimo disse...

Textos longos são um saco. Se liguem escritores de blogues. Não tornem-se ADAMALINHAS PASTORINHO.

Anônimo disse...

PAPAI NOEL QUE O DIGA, ESSES TEXTOS GRANDES DEIXARAM O MEU SACO IGUAL AO DELE

Anônimo disse...

CONCORDO PLENAMENTE...

Anônimo disse...

muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Anônimo disse...

AS PESSOAS PRECISAM APRENDER A SEREM MAIS OBJETIVAS E MENOS LONGAS NOS SEUS TEXTOS EM 2010 , UM BOM ANO A TODOS OS BLOGUEIROS DO MARONI . SEGURANÇA DO BLOG

Anônimo disse...

Maroni e Maíra, Feliz 2010 para vcs! Feliz 2010 para o meu muso Erly e para todos deste blog!
Prefis, Feliz 2010 para o senhor! Sei que irá ler a minha mensagem; aguardo o senhor na reabertura do Bahamas para dançarmos Sinatra e fotos.

Anna Flávia Schmitt, Rodeio,S.C.

Anônimo disse...

genti, fiz uma busca go gogle e achei um site de um cara q iscreveu a biografia do osccar.... http://opiofagia.blogspot.com/2009/12/oscar-uma-cronica-maroniana.html

qto será q é? será q o oscar dá uma pra nóis? eu qro..huahuahuahua

lucas/ anália franco

Anônimo disse...

A todos que estiveram presentes neste blog , um excelente ano novo . Em especial ao Maroni , que graças a ele ganhamos um blog tão democrático e querido como este . Que em 2010 suas esperanças e expectativas se realizem em um futuro muito melhor ,e mais generoso contigo , meu amigo virtual Oscar Maroni . Verinha do blog.

Erly Junior disse...

Obrigado pelo MUSO, ANNINHA. Também queria desejar um ano novo repleto de sabedoria e realizações a todos. OSCAR MARONI, ANNINHA, VERINHA, BIBAS DE PIRITUBA e todos os outros amigos virtuais que ao longo da criação deste blog trocamos opiniões, que sejamos todos felizes em 2010. Vem ano novo e a esperança se renova...que venha 2010. Um forte abraço a todos. erlyjr.

Anônimo disse...

Fim de Ano.
2009 cede lugar a um novo ano que, ao se iniciar, trará perspectivas de progresso para muitos. Espero que os otimistas sejam contemplados com tudo lhes é peculiar em suas previsões; e os pessimistas sejam surpreendidos com ótimas notícias, deixando-os, a partir de então, mais confiantes no futuro.
Balanço de 2009: Positivo. Comi um monte de mulheres e escrevi muuuuuuito aqui neste blog.
Apenas escrever, mesmo que ninguém lesse, pra mim já valeria; entretanto, é bem mais compensador, sem dúvida, quando alguns dos notáveis espectadores de carteirinha, em suas cadeiras cativas alocadas em requintado camarote, honram-me com a leitura de meus comentários e a estes fazem alguma alusão. Pretendo continuar a escrever neste ano que está por vir, mas continuarei elaborando meus textos com a mesma ‘envergadura’ que os tem caracterizado, deixando a leitura a cargo de quem se propuser a lê-los pacientemente (como tem feito o amigo internauta que a mim fez referência); quanto aos leitores menos pacientes, acho que devem logo de cara desistir da leitura para não se entediarem. Porém, mesmo para esses leitores apressadinhos, os votos de um Feliz 2010 (se os ‘apressadinhos’ chegaram até aqui, leram minhas palavras desejando um bom Ano Novo, caso contrário nem saberão que esse era meu desejo). Para os amigos leitores, e leitores mais amigos, que são capazes tanto de escrever, quanto de ler, intensamente, também os meus sinceros votos de um excelente reveillon; espero que 2010 traga a vocês tudo o que falta para suas vidas tornarem-se completas. E o mais importante: que a cada palavra lida, nos diversos textos por aí a fora, uma nova luz se acenda, diversos caminhos se abram e novos horizontes se descortinem. E aos demais leitores, que também têm marcado presença aqui (Anna, Verinha, Erly, Adamastor Pastorinho -PhD-, Ademir, Flávio, Bibas de Pirituba, Bibas que mandam o OM sair do armário e entrar num Armani, Douglas, Rafael, Maciel, Seu Madruga, Leonardo Coutinho, Lílian, Temístocles Vieirinha, Amanda, Leda de Florianópolis, Wilma A., Lenice de B.H., Ala Feminina do Blog, Gardênia de Moema, Traveco do Maroni, Maroni Fake, Sônia, Raquel, integrantes do ‘MP Club’, integrantes da ‘Imprensa Club’, e outras personagens criadas por alguns dos já citados...), e ao nosso bem-humorado anfitrião, Oscar Maroni (e família), meus expressos (e sempre sinceros) votos de um magnífico Ano Novo a todos vocês.
Feliz 2010
SF.
(Acho que as inevitáveis correçõezinhas ficarão pro ano que vem)

Anônimo disse...

É preciso lembrar quanto e como as religiões embrutecem e corrompem os povos? Elas matam neles a razão, o principal instrumento da emancipação humana e os reduzem à imbecilidade, condição essencial da escravidão. Elas desonram o trabalho humano e fazem dele sinal e fonte de servidão. Elas matam a noção e o sentimento da justiça humana, fazendo sempre pender a balança para o lado dos patifes triunfantes, objetos privilegiados da graça divina. Elas matam o orgulho e a dignidade humana, protegendo apenas a submissos e os humildes. Elas sufocam no coração dos povos todo sentimento de fraternidade humana, preenchendo-o de crueldade. BAKUNIN ( Deus e o Estado)

Cintia

Anônimo disse...

Ótimo 2010 pra vc tb, Cíntia.

Anônimo disse...

"Que a crença em Deus, criador, ordenador, juiz, senhor, amaldiçoador, salvador e benfeitor do mundo, tenha se conservado no povo, e sobretudo nas populações rurais, muito mais do que no proletariado das cidades, nada mais natural. O povo, infelizmente, é ainda muito ignorante e mantido na ignorância pelos esforços sistemáticos de todos os governos que consideram isso, com muita razão, como uma das condições essenciais de seu próprio poder. Esmagado por seu trabalho quotidiano, privado de lazer, de comércio intelectual, de leitura, enfim, de quase todos os meios e de uma boa parte dos estímulos que desenvolvem a reflexão nos homens, o povo aceita, na maioria das vezes, sem crítica e em bloco, as tradições religiosas. Elas o envolvem desde a primeira idade, em todas as circunstâncias de sua vida, artificialmente mantidas em seu seio por uma multidão de corruptores oficiais de todos os tipos, padres e leigos, elas se transformam entre eles em um tipo de hábito mental, freqüentemente mais poderoso do que seu bom senso natural." BAKUNIN

Cintia

Anônimo disse...

"Há uma categoria de pessoas que, se não crêem, devem pelo menos fazer de conta que sim. São todos os atormentadores, os opressores, os exploradores da humanidade: padres, monarcas, homens de Estado, homens de guerra, financistas públicos e privados, funcionários de todos os tipos, soldados, policiais, carcereiros e carrascos, capitalistas, aproveitadores, empresários e proprietários, advogados, economistas, políticos de todas as cores, até o último vendedor de especiarias, todos repetirão em uníssono essas palavras de Voltaire: “Se Deus não existisse seria preciso inventá-lo”.
Vós compreendeis, “é preciso uma religião para o povo”. É a válvula de escape." BAKUNIN

Cintia

Anônimo disse...

Nunca amou uma mulher SF?

Cintia

Anônimo disse...

‘Amei todas elas, pelo menos por alguns instantes, mas amei todas elas’...
Acho que no momento em que eu as transformo em minhas musas inspiradoras, imagino que seja isso uma forma de amor. Muitos, ou melhor, a maioria, vincula amor à fidelidade; eu, não, meu amor, ou se poderia dizer, paixão, é algo que se distribui pelas diversas mulheres com quem eu me encontro e me encanto. Só sei que esse sentimento se intensifica com a aproximação e me inspira a escrever. Não exigiria mais delas e nem da vida; através desse meu jeito de amar eu vou vivendo muito satisfatoriamente. Além do mais, para mim, cada mulher, um acróstico, e não sou homem de compor apenas um acróstico na vida (ou vários para a mesma mulher). Para mim, monogamia é prisão, além de ser algo tremendamente perigoso, pois apostar todas suas fichas numa mulher só... Um dia, quem sabe, dar-lhe-ei mais detalhes...
SF

Anônimo disse...

SF...
Amar por alguns instantes? Está confundindo as coisas. Também não vamos confundir o amor homem/mulher com aquele sublime, divinal e assexuado dos anjos. Homem e mulher têm que pegar fogo...é coisa real. Aquela fixação "naquela pessoa". Toda sua sexualidade voltada pra ela. Em todas as suas fantasias é ela que procura, são os olhos dela que quer ver, o cheiro dela que te atiça. Quer penetrar a alma dela...
Pois é... já amou uma mulher?
Acho que você faz sexo. Faz sexo com estranhas. Nada contra.... eu faço sexo com estranhos também.
Meu amigo, sexo é escolha, amor é sorte.
Em homenagem a esse encontro especial entre homem e mulher, um trecho de ANAIS NIN
"Imaginei por um momento um mundo sem Henry. E jurei que no dia que perder Henry, eu matarei minha vulnerabilidade, minha capacidade para o verdadeiro amor, meus sentimentos, com a devassidão mais frenética. Depois de Henry não quero mais amor. {…} Depois de não ver Henry por cinco dias por causa de mil obrigações, não pude suportar. Pedi a ele para se encontrar comigo durante uma hora entre dois compromissos. Conversamos por um momento, então fomos para um quarto do hotel mais próximo. Que necessidade profunda dele. Só quando estou em seus braços as coisas parecem direitas. Depois de uma hora com ele, pude continuar o meu dia, fazendo coisas que não quero fazer, vendo pessoas que não me interessam."


Cintia

Serial Fucker disse...

Amor, como qualquer outra coisa (ou a maioria das coisas), não é algo absoluto, tem um significado relativo. Para você pode significar uma coisa; para mim, outra; e para outras, ter ainda outro significado. Acho que é difícil achar um denominador comum; no atual estágio da ciência parece que não é possível definir (com precisão), qualificar e muito menos quantificar esse tal de ‘Amor’ (há alguns monitoramentos cerebrais que começaram a ser feitos para estudos, bem sei). Mas a questão, por ora, é colocar sob análises as diversas reações que esse sentimento pode provocar. De forma resumida: euforia, êxtase, ansiedade, taquicardia, enfim, todas essas reações comuns quando uma pessoa acha que ‘sentiu algo diferente e especial’ pela outra, eu costumo sentir, só que de forma promíscua, indistinta, pelas mulheres das quais me aproximo para ter relações íntimas. Deixar explodir uma paixão, pelas garotas de programa, por exemplo, com a mesma intensidade da paixão (ou amor, sei lá) que senti pela mãe das minhas filhas (mulher com quem convivi por alguns anos), não me parece tão difícil; mas é, certamente, essa ‘possível transferência de sentimento’ algo muitíssimo interessante! Amor (ou paixão intensa), para mim, não se atrela à fidelidade (como já disse), entretanto, concordo que se liga à necessidade da presença física para satisfazer todos os cinco sentidos. Só sei que a cada nova paixão, a cada nova mulher, minhas expectativas aumentam e sinto como se minhas esperanças se renovassem; sensação bem semelhante àquela de quando eu conheci (e me juntei) a (à) já citada companheira (esposa), com a vantagem, porém, de nunca ter desfechos insatisfatórios ou pesarosos. É realmente prazeroso quanto tenho a impressão de que todo o tecido do meu corpo está entrando em combustão, parecendo ‘incendiar-se’, como costumam dizer; e o que é mais satisfatório e estimulante ainda é saber que isso vai se repetir (com a mesma intensidade) a cada novo encontro.

E se me permite, agora só para descontrair, para divertir um pouquinho, vou parodiar FP com um ‘instante de poesia’, como diria o ilustre jurista Ives Gandra Martins (Ives, no início de suas prodigiosas aulas, usa sempre essa expressão ‘instante de poesia’). Então, por uma questão de ‘fumus boni poetarum’ (‘fumaça da boa poesia’ rs rs rs...), lá vai:

O poeta é um comedor
Come tanta, tanta gente
Come seja lá quem for
Basta estar na sua frente

E o poeta nunca se conteve
Isto quem o conhece sabe bem
Sua angústia não foram as mulheres que ele teve
Mas são todas as que ele não tem...

(Rs rs rs... Pelo menos que nos divirta, ainda mais que dizem que ‘tudo que pode fazer rir, pode fazer chorar’. Essa história, essa conversa, de amor até que tem seu lado divertido...)

Beijos, mocinha.
(Aguardo seus depoimentos)
SF

Rodrigo Esteves disse...

É pode-se dizer que em parte você está certo, desde muito pequeno penso sobre a existência de Deus, sinceramente as vezes eu acho que existe, em outros momentos começo a pensar sobre, e acho que isso tudo e uma grande mentira que foi inventada pelo homem para se sentir mais seguro no mundo, sei lá algumas pessoas precisam pensar dessa forma para sobreviver, a vida e dura basta ligar a tv para ver os problemas que não só nossa cidade enfrenta, mais o mundo em geral, e se a pessoa se apega a algum credo pode pelo menos amenizar, por isso não julgo aqueles que acreditam.

Uma professora de de direito no meu primeiro ano de faculdade disse certa vez que Jesus é o maior filósofo da história do mundo, eu até concordo com ela, o problema é o fato das pessoas transformarem tudo o que elas acreditam em Deuses.

Anônimo disse...

Condenar ou criticar as pessoas por acreditarem, jamais. O problema é quando os crentes querem fazer nós ateus engolirmos Deus ou deuses de qualquer maneira. E quanto a Jesus, ele parece mesmo um filósofo, considerando (aceitando) sua existência e seus ensinamentos. Um Jesus histórico, na condição de um orientador/orador/pregador, é aceitável; o que me parece difícil de aceitar é o Jesus milagroso (poderia até ser verdadeiramente um ‘messias’, um ‘salvador’, se ficasse tudo no campo do ensinamento e da retórica, pois penso que ensinar é, também, um modo de salvar as pessoas; porém, os seguidores, não contentes apenas com isso, tinham que elevá-lo à condição de divino). É muito provável, em minha opinião, que ele realmente tenha existido e pregado coisas boas; entretanto, imagino que todos já sabem como é, ‘quem conta um conto aumenta um ponto’, e aí a mentira, digo, a fantasia, ‘tornou-se realidade’ para muitos (acho, inclusive, que para a maioria).
F. B.

Hefestos disse...

Eu não acredito.

Anônimo disse...

Quando uma pessoa delira, é louca. Quando vários deliram, é religião.

Abraço;
Diego - RS

felipe disse...

oscar adorei seu texto e concordo 100 p/ cento com vc. Queria te indicar um livro de richard dawkins chamado Deus um delirio. Um abraço...

Anônimo disse...

Isso mais parece uma torre de babel, cada um defendendo sua tese e seu interesse, será que todos são portadores de algum tipo de distúrbio psicótico ou alguma anomalia na caixa craniana? Não quero com isso ofender ninguém, por favor, sou alfabetizado e vivo no mesmo mundo que vocês vivem sujeito as mesmas decepções e doenças, pois delas ninguém escapa,eu posso até não ter dinheiro para ter uma vida mais tranqüila mais sso não vem ao caso,imagina só Se Estudiosos que viveram e deram suas vidas a fim de pesquisas para dar soluções de doenças ou ate mesmo para uma boa qualidade vida para humanidade, morreram e não voltaram para dizer pra onde foram, se foi para o tão esperado céu ou tão indesejado inferno! Vamos fazer o seguinte se algum dos senhores participante morrer e for para o céu, por favor, VOLTE e me procure eu dou autorização ok, agora se algum dos senhores for para o inferno nem precisa voltar pois dispenso comentário, o aquecimento global aqui na terra já esta insuportável que dirá o do inferno pois dizem que lá e muito quente!
Deus existe sim as evidencias estão aí para quem quer enxergar, e eu sei que eu não sou filho de chocadeira, e muito menos resultado de explosão no universo.

Anônimo disse...

O pequeno cético.
Certa vez, seguia eu por uma rua aqui perto de casa e escutei um menino, de uns dez anos aproximadamente, perguntando pra sua mãe sobre a existência de Jesus Cristo; perguntava se isso não seria um mito, como Papai Noel. A mãe, provavelmente cristã, dizia que não, que era, SIM, uma certeza a existência do milagroso filho unigênito de Deus. Ele insistia que poderia ser essa história apenas mais uma lenda, mais uma criação dos homens. O diálogo entre o pequeno e sua mãe foi interessantíssimo e tremendamente engraçado. De vez em quando me pergunto: qual o paradeiro do garoto? (Gostaria de um dia ter a oportunidade de conversar com ele). No fim, quem será que convenceu quem? Diriam alguns: ‘Só Deus sabe, só Deus sabe...’.
Fulano de Beltrano

Anônimo disse...

Olá, camarada comcrco cm vç quando diz que Deus não exite,isso é a masi pura verdade; pois tudo que existente ocupa tempo e espaça e Deus não ocupa tmpo e nem espaço ele É.. e sobre é violecia,corrupção etc.... Ele nos deu livre arbitriu para escolha infelismente alguns fazem suas escolhas errada. e ssim temos que lidar com isso todos os dias e procurar viver com o seu proposito de ser diferente ..... valeu sucesso...

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